segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Precisamos refazer a internet que conhecemos

Atualmente, as redes sociais são praticamente um segundo documento de identidade, ou seja, se você não participar de determinada plataforma, muitas vezes, isso é um sinônimo de total isolamento. No entanto, você já pensou como é que seria se você deletasse os seus perfis na rede e levasse uma vida diferente?


Na palestra realizada no TED pelo Jaron Lanier, considerado o pai da realidade virtual e uma das maiores referências e críticos do Vale do Silício, ele diz não ter conta em nenhuma rede social e deixa bem claro sobre o por quê: "Evito as redes sociais pela mesma razão que evito as drogas". Você pode perceber que os maiores líderes da área de tecnologia geralmente são "low profile" (ou seja, possuem estilos discretos e chamam pouca atenção), apesar de estarem à frente de tudo o que está ocorrendo.

O motivo disto ainda continuar acontecendo é porque estão viciados nesse modelo como seus próprios usuários. Segundo ele, as bases da internet foram fundamentadas em um modelo de negócio regido pelas propagandas. Os anúncios, nossos velhos conhecidos das mídias tradicionais, ganharam uma nova dimensão à medida que a internet se desenvolvia. O que antes era apenas a exposição de um produto, agora é uma engrenagem de algoritmos que modificam o comportamento de milhões de pessoas diariamente. E o pior: sem que quase ninguém perceba disso.

Neste sentido, temos os dispositivos que controlam nossas vidas, monitoram nossos dados e nos alimentam de estímulos. Parece familiar? Nesta palestra visionária, Lanier fala que precisamos criar uma cultura em torno da tecnologia que seja bonita e ao mesmo tempo também profunda e significativa para que possamos compreender esse erro e desfazê-la. Ao final, ele complementa: "Não podemos ter uma sociedade na qual, se duas pessoas desejam se comunicar, a única maneira que pode acontecer é se ela é financiada por uma terceira pessoa que deseja manipulá-las".


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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

A comovente história de um patinho na Disney

Há um lugar onde toda a magia da Disney, os seus contos encantadores, suas histórias incríveis, existe para valer: a Disneyland Paris. Esta saga épica, que mistura amor, humor e coragem, é dirigida a todos aqueles grandes e pequenos que cresceram com um ídolo da Disney que eles ainda desejam um dia conhecer.


A nova campanha intitulada "Where Magic Gets Real" (Onde a mágica se torna real) da Disneyland Paris criada pela agência BETC conta a história de um filhote de pato que acidentalmente encontra uma revista em quadrinhos do Pato Donald e logo se torna fã do personagem, até mesmo mesmo recriando suas poses.

No entanto, com a chegada do inverno, ele é obrigado a migrar com sua família para regiões mais quentes, só que a revista é pesada demais para ele levar junto e acaba caindo no lago no momento da partida. Após uma tempestade, eles pousam em um novo lugar até então ainda desconhecido, e ao amanhecer, o filhote descobre que está na Disneyland, deixando ele muito alegre. A trilha sonora se chama "The Impossible Dream" do musical chamado Man of La Mancha.

A Disneyland Paris, originalmente Euro Disney Resort, é um resort de entretenimento em Marne-la-Vallée, uma cidade planejada localizada 32 km a leste do centro de Paris, sendo a atração mais visitada em toda a França e Europa. O resort (segundo parque da Disney a abrir fora dos Estados Unidos) cobre uma área de 19 km² e compreende dois parques temáticos, alguns hotéis resort, um complexo de compras, alimentação e entretenimento e um campo de golfe, além de alguns locais de entretenimento. O local foi projetado especificamente para seguir o modelo estabelecido pelo Walt Disney World na Flórida.


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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Nós estamos criando um oceano de plástico?

Você já ouviu falar na Ilha de Plástico no Pacífico? Está sabendo que ela é 16 vezes o tamanho de Portugal? Pois bem, na websérie chamada Mares Limpos você irá ver como um movimento focado exclusivamente em empoderar o indivíduo é capaz de transformar o mundo através dos pequenos gestos do cotidiano.


O verdadeiro pulmão do mundo está em todo lugar espalhado por 70% da superfície do planeta. Mais da metade do oxigênio que respiramos vem dos pequenos vegetais que absorvem gás carbônico da atmosfera e fazem fotossíntese. Assim como a grama em um pasto, os plânctons são a base de todos os ecossistemas marinhos.

A estimativa é que 8 milhões de toneladas de lixo estão indo parar nos oceanos a cada ano, o que equivale a um caminhão de lixo cheio de plástico sendo despejado a cada minuto. A websérie veio para colocar o assunto da poluição dos oceanos no centro do debate da conscientização ambiental para mostrar que a limpeza dos oceanos precisa estar atrelada aos temas urgentes do desenvolvimento sustentável para mostrar na prática os verdadeiros impactos da poluição marinha.

Em 32 anos, os oceanos vão abrigar mais plástico do que peixes e 100% dos animais marinhos terão se alimentado ou sofrido com as consequências do lixo no mar. A reciclagem do plástico é uma solução? A websérie idealizada pela defensora da campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente e ativista ambiental, Fe Cortez, veio pra compartilhar os anseios de um mundo todo feito pelo plástico. 


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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

O vaga-lume e a luz própria de cada indivíduo

Partindo do conceito "2019. Você faz acontecer", a agência Publicis Brasil em parceria com a produtora Zombie Studios, optou por criar uma animação em 3D de dois minutos e meio de duração para levar a sua mensagem de fim de ano aos brasileiros em sua mais recente campanha voltada para o banco do Bradesco.


A animação da campanha gira em torno de um vaga-lume do campo que vai desbravar a cidade em busca de seu sonho. Porém, ele se vê diante de um mundo bastante disperso e pouco acolhedor. E quando menos se espera, acaba ocorrendo um blackout na cidade no momento em que as luzes de uma árvore de Natal se acenderiam. Após isso, o vaga-lume resolve se unir a outros para fazê-la brilhar e alegrar as comemorações de final de ano.

A campanha retrata uma metáfora sobre inclusão e respeito pelas diferenças. O trabalho teve duração de quatro meses no seu desenvolvimento e mais de 160 pessoas envolvidas no projeto. Além disso, cerca de 20 personagens buscam refletir a pluralidade do nosso povo brasileiro. Os cenários são inspirados em locações brasileiras. Já a trilha sonora se chama "Beautiful", da Christina Aguilera, interpretada pela Gloria Groove.


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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Canon convida para viver um Natal sem filtros

Como você enxerga o mundo ao seu redor? Diante disso, a campanha de Natal criada pela agência Dentsu Brasil mostra que a vida pode ser muito mais bonita sem filtros. E essa é a mensagem que a Canon quer passar este ano ao colocar frente a frente crianças com e sem necessidades especiais para brincarem.


A campanha intitulada "Natal sem filtros" mostra seis crianças que não se conhecem, divididas em duplas, brincando juntas. Em outro espaço os pais aguardam para saber como os filhos irão reagir. O resultado é emocionante. Heitor, Isabelle, Matias, Ana, Manu e Bento brincam e se relacionam de forma quase que instantânea. As diferenças são rapidamente esquecidas e a ideia principal do vídeo é mostrada por meio delas. São momentos especiais compartilhados como se nenhuma diferença existisse entre as crianças.

Os momentos especiais foram registrados e eternizados com várias fotos. As imagens foram entregues aos pais que foram entrevistados na campanha. "A conexão aconteceu de uma maneira muito rápida entre essas crianças. E a afetividade foi tão forte nesse momento de encontro, que me emocionei muito. Como educadora foi muito legal ver o quanto as famílias estavam ali para passar por aquela experiência, mesmo sem saber exatamente como seria.", comenta Adriana Silveira, pedagoga que acompanhou a gravação. A produção é da BossaNova Films, com direção de Georgia Guerra-Peixe.


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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Varejista pede que pessoas reduzam o estresse

Lidar com as altas exigências da vida moderna e a quase obrigação de estar sempre ligado e produtivo é uma tarefa bastante desafiadora. A Clas Ohlson, rede varejista sueca de lojas da região da Escandinávia com produtos para casa sugere ao público buscar reduzir o estresse no período de festas de final de ano.


A nova campanha criada pela agência sueca King retrata uma visão estressante. O comercial começa mostrando um brinquedo de pelúcia que acaba sendo rasgado ao ser disputado em uma loja. Em seguida, aparece um motorista que dirige rápido para conseguir chegar em casa e com isso, acaba deixando enjoado o Papai Noel que decora o seu carro. Após isso, os biscoitos de gengibre em formato de bonecos são esquecidos no forno e acabam sendo queimados por conta da distração da cozinheira. Por último, temos um boneco de neve que é esfaqueado com uma cenoura (o seu próprio nariz) pelas crianças.

Ao final, a campanha finaliza assinando com a seguinte mensagem: "Reduce the Christmas stress. Solve all your Christmas needs in one place" (Reduza o estresse do Natal. Resolva todas as suas necessidades de Natal em um só lugar). O comercial com direção de Adam Berg será veiculado nos mercados da Suécia, Noruega, Finlândia, Alemanha e Reino Unido. Confira o vídeo da campanha abaixo.



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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Como as escolas acabam com sua criatividade

Esta é uma palestra do Ken Robinson no TED, onde ele sublinha os 3 princípios cruciais para que a mente humana floresça e como a atual cultura da educação trabalha contra isso. Em uma conversa descontraída, ele nos conta como criar um sistema educacional que estimula ao invés de enfraquecer a criatividade.


O especialista em criatividade Ken Robinson desafia a forma como estamos educando nossos filhos. Ele defende uma reformulação total de nossos sistemas escolares, para cultivar a criatividade e reconhecer os vários tipos de inteligência. O autor diz que estamos educando as pessoas para serem menos criativas e cita Pablo Picasso, dizendo que todas as crianças nascem artistas, porém, o problema é fazer com que elas permaneçam artistas enquanto crescemos.

Além disso, ele diz que todo sistema educacional do planeta tem a mesma hierarquia de disciplinas, onde arte e música geralmente têm uma importância maior nas escolas. Na visão dele, o objetivo da educação pública ao redor do mundo é de produzir professores universitários, o que é curioso, uma vez que não devemos colocá-los no topo das realizações humanas. Outro ponto que chama a atenção é sobre o processo de inflação acadêmica, onde ele diz que antigamente pediam que você tivesse um bacharelado para você conseguir trabalhar e nos dias de hoje pedem mestrado e doutorado, ou seja, é um indicativo de que toda a estrutura educacional está mudando e que precisamos repensar a nossa visão de inteligência. E ainda mais, com a explosão populacional e a tecnologia, de repente, diplomas não valem mais nada.

Em sua experiência, também ele nos conta que o sistema foi criado justamente para atender a demanda da industrialização, porque as universidades planejaram o sistema à sua própria imagem. A consequência disso é que muitas pessoas altamente talentosas pensam que não são, porque aquilo que elas eram boas na escola não era valorizado.


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