terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Varejista pede que pessoas reduzam o estresse

Lidar com as altas exigências da vida moderna e a quase obrigação de estar sempre ligado e produtivo é uma tarefa bastante desafiadora. A Clas Ohlson, rede varejista sueca de lojas da região da Escandinávia com produtos para casa sugere ao público buscar reduzir o estresse no período de festas de final de ano.


A nova campanha criada pela agência sueca King retrata uma visão estressante. O comercial começa mostrando um brinquedo de pelúcia que acaba sendo rasgado ao ser disputado em uma loja. Em seguida, aparece um motorista que dirige rápido para conseguir chegar em casa e com isso, acaba deixando enjoado o Papai Noel que decora o seu carro. Após isso, os biscoitos de gengibre em formato de bonecos são esquecidos no forno e acabam sendo queimados por conta da distração da cozinheira. Por último, temos um boneco de neve que é esfaqueado com uma cenoura (o seu próprio nariz) pelas crianças.

Ao final, a campanha finaliza assinando com a seguinte mensagem: "Reduce the Christmas stress. Solve all your Christmas needs in one place" (Reduza o estresse do Natal. Resolva todas as suas necessidades de Natal em um só lugar). O comercial com direção de Adam Berg será veiculado nos mercados da Suécia, Noruega, Finlândia, Alemanha e Reino Unido. Confira o vídeo da campanha abaixo.



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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Como as escolas acabam com sua criatividade

Esta é uma palestra do Ken Robinson no TED, onde ele sublinha os 3 princípios cruciais para que a mente humana floresça e como a atual cultura da educação trabalha contra isso. Em uma conversa descontraída, ele nos conta como criar um sistema educacional que estimula ao invés de enfraquecer a criatividade.


O especialista em criatividade Ken Robinson desafia a forma como estamos educando nossos filhos. Ele defende uma reformulação total de nossos sistemas escolares, para cultivar a criatividade e reconhecer os vários tipos de inteligência. O autor diz que estamos educando as pessoas para serem menos criativas e cita Pablo Picasso, dizendo que todas as crianças nascem artistas, porém, o problema é fazer com que elas permaneçam artistas enquanto crescemos.

Além disso, ele diz que todo sistema educacional do planeta tem a mesma hierarquia de disciplinas, onde arte e música geralmente têm uma importância maior nas escolas. Na visão dele, o objetivo da educação pública ao redor do mundo é de produzir professores universitários, o que é curioso, uma vez que não devemos colocá-los no topo das realizações humanas. Outro ponto que chama a atenção é sobre o processo de inflação acadêmica, onde ele diz que antigamente pediam que você tivesse um bacharelado para você conseguir trabalhar e nos dias de hoje pedem mestrado e doutorado, ou seja, é um indicativo de que toda a estrutura educacional está mudando e que precisamos repensar a nossa visão de inteligência. E ainda mais, com a explosão populacional e a tecnologia, de repente, diplomas não valem mais nada.

Em sua experiência, também ele nos conta que o sistema foi criado justamente para atender a demanda da industrialização, porque as universidades planejaram o sistema à sua própria imagem. A consequência disso é que muitas pessoas altamente talentosas pensam que não são, porque aquilo que elas eram boas na escola não era valorizado.


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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Pombo-correio sobrevive na era da tecnologia

O pombo-correio sobrevive na era da tecnologia. Num mundo tão tecnológico nos dias atuais, onde com apenas um clique falamos com alguém em qualquer lugar, é até difícil a gente imaginar a comunicação por pombos-correio. No entanto, isso ainda existe e a maioria dessas aves são treinadas para competições.


O pombo tem a capacidade inata de retornar ao seu lar, o que significa que, geralmente, ele irá retornar a seu ninho. Acredita-se que é usando a "magnetorecepção" (capacidade de detectar um campo magnético para perceber direção, altitude ou localização. Esse mecanismo ajuda principalmente a desempenhar um papel importante na capacidade de navegação e orientação de diversas espécies de animais, além de ter sido postulada como um método dos animais desenvolverem mapas regionais) para navegar.

Antigamente, os pombos foram muito usados durante a Primeira Guerra Mundial para comunicações no campo de batalha, quando não havia comunicação por rádio, onde levavam recados entre os batalhões. Hoje em dia, já temos algumas alternativas mais sofisticadas como aplicativos de celular ou drones para transmissões de mensagens e espionagem. No Brasil, eles já até foram utilizados com pequenas mochilas (contendo celulares, baterias, chips e ainda cabos USB) para tentar contrabandear celulares para dentro da cadeia. Em alguns casos, os animais estavam exaustos devido ao peso da carga.

Neste documentário chamado "Sobre homens e pombos" sob direção de Guilherme Canton você irá ver como funciona na prática um campeonato paulistano de columbofilia (prática da criação, seleção e cultivo de pombos-correio para competição). Nele, será possível observar que os pombos têm um "instinto natural" parecido com o de aves migratórias, ou seja, a visão privilegiada de localização de pontos de referência com facilidade, além de possuírem também uma orientação pela posição do sol e ainda uma "bússola natural", formada por partículas de magnetita (minério de ferro) no bico.

Há quem diga que alguns criadores de pombos deixam os animais passarem fome ou separam o casal e colocam outro macho na gaiola somente para tentar que o pombo traído volte para casa mais rápido. Atualmente, a criação de pombos-correio ainda existem, porém, de forma bem menos atuante.



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terça-feira, 13 de novembro de 2018

O marketing da loucura: Drogar para lucrar

Os psiquiatras dizem-nos que a forma de resolver os comportamentos indesejáveis é alterando a química cerebral com um comprimido. Porém, ao contrário de um medicamento comum como a própria insulina, os medicamentos psicotrópicos não têm uma doença alvo mensurável para tratar, ou seja, há algo estranho.


E, consequentemente disso, podem transtornar o equilíbrio delicado dos processos químicos que o corpo precisa para funcionar bem. Apesar disso, os psiquiatras e as companhias farmacêuticas têm usado estes medicamentos para criar um mercado enorme e lucrativo. E eles têm feito isto nomeando cada vez mais comportamentos indesejáveis como "perturbações médicas" que requerem medicação psiquiátrica. Diante disso, surge a questão: Será que estes tipos de comportamentos deviam se chamar doenças? 

Ora, como é que os medicamentos psicotrópicos (substância química que age principalmente no sistema nervoso central, onde altera a função cerebral e temporariamente muda também a percepção, o humor, o comportamento e a consciência), sem uma doença alvo, poderes curativos conhecidos e uma lista longa de efeitos secundários se transformam no tratamento indicado para todo o tipo de distúrbios psicológicos? E mais, como é que os psiquiatras que apoiam estes medicamentos conseguiram ganhar essa dimensão toda no campo do tratamento mental? Será que todos nós somos insanos?



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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Um ato de gentileza é capaz de criar uma onda

O curta-metragem começa mostrando uma garota pequena querendo comprar algo especial para seu avô. A menina resolve então levar um bolo para ele. Porém, quando chega o momento de pagar pelo produto no caixa, a avó percebe que ela não teria condições de pagar e, neste hora, acha que é melhor devolvê-lo.


Na sequência, um rapaz que também estava esperando na fila e percebendo que a moça não tinha levado o bolo por questões financeiras, ele resolve levar o produto como uma forma de gentileza e oferecer para a menina. Ao presentear a garota, a avó da menina que estava ao seu lado diz para o rapaz que não havia razões para ele ter ajudado ela. Após isso, o rapaz começa a contar uma lembrança de sua infância de quando ele tinha 7 anos de idade e sua mãe queria comprar um bolo em uma situação bem semelhante.

O objetivo é mostrar que um simples ato de gentileza é capaz de criar uma onda infinita de ações, cujo bem retorna para nós mesmos e isso pode mudar o dia de alguém ou quem sabe até mesmo a vida inteira. A campanha intitulada "Ripple" (Onda, na tradução livre) é exclusivamente dedicada ao atendimento de pessoas que precisam de ajuda e que hoje participam na ação de cuidar e compartilhar ajuda, tendo como missão de incentivar pessoas a doarem seu tempo e recursos para ajudar os menos favorecidos.

A ação é uma iniciativa da Care & Share Movement, campanha de levantamento de fundos e voluntariado liderado pela Comunity Chest, uma organização de Singapura do setor de serviços sociais. Aproveite para também ativar a opção da legenda em português que está disponível no vídeo abaixo.


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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Tenha cuidado com os filtros-bolha na internet

Até que ponto as informações encontradas na internet são as informações que nós precisamos saber? Será que nós apenas conseguimos ver aquilo que "eles" querem que nós enxergamos? Será que estamos isolados em uma bolha de informações? Na palestra de Eli Pariser, ele argumenta fortemente sobre esse cenário.


Ora, quem decide o que é mais ou menos importante e o que não é? Na internet, as forças invisíveis do cotidiano (no caso, os algoritmos) estão por toda parte. À medida em que empresas da web se esforçam para fornecer serviços sob medida para nossos gostos pessoais (incluindo notícias e resultados de pesquisa), acontece uma perigosa e não intencional conseqüência: caímos na cilada dos "filtros-bolha".

Deste modo, esses filtros personalizados podem comprometer o equilíbrio. E, ao invés de consumir uma dieta balanceada de informação, você pode acabar rodeado por "junk food", uma expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico (no caso, informações sem valores) e isso pode se tornar um perigo. Sem perceber, passamos por esta situação todos os dias e estamos cada vez mais isolados em uma rede de uma só pessoa. Em consequência disso, não somos expostos à informações que poderiam expandir a nossa visão de mundo.

As redes sociais, por exemplo, parecem espaços democráticos para troca de ideias. Porém, elas passam para os usuários uma ideia distorcida da realidade. Na palestra do Eli Pariser realizada no TED em 2011, ele nos mostra que definitivamente isso é ruim para nós e para a democracia, até porque precisamos que ela conecte a todos nós (sem que seja feito qualquer tipo de seleção previamente), introduza novas ideias e pessoas, além de apresentar diferentes perspectivas. Aproveite para também ativar a opção da legenda em português que está disponível no vídeo abaixo.



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terça-feira, 30 de outubro de 2018

A vida secreta das árvores de mesma espécie

As árvores conversam, conhecem laços familiares e cuidam de seus filhos? Isso pode estranho demais, porém, o cientista alemão Peter Wohlleben e a cientista Suzanne Simard vêm observando e investigando a comunicação entre as árvores ao longo de décadas e as suas descobertas são bastante surpreendentes.


Se você observar, as árvores são seres bem sociáveis, elas cuidam das suas crias em um lugar que podemos chamar de uma espécie de berçário. As raízes de diferentes espécies estão todas interligadas quando crescem, até porque tudo é um. A maior parte da sua vida se encontra na parte subterrânea. Uma colher de chá de solo pode conter vários quilômetros de fungos que formam a "internet da floresta". A rede de raízes está logo abaixo da superfície da floresta. 

Todas as árvores estão ligadas em uma única rede gigante. Elas também sentem emoções e podem criar laços como um casal, cuidado um do outro, ao invés de competir entre si. O cientista ainda diz que as árvores gostam de ficar próximas uma das outras, levam a vida devagar e amam companhia. Na visão da cientista Suzanne Simard, ela destaca que as árvores estão se certificando de que elas sejam uma produtiva, saudável e vibrante família de árvores.


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