terça-feira, 28 de março de 2017

De onde será que vêm as nossas superstições?

Você tem medo de gatos pretos? Você evita passar embaixo da escada ou quem sabe até mesmo de pisar em emendas da guia da calçada? Você costuma bater três vezes na madeira? Como você lida com o número 13? Se você acredita ou não neles, você provavelmente está familiarizado com algumas dessas superstições.


Mas de onde vieram? Em uma animação do TED-Ed, o autor e psicólogo Stuart Vyse mostra que muitas dessas crenças e manias estranhas têm origens igualmente esquisitas. E por envolver causas sobrenaturais, não surpreende que muitas superstições tenham sua origem na religião. Por exemplo, o número 13 foi associado ao evento bíblico da Última Ceia, a refeição que Jesus Cristo teve com seus 12 discípulos logo antes de ser preso e crucificado. A ideia de ter 13 pessoas à mesa foi considerada um fator de azar e por fim aceitou-se, de forma geral, que 13 é o número do azar.

Muitas superstições comuns hoje, em países como Rússia e Irlanda, provavelmente restaram de religiões pagãs que o Cristianismo sucedeu. No entanto, nem toda superstição tem origem na religião. Muitas vezes ocorrem por coincidências ou associações infelizes. Após isso, Stuart explica que quando você cresce ouvindo de familiares que é melhor evitar essas coisas, a pessoa pode ficar insegura, mesmo depois de perceber que nada de mal pode acontecer. Neste sentido, pelo viés psicológico, acreditar em algo pode fazer, por exemplo, você jogar melhor uma partida por lhe dar a ilusão de controlar melhor os eventos.



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