quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Comercial caseiro do clássico temaki de miojo

A empresa fictícia criada pela agência Dentsu é a mais recente campanha da Nissin. O vídeo destaca os 11 sabores que compõem a linha da marca. A ideia da comunicação é inspirada nas combinações estranhas que o brasileiro cria, como esfiha de chocolate, sorvete de creme com bacon ao sacolé de champanhe.


De acordo com a Gabriela Prudêncio, gerente de marca da Nissin Foods, ela diz: "O entretenimento é uma importante estratégia para o nosso público do mundo digital. Queremos alavancar cada vez mais ações como essas que geram buzz e comoção na web. Além de mostrar a versatilidade do nosso produto, que pode ser consumido de diversas maneiras, basta usar a criatividade".

"Lançamos vídeos propositalmente caseiros para instigar o público. Foi divertido acompanhar a interação das pessoas, questionando a veracidade do Temakiojo do Clélio. Muita gente ficou com vontade de experimentar", explica Filipe Cuvero, vice-presidente de Criação da Dentsu Brasil. O resultado da ação foi que na primeira semana, os vídeos no canal Clélio's Temakiojo no Instagram e no Youtube, alcançaram mais de três milhões de visualizações e 14 mil comentários. A estratégia da campanha contou com ações de influenciadores no Twitter e no Instagram. Confira a proposta no vídeo logo abaixo.



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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Qual é o preço de acessar uma internet limpa?

Quando você resolve publicar alguma coisa na internet, você tem certeza de que sua publicação continuará lá? O documentário chamado "The Cleaners" mostra uma nebulosa e escondida indústria de "zeladores digitais", onde a internet se livra do que não gosta, como violência, pornografia e os conteúdos políticos.


Milhões de imagens e vídeos são carregados na internet todos os dias, porém, raramente vemos conteúdos chocantes e perturbadores na rede social. Conscientizar ou censurar? Empresas decidem o que fica online e também o que deve ser retirado de circulação. Ora, quem está controlando o que nós vemos e o que nós pensamos, uma vez que as nossas decisões impactam o pensamento de 2 bilhões de pessoas?

No sombrio submundo da internet, os documentaristas Hans Block e Moritz Riesewieck nos mostram um olhar sobre essa indústria virtual responsável por fazer limpezas digitais, apagando e definindo por conta própria quais conteúdos que ficam visíveis online. Existem dezenas de milhares de pessoas fazendo esse tipo de trabalho (a maioria são filipinos e 90% deles são cristãos) e obviamente, tudo feito em segredo. A terceirização desse serviço deveria ser preocupante nas sociedades democráticas.

De acordo com quem realiza esse tipo de trabalho, diz que o objetivo diário é moderar cerca de 25 mil imagens por dia (ou seja, é como entrar para o livro dos recordes), além de permanecer anônimo por causa de um contrato assinado. Confira o impacto psicológico desse tipo de trabalho e como a limpeza digital influencia o que todos nós vemos e pensamos. Aproveite para também ativar a opção da legenda em português que está disponível no vídeo abaixo.



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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

O que robôs nos ensinam sobre nós mesmos?

Imagine um futuro onde sua torradeira consegue prever que tipo de torrada você deseja. Durante o dia, ela faz uma varredura e escaneia pela internet em busca de novos e interessantes tipos de torradas. Talvez ela pergunte sobre o seu dia e queira conversar mais sobre suas descobertas e nova tecnologia de torrada.


A que ponto ela se tornaria uma pessoa? Quando você se perguntaria se sua torradeira tem sentimentos? E se ela tiver, tirar ela da tomada seria um assassinato? E será que você ainda seria dono dela? Será que um dia seremos forçados a dar direitos as nossas máquinas? Para auxiliar nessas questões, o canal chamado In a Nutshell preparou um vídeo interessante para falar sobre direitos e limites filosóficos.

A maior parte dos pedidos por direitos para humanos ou animais se baseiam na questão da consciência e ninguém sabe o que é. Alguns neurocientistas acreditam que qualquer sistema avançado o suficiente pode gerar consciência. Então, se sua torradeira fosse potente o suficiente, talvez ela se tornasse consciente. Bem, não tão rápido. Será que o que nós definimos como direitos faria sentido para ela? E mais, o que robôs exigindo direitos nos ensina sobre nós mesmos? Aproveite para tirar as suas próprias conclusões e ative as legendas em português que estão disponíveis no vídeo abaixo.


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Que tipo de pessoa roubaria um smartphone?

Este é um documentário chamado "Find my Phone" (Encontre meu celular) criado pelo estudante de cinema Anthony van der Meer. Após ter o seu iPhone roubado na Holanda, ele percebeu rapidamente quantas das suas informações e dados pessoais o ladrão havia obtido de forma instantânea e sem grandes esforços.


Na Holanda, 300 boletins de ocorrências por semana são arquivados por roubo de smartphone. Além de perder o seu dispositivo caro, um estranho conseguiu acesso a todas as suas fotografias, vídeos, e-mails, mensagens e contatos. A partir disso, Anthony pensou: Que tipo de pessoa rouba um smartphone? E onde os smartphones roubados acabam? Para descobrir essa questão, ele então decidiu fazer uma investigação. 

Com isso em mente, Anthony comprou um celular Android e entrou em contato com o desenvolvedor de um aplicativo anti-roubo para que ele mudasse o nome do aplicativo para evitar que o ladrão pudesse de alguma forma reconhecê-lo. Instalando este aplicativo no sistema, as atualizações e restaurações tornaram impossíveis de serem realizadas, ou seja, o aplicativo ficou impossibilitado de ser deletado.

Após isso, Anthony foi até um local de grande circulação de pessoas para que o celular pudesse ser roubado de propósito. Através do aplicativo, ele conseguia rastrear a sua localização, ver suas mensagens, gravar as chamadas telefônicas, vídeos e tirar fotos. Ao final, apesar do dono ter conseguido encontrar a pessoa por trás do roubo de perto e pessoalmente, a pergunta permanece: Quão bem você pode realmente conhecer alguém quando se baseia nas informações recuperadas do telefone?


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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Jornada das tartarugas-marinhas nos oceanos

De redes de pesca, o derramamento de óleo, as mudanças climáticas e aos plásticos: as ameaças para as tartarugas-marinhas e outros animais estão piores a cada dia. Porém, temos uma chance para mudar isso. O Greenpeace lançou curta-metragem chamado "Jornada das tartarugas" para alertar sobre essa situação.


Este curta-metragem conta a história de tartarugas-marinhas que estão tentando chegar em casa. Pelo caminho, eles enfrentam várias ameaças, como a atividade petrolífera, derramamento de óleo e a pesca de arrasto. A animação foi produzida em parceria com o premiado estúdio Aardman, criador de A fuga das galinhas e Wallace & Gromit. Os atores que dão voz aos personagens são renomados e ganhadores do Oscar: Helen Mirren e Jim Carter são os avós, David Harbour é o pai, Olivia Colman a mãe, Bella Ramsey a filha, Ahir Shah a adolescente e a estrela-do-mar é a atriz brasileira Giovanna Lancellotti.

De acordo com a organização não governamental ambiental, o filme é baseado na situação real dos animais pelos oceanos do mundo. Seis das sete espécies de tartarugas-marinhas estão em risco de extinção devido às pressões de atividades econômicas, como a pesca excessiva e a busca pelo petróleo, e pela poluição dos plásticos. Além disso, as mudanças climáticas estão causando a acidificação e o aquecimento dos oceanos. Isso está interrompendo o suprimento de alimentos para a vida marinha e danificando ecossistemas.



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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Outdoor do Drácula que se transforma à noite

Para comunicar a chegada da mais nova série Drácula às telas da BBC, a equipe criativa do canal resolveu divulgar a novidade de uma forma diferente e montou um outdoor especialmente que se transforma à noite, que quando acesos através de um jogo inteligente das sombras, criam uma silhueta de um rosto.


A campanha bem-humorada da série brinca com a ideia do vampiro não aparecer enquanto há luz do dia. Abaixo do outdoor há uma caixa escrito: "No caso de vampiros, quebre o vidro" contendo uma estaca de madeira pontiaguda para que o indivíduo possa se defender de qualquer eventual ataque. Os dois outdoors estão localizados na Brixton Road, em Londres e na Upper Dean Street, em Birmingham.

A série desenvolvida por Mark Gatiss e Steven Moffat e protagonizada por Claes Bang possui três episódios de 90 minutos e está disponível no catálogo da Netflix desde o dia 4 deste mês, depois de ser transmitido pelo canal da BBC One. O trabalho é uma criação de James Fairfield, Mathew Rees, Reuben Dangoor, Vikki Stephenson e Dominic Lea. Confira a transformação completa do outdoor no vídeo abaixo.


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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Distopia para pessoas clicarem nos anúncios

Estamos construindo uma distopia movida a inteligência artificial, diz a tecnossociologista Zeynep Tufekci. Na palestra no TED, ela detalha como os mesmos algoritmos de empresas de tecnologia que são usados para induzir cliques em anúncios também são utilizados para organizar informações políticas e sociais.


Ela diz que as máquinas nem são a verdadeira ameaça. O que precisamos entender é como os poderosos podem usar a inteligência artificial para nos controlar, manipular de formas novas, às vezes ocultas, sutis e inesperadas. E complementa dizendo que muita desta tecnologia que ameaça nossa liberdade e dignidade num futuro a curto prazo está sendo desenvolvida por empresas que estão no negócio de captura e venda de nossos dados e atenção para anunciantes e grandes companhias.

Além disso, ela mostra alguns exemplos de como algoritmos podem inferir facilmente ao entender nossas fraquezas, identificar sua etnia, posição religiosa e também política, traços de personalidade, inteligência, felicidade, uso de substâncias viciantes, separação dos pais, idade e gênero somente a partir das curtidas no Facebook ou também combinar você com seus dados fora da rede, podendo ser qualquer coisa, desde seus registros financeiros ou talvez através do seu histórico de navegação. Neste sentido, a palestrante questiona se estamos construindo uma infraestrutura de vigilância autoritária só para que as pessoas cliquem em anúncios. Confira a palestra completa no vídeo abaixo.



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