quinta-feira, 26 de março de 2020

As estradas desertas e o distanciamento social

A prioridade da montadora da Nissan sempre foi mostrar o lado do desenvolvimento de uma tecnologia de mobilidade que permita às pessoas dirigir de certa maneira com mais inteligência, incentivando todos a pegar o volante e desfrutar de uma experiência de condução única, inovadora, imersiva e sem paralelo.


No entanto, em tempos atuais como esses, com a pandemia de COVID-19 (Coronavírus) tomando o mundo globalmente e mudando por completo nosso ambiente, a marca por sua vez, então decidiu fazer o inverso, incentivando os motoristas a ficarem em casa, pois deste modo é mais seguro. Certamente essa campanha é sem precedentes para uma marca automotiva dizer às pessoas para não dirigirem.

A campanha intitulada "Ode to Empty Roads" da Nissan criada pela agência TBWA/Raad, de Dubai, revela uma poderosa mensagem de esperança, apoio e o desejo em busca de algo que traga satisfação. Nele, a montadora apresenta estradas que cruzam desertos sendo tomados pela areia devido ao pouco uso, além de ruas vazias, sem veículos. Na sequência, mostra uma casa luxuosa enquanto os portões se fecham à sua frente. Ao final, a mensagem: "Stay home, stay safe" (Fique em casa, fique seguro) aparece quando um homem examina a cidade do topo de um prédio à noite refletindo sobre a vida e se isso tudo faz sentido.



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terça-feira, 17 de março de 2020

Segredos de fotografia usados na propaganda

Você costuma pensar que as fotos daqueles lanches de fast-food bastante apetitosos e quer visitar alguns restaurantes para comer um delicioso hambúrguer se baseando pelo que está nas fotos? Pois bem, neste vídeo do Ideias Incríveis você irá conhecer alguns segredos de fotografia que são usados na propaganda.


A maioria das pessoas sabem que é muito difícil tirar fotos atraentes dessas comidas rápidas. É por isso que os especialistas em marketing têm muitos segredos e usam diversas técnicas para criar as melhores fotos. Além disso, os fotógrafos que são especializados em fotografar alimentos substituem alguns ingredientes das comidas por espuma de barbear, cola branca e spray para cabelos.

Você ficará surpreso com as descobertas, pois o molho de queijo geralmente é substituído por cola, até porque ela fica melhor nas fotos e é mais fácil trabalhar com esse material. Além disso, quando você se deparar com uma foto de cereais com leite, lembre-se de que o leite é substituído por cola. A razão disso é que os cereais devem permanecer na superfície, enquanto as fotos estão sendo tiradas. 

Por sua vez, os cubos de gelo são substituídos por pequenos cubos de plástico em refrigerantes ou sucos industrializados. Já as frutas vermelhas são cobertas com spray para cabelos, pois isso adiciona brilho a elas e fazem ficar com uma aparência fresca. Além disso, os fotógrafos também cobrem os morangos com batom vermelho e assim eles ficam parecendo bem mais bonitos e atraentes.

É muito difícil fazer uma bela fotografia de um prato com macarrão. Por esse motivo, os fotógrafos cobrem o macarrão com xarope de glicose para que ele fique mais atrativo. Já as batatas fritas parecem bem diferentes na vida real. Por isso, há todo um processo de como fazer as batatas fritas parecerem mais apetitosas: esponja de cozinha e palitos de dente são usados ​​para garantirem um bom visual das batatas fritas na hora de tirar uma boa foto. Confira os truques usados na propaganda no vídeo abaixo.


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sexta-feira, 13 de março de 2020

A precarização do trabalho pelos aplicativos

O trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais cresce no mundo todo. No entanto, o avanço da chamada "Gig Economy", fenômeno também bem conhecido no Brasil por "uberização", vem despertando debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada dia mais conectada.


A tecnologia está mudando a forma como lidamos com a demanda por serviços e também com a relação das pessoas com o trabalho. Na chamada "uberização" da economia, você não precisa ter um carro para ser transportado pela cidade e o motorista não possui um patrão. Porém, o quanto isso precariza e intensifica o trabalho em si? Qual é a obrigação das empresas, quase todas de tecnologia, que exploram esses serviços muitas vezes se valendo de brechas na legislação? Qual o risco que nós queremos assumir para que nossas necessidades sejam atendidas de uma forma mais barata?

O documentário intitulado "Gig: A Uberização do trabalho" traz de forma bastante didática um debate importante sobre a forma de trabalho atual e lança um olhar sobre o crescimento dos aplicativos como o próprio Uber e das plataformas que fazem a mediação entre prestadores de serviço e consumidores finais. Ele debate ainda como esse modelo pode gerar a precarização e a intensificação do trabalho.



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segunda-feira, 2 de março de 2020

Poderia imaginar um mundo sem aplicativos?

Lembra da vida antes dos aplicativos? Foi uma época em que possuíamos mapas em papel, conhecíamos números de telefone e marcávamos encontros com pessoas próximas. Agora, o que aconteceria se todos os aplicativos de repente apenas fossem apagados dos seus dispositivos? É exatamente o que a Apple imagina.


Nele, um novo funcionário da Apple se encontra no centro de dados da sede da companhia em Cupertino, na Califórnia. Enquanto procura por uma tomada para plugar o seu dispositivo (uma coisa duvidosa em uma sala de servidores), ele então acaba desconectando todos os servidores, resultando no desaparecimento de aplicativos em dispositivos da marca em todo o mundo, iniciando uma crise global instantânea.

No Instagram, uma jovem fica na rua gritando por "Selfies" e oferecendo retratos físicos de si mesma para pessoas que passam ao redor. Já no Waze, aparecem motoristas que, por estarem tão condicionados neste estado, parecem que perderam a capacidade de direção, ou ler mapas, colidindo uns com os outros, embora todos pareçam escapar bem dessas falhas com segurança. Em seguida, um grupo de viajantes tenta invadir uma casa, enquanto os proprietários dizem que sua residência não é um Airbnb.

No centro de cirurgia plástica, cirurgiões oferecem troca de rostos, enquanto no mercado negro da App Store, se encontram pessoas vendendo discos físicos do iTunes de um lado, e no outro, é possível ver uma mesa de Candy Crush, onde os usuários simplesmente esmagam os doces e uma cabana do Tinder com supostos pretendentes. Ao final, a companhia finaliza com a mensagem: "Continue fazendo aplicativos. O mundo está dependendo de você". A trilha sonora se chama "All Right" de Christopher Cross.



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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

O garoto que encontrou o fantasma de seu pai

Em 2014, um usuário do Youtube mais conhecido como "00WARTHERAPY00" comentou em um vídeo que falava sobre como os jogos podem ser uma experiência espiritual. A história do menino que encontrou o "fantasma" do pai em um jogo de corrida, ganhou a internet, chegando até o cineasta John Wikstrom.


O usuário conta que quando ele tinha 4 anos de idade, o seu pai havia comprado um Xbox e que tiveram muita diversão jogando todos os tipos de jogos juntos, até que um dia em que o seu pai morreu quando ele tinha apenas 6 anos. Após isso, ele diz que não conseguiu mais tocar naquele videogame por 10 anos, pois afirma que quando o seu pai morreu, perdeu também a vontade de jogar em seu Xbox para não se lembrar dos momentos de diversão que passava com o pai, que não voltariam mais.

No entanto, quando o jovem conseguiu ligar o console para entrar no jogo de corrida chamado "RalliSport Challenge", no primeiro Xbox, o garoto notou algo curioso e descobriu que os tempos do pai ainda estavam registrados e que podia disputar corridas contra o "fantasma" dele. Nisto, ele ficou jogando tanto que um dia conseguiu ficar na frente dele, ultrapassou e parou na linha de chegada só para ter certeza de que não iria apagá-lo. Para ele, essa foi uma verdadeira experiência espiritual de jogar novamente com o seu pai. Aproveite para ativar as legendas em português no curta-metragem logo abaixo.


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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Comercial caseiro do clássico temaki de miojo

A empresa fictícia criada pela agência Dentsu é a mais recente campanha da Nissin. O vídeo destaca os 11 sabores que compõem a linha da marca. A ideia da comunicação é inspirada nas combinações estranhas que o brasileiro cria, como esfiha de chocolate, sorvete de creme com bacon ao sacolé de champanhe.


De acordo com a Gabriela Prudêncio, gerente de marca da Nissin Foods, ela diz: "O entretenimento é uma importante estratégia para o nosso público do mundo digital. Queremos alavancar cada vez mais ações como essas que geram buzz e comoção na web. Além de mostrar a versatilidade do nosso produto, que pode ser consumido de diversas maneiras, basta usar a criatividade".

"Lançamos vídeos propositalmente caseiros para instigar o público. Foi divertido acompanhar a interação das pessoas, questionando a veracidade do Temakiojo do Clélio. Muita gente ficou com vontade de experimentar", explica Filipe Cuvero, vice-presidente de Criação da Dentsu Brasil. O resultado da ação foi que na primeira semana, os vídeos no canal Clélio's Temakiojo no Instagram e no Youtube, alcançaram mais de três milhões de visualizações e 14 mil comentários. A estratégia da campanha contou com ações de influenciadores no Twitter e no Instagram. Confira a proposta no vídeo logo abaixo.



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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Qual é o preço de acessar uma internet limpa?

Quando você resolve publicar alguma coisa na internet, você tem certeza de que sua publicação continuará lá? O documentário chamado "The Cleaners" mostra uma nebulosa e escondida indústria de "zeladores digitais", onde a internet se livra do que não gosta, como violência, pornografia e os conteúdos políticos.


Milhões de imagens e vídeos são carregados na internet todos os dias, porém, raramente vemos conteúdos chocantes e perturbadores na rede social. Conscientizar ou censurar? Empresas decidem o que fica online e também o que deve ser retirado de circulação. Ora, quem está controlando o que nós vemos e o que nós pensamos, uma vez que as nossas decisões impactam o pensamento de 2 bilhões de pessoas?

No sombrio submundo da internet, os documentaristas Hans Block e Moritz Riesewieck nos mostram um olhar sobre essa indústria virtual responsável por fazer limpezas digitais, apagando e definindo por conta própria quais conteúdos que ficam visíveis online. Existem dezenas de milhares de pessoas fazendo esse tipo de trabalho (a maioria são filipinos e 90% deles são cristãos) e obviamente, tudo feito em segredo. A terceirização desse serviço deveria ser preocupante nas sociedades democráticas.

De acordo com quem realiza esse tipo de trabalho, diz que o objetivo diário é moderar cerca de 25 mil imagens por dia (ou seja, é como entrar para o livro dos recordes), além de permanecer anônimo por causa de um contrato assinado. Confira o impacto psicológico desse tipo de trabalho e como a limpeza digital influencia o que todos nós vemos e pensamos. Aproveite para também ativar a opção da legenda em português que está disponível no vídeo abaixo.



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