quinta-feira, 4 de abril de 2013

Mercedes-Benz Classe A ou seria Classe C?

Ousadia e alegria? Qual seria o posicionamento de marca no qual a Mercedes-Benz estaria querendo emplacar com este tipo campanha voltada para internet? É impossível hoje em dia não falar da ascensão da nova classe média e do possível surgimento desses novos valores que estão sendo implantados em nossa cultura brasileira.


Você já deve ter escutado aquele velho ditado: "Falem bem ou falem mal, mas falem de mim".  Este viral da montadora alemã Mercedes-Benz ajuda a embasar o momento econômico do país. Utilizando o ritmo do funk que vem influenciando cada vez mais as pessoas em sua trilha sonora, o vídeo destaca as tecnologias "Steer Control" e "Adaptive Brake" que garantem precisão e estabilidade mesmo em condições de pista molhada.

Ora, embora o brasileiro não tenha um grande discernimento cultural, por suas próprias origens, vale a pena fazer um esforço para transmitir os valores reais de sua essência como marca (que não condiz com o seu histórico) e também se possível, tentar educar o povo brasileiro para mudar essa imagem que temos de nós mesmos, independente do estilo musical.

Não podemos esquecer que a cultura é fundamental para a compreensão de diversos valores morais e éticos que guiam o nosso comportamento social. Afinal, fica a pergunta: É isso que queremos ou a marca derrapou dessa vez? Assista ao vídeo logo abaixo.



Nota: O que você achou do vídeo?

4 comentários:

  1. Talvez a Mercedes-Benz nunca tenha estudado o perfil do consumidor brasileiro com profundidade, talvez a marca alemã criou uma estratégia para vender o novo Classe A para um consumidor que ouve funk alto pelo celular no ônibus (que aliás, também é Mercedes-Benz).

    Independente da estratégia, este tipo de viral só serve para "entrar na cabeça" dos consumidores de uma maneira negativa.

    Quem estava esperando o lançamento do modelo, certamente desistiu da compra, pois não quer gastar seu suado dinheiro para ter o único automóvel de uma marca de prestígio que foi associado à uma música que apesar de engraçadinha, só demonstra mais uma vez que o brasileiro aceita qualquer meia dúzia de palavras sem sentido como hit de sucesso.

    Como disse Pedro Bial certa vez em um reality show: "Pode entrar, lek!" - e no passinho do volante continuamos com o "baile da vida".

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    1. O comercial é ruim, mas eu, como cliente da marca, não consegui converter um comercial ruim em justificativa para deixar de comprar um veículo com excelentes especificações. Asseguro ao Sr. que comprar ou deixar de comprar um veículo por causa de uma propaganda de bom ou mau gosto é imaturidade. E, meu amigo, citar Pedro Bial é tão desprezível em termos de cultura quanto o passinho do volante.

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  2. Comunicaram que a propaganda foi feita visando o público alvo da Mercedes! Ahanm! A Molecada de 18 anos tem 100 mil Dilmas pra comprar um carro desse!

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  3. Parece que a Mercedes (aqui no Brasil) não aprendeu quem é seu público alvo. Sou cliente da marca, é óbvio que não vou deixar continuar sendo, mas o vídeo ficou de péssimo gosto.

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