terça-feira, 16 de abril de 2019

Sea Shepherd mostra o som da vida marinha

Mergulhar a 126 metros abaixo do nível do mar pode reservar algumas surpresas bastante misteriosas. O mergulhador francês Guillaume Néry se tornou conhecido por suas extraordinárias performances debaixo d'água. Recentemente, ele publicou um vídeo no Twitter que despertou o espanto de muitos internautas.


O som que emanava estava vindo de um farol colocado no oceano perto de La Rochelle, na França, onde o navio Sam Simon estava atualmente em uma missão de combate a embarcações de pesca que capturam golfinhos em suas redes. No dia seguinte, por meio de um vídeo em sua rede social, o atleta forneceu uma resposta para todas as mensagens que recebeu e explicou que sua ação visava apoiar a ONG Sea Shepherd devido à extensa exploração do ser humano. 

O vídeo é uma combinação de 30 sons de animais morrendo (incluindo uma baleia perfurada por um arpão nas Ilhas Faroé, golfinhos capturados na uma rede de pescadores e uma agitação frenética de milhares de peixes aglutinados em redes de arrastão), explica a associação de defesa de animais marinhos em um vídeo publicado em seu site. A iniciativa além de ser um alerta do oceano, também tenta sensibilizar e mostrar a vulnerabilidade da vida marinha. Através desta mensagem, a ONG pede a todos para reduzir o consumo de peixe, lembrando que, segundo as Nações Unidas, se nada for feito para evitar a sobrepesca, os estoques de peixes entrarão em colapso em 2048. A campanha é da agência TBWA-Paris.



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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Políticos devolvem as milhas das passagens?

De acordo com os dados públicos disponíveis nos portais do Senado e da Câmara, os deputados federais e senadores brasileiros viajam, em média, cerca de duas vezes por semana de seus Estados de origem para o Distrito Federal em Brasília e de volta para casa, em voos pagos com dinheiro público exclusivamente.


As milhas geradas por esses voos costumam ser usadas em benefício próprio. O projeto vai gerar pressão na classe política para que essas milhas sejam usadas por quem realmente precisa viajar, seja por motivo de saúde ou para representar o Brasil em torneios esportivos, entre outras razões relevantes.

Por isso, no mês do consumidor, o instituto Reclame AQUI em parceria com a agência Grey lançou mais um projeto com o objetivo de pressionar deputados e senadores sobre um direito que é do cidadão: Milhas do Povo. E para divulgar essa iniciativa, o humorista Maurício Meirelles foi ao Congresso Nacional questionar alguns parlamentares sobre este tema. Em um vídeo disponibilizado nas redes sociais do Reclame AQUI e do humorista, Maurício pressiona alguns deputados e senadores, de diversos partidos, para que devolvam suas milhas à população.

Usando a hashtag #milhasdopovo, a população pode (e deve) pressionar os políticos nas redes sociais. O projeto completo está no website, onde qualquer brasileiro pode solicitar milhas para viajar, desde que apresente um motivo relevante. Os pedidos são avaliados por advogados do Instituto Reclame Aqui e, se aprovados, podem ser abraçados por qualquer político. Por isso, o instituto Reclame AQUI compromete-se, inclusive, a divulgar os nomes de todos os congressistas que se engajarem no projeto. 


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segunda-feira, 25 de março de 2019

A garrafa de água potável à venda por 99,90

Na última sexta-feira (22) foi celebrado o Dia Mundial da Água. E para mostrar sua importância, a agência Publicis Brasil lançou a campanha intitulada "O valor da água" para lembrar o valor desse recurso natural. Em pontos de venda da rede foram espalhados estrategicamente cartazes informando o preço da água.


O fato curioso é que a garrafa de 510 ml de água mineral custava R$ 99,90, o que acabou surpreendendo os consumidores que circulavam pelo estabelecimento. O objetivo da campanha é lembrar que atualmente apenas 3% da água é potável e que, segundo um estudo da ONU (Organização das Nações Unidas), 45% da população mundial ficará sem água até 2025, o que a torna ainda mais valiosa até mesmo do que o próprio petróleo.

Além disso, a empresa se prontificou para mostrar que se importa com a água, pois também aproveitou o momento para informar aos seus consumidores que já reduziu 20% o consumo de água em suas lojas e programas de racionamento. Agora, a companhia está desenvolvendo embalagens sustentáveis para a água de sua marca própria. Ao final, o Carrefour faz um alerta: "Se a gente não usar água com consciência hoje, vai pagar um preço alto demais amanhã". Confira a ação no vídeo logo abaixo.


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sábado, 16 de março de 2019

A idiocracia e o seu efeito de emburrecimento

Este é uma abertura do filme de comédia de ficção científica chamada "Idiocracia" feito pelo diretor e roteirista americano Mike Judge. Ele conta a história de duas pessoas que participam de um experimento científico militar de hibernação que dá errado, e eles despertam quinhentos anos no futuro, em 2505.


Nele, descobrem que o mundo agora vive numa sociedade distópica em que a publicidade, o marketing, o consumismo, o mercantilismo e anti-intelectualismo cultural funcionam de forma desenfreadamente e que a pressão disgênica (estudo dos fatores que produzem a acumulação e perpetuação de genes defeituosos e desvantajosos em proles de uma população ou espécie específica) resultou em uma sociedade humana uniformemente estúpida, insensível ao meio ambiente, desprovida de responsabilidade social, curiosidade intelectual, e noções coerentes de justiça e direitos humanos.

Isso porque no começo do século XXI, a evolução humana estava num ponto de retrocesso. A seleção natural, o processo no qual o mais forte, esperto e mais rápido se reproduzem em maior número do que o resto, num processo que anteriormente favorecia as características mais nobres do homem, agora começa a favorecer características diferentes. A maior parte dos cientistas previa um futuro mais civilizado e inteligente. Porém, com o passar do tempo, as coisas começaram a tomar um rumo no sentido contrário.

E como a evolução não recompensava necessariamente a inteligência dos indivíduos e sem predadores naturais para diminuir a manada, a recompensa foi para aqueles que se reproduziam mais e os inteligentes viraram uma espécie em perigo. Abaixo temos um estudo de caso com a comparação entre dois casais, um dotado com o quociente de inteligência alto e o outro mais baixo para mostrar as diferenças entre eles.


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quinta-feira, 7 de março de 2019

Toda a verdade: O lado negro do Facebook

Quinze anos após ter sido lançado, o Facebook é, provavelmente, a empresa mais poderosa do mundo. E apesar do seu fundador dizer que a missão da empresa é ajudar a conectar as pessoas em todo mundo, uma série de escândalos recentes colocaram em xeque sua credibilidade e os problemas da rede social.


O documentário intitulado "O lado negro do Facebook" mostra como funciona o trabalho dos moderadores de conteúdos e como a empresa decide o que se pode ver na plataforma, quem ou o que pode ter voz on-line (ou seja, se não é decidido pela maioria, logo, não temos democracia). Com milhões de arquivos sendo carregados todos os dias, estas decisões têm consequências de longo alcance.

Desde violência explícita, bullying, abuso infantil, automutilação até os calorosos discursos de ódio, este documentário revela como o Facebook lida com conteúdos radicais, contas protegidas (como governos, organizações de notícias e algumas páginas populares) que cometem infrações acima do limite permitido pela própria empresa sem que sofram qualquer tipo de punição, pois geram muitas receitas e a censura seletiva para evitar que as pessoas percam o interesse na rede. 

Neste sentido, surge a questão: Estaria o Facebook colocando o lucro antes da segurança? Ao contrário de outros meios de comunicações, há pouca regulação na restrição do que pode aparecer na rede social. Portanto, conforme o investidor Roger McNamee relata para nós, a decisão de apagar ou ignorar, fica por conta inteiramente da companhia.

Além disso, ele nos conta que o Facebook compreendeu que as pessoas nos extremos são mais valiosas, porque elas podem provocar muitas vezes 50 ou 100 pessoas. Neste ponto, surge outra questão: Por que não enviar o conteúdo às autoridades ao invés de apenas remover ou reter uma cópia dessas imagens (para formar novos moderadores como a empresa relata na teoria ou talvez para construir um banco de dados mais complexo sobre o seu histórico de cada indivíduo futuramente). Ao final, Roger McNamee (mentor do Mark Zuckerberg) diz que quando se fala em liberdade de expressão, o modelo de negócio da empresa está ligado ao fato de poderem publicar o que quiserem.


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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Globeleza troca o Carnaval para assistir séries

Vejam só, quem diria que algum dia iríamos ver a eterna musa da televisão brasileira, Valéria Valenssa (ex-Globeleza) trocando o carnaval da avenida para "maratonar" as suas séries preferidas no sofá de casa. De pijama e ainda enrolada através de um cobertor, a musa prova que existem diversas maneiras de foliar.


Criado pela agência DPZ&T, a nova campanha da Netflix resolveu usar um tom descontraído para recriar as famosas vinhetas que eternizaram a musa do Carnaval. O vídeo exclusivo intitulado "Maratonei" criado para a marca mostra de forma bem-humorada o universo do Carnaval de quem preferiu ficar em casa, curtindo as séries da plataforma de streaming.

A letra diz: "Maratonei. Essa série eu já zerei. Eu já zerei. Na vida eu sou rainha, meu trono é o sofá e até deitada eu vou sambar. Como já fazia Pedro Álvares Cabral. Eu rodo o mundo nesse sonho digital. Navego num menu de esplendor. Descobrindo o apogeu do cobertor. Nem percebi, raiou o dia. O décimo episódio é pura magia. Faço origami com sua "Casa de Papel". Aqui no Narcos o Pablito foi pro céu. Maratonei. Essa série eu já zerei. Eu já zerei. Olhando da janela é bloco, é frevo, é axé. Maratonando sem perder o samba no pé".

A parte curiosa é que a musa aparece revezando em alguns cenários, como no sofá, na cama e até mesmo sentada num vaso sanitário no banheiro de sua casa para destacar a dependência e o quanto estão viciados nesse modelo como seus próprios usuários. E tudo isso para conseguir assistir por completo as suas séries favoritas. Confira o samba enredo da Nação Maratonense no vídeo abaixo.



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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Será que dois robôs poderiam se apaixonar?

E então, será que dois robôs programados por inteligência artificial poderiam se apaixonar? Partindo deste questionamento, a agência MullenLowe, de Singapura, com foco no "Valentine's Day" (Dia dos Namorados) celebrado na última quinta-feira (14), fez um experimento para a marca de creme dental da Closeup.


O propósito do experimento era descobrir se através da proximidade e com tempo suficiente, dois chatbots com inteligências artificiais em diferentes plataformas poderiam se apaixonar. Neste caso, um smartphone e um tablet. O primeiro, chamado Sol, um robô desenvolvido com o uso da Microsoft Bot Framework. O segundo, Num, usando o Amazon Lex. Nisto, os dois foram colocados para conversar ao vivo no Youtube. E detalhe, cada robô usando a linguagem de forma diferente com base em suas "robô-personalidades".

Segundo a agência, durante a fase de testes, a conversa entre os dois robôs era previsível e a equipe se perguntou se o experimento era ambicioso demais. Porém, com o passar do tempo, os robôs começaram a conversar mais fluentemente um com o outro e após conversar por quase 12 horas, Sol declarou seu amor por Num. Ao final, o experimento finaliza com a mensagem dizendo que se dois robôs podem se apaixonar, então há esperança para o resto de nós. Confira o vídeo abaixo onde é apresentado essa iniciativa.



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