quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Discurso bastante atual em tempos modernos

Estamos vivenciando um momento político intenso, no qual a povo brasileiro clama por um país melhor. E mais atual do que nunca, o discurso de Charles Chaplin lançado em 15 de outubro de 1940, o comediante faz uma sátira ao nazismo, o fascismo e os seus maiores propagadores, Adolf Hitler e Benito Mussolini.


Ele foi também o primeiro filme falado de Chaplin. Na ocasião de seu lançamento, os Estados Unidos ainda não tinham entrado na Segunda Guerra Mundial. Em seu discurso, ele destaca algo bem importante, onde precisamos resgatar os valores humanos, as diferenças culturais, os valores de justiça, paz, solidariedade e compaixão que são universais.

No trecho do seu discurso, ele diz: "Desculpem-me, mas eu não quero ser um Imperador, esse não é o meu objetivo. Eu não pretendo governar ou conquistar ninguém. Gostaria de ajudar a todos, se possível, judeus, gentios, negros, brancos. Todos nós queremos ajudar-nos uns aos outros, os seres humanos são assim. Todos nós queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria alheia. Não queremos odiar e desprezar o outro. Neste mundo há espaço para todos e a terra é rica e pode prover para todos.

O nosso modo de vida pode ser livre e belo, porém perdemos o rumo. A ganância envenenou a alma dos homens, e barricou o mundo com ódio; ela colocou-nos no caminho da miséria e do derramamento de sangue. Nós desenvolvemos a velocidade, mas sentimo-nos enclausurados. As máquinas que produzem abundância têm-nos deixado na penúria. O aumento dos nossos conhecimentos tornou-nos cépticos (aquele que duvida de tudo); a nossa inteligência, empedernidos (insensíveis) e cruéis.

Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. O avião e o rádio aproximaram-nos. A própria natureza destas invenções clama pela bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Mesmo agora a minha voz chega a milhões em todo o mundo, milhões de desesperados, homens, mulheres, crianças, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Para aqueles que me podem ouvir eu digo: "Não se desesperem". O sofrimento que está entre nós agora é apenas a passagem da ganância, a amargura de homens que temem o progresso humano."



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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Reflexão profunda sobre o Pálido Ponto Azul

Esta é uma das reflexões mais profundas já idealizadas por um cientista. Este é o "Pale Blue Dot" (Pálido Ponto Azul), de Carl Sagan. É aqui, é a nossa casa, somos nós. Nele, todos a quem ama, todos a quem conhece, qualquer um sobre quem você ouviu falar, cada ser humano que já existiu, viveram suas vidas.


O conjunto da nossa alegria e nosso sofrimento, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas confiantes, cada caçador e coletor, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e camponês, cada jovem casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada professor de ética, cada político corrupto, cada "superestrela", cada "líder supremo", cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali - em um grão de pó suspenso num raio de sol.

A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica. Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, pudessem ser senhores momentâneos de uma fração de um ponto. Pense nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores de um canto deste pixel aos praticamente indistinguíveis moradores de algum outro canto, quão frequentes seus desentendimentos, quão ávidos de matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.

As nossas posturas, a nossa suposta auto importância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são desafiadas por este pontinho de luz pálida. O nosso planeta é um grão solitário na imensa escuridão cósmica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós próprios.

A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que abriga vida. Não há outro lugar, pelo menos no futuro próximo, para onde a nossa espécie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda não. Gostemos ou não, a Terra é onde temos de ficar por enquanto. Já foi dito que astronomia é uma experiência de humildade e criadora de caráter. Não há, talvez, melhor demonstração da tola presunção humana do que esta imagem distante do nosso minúsculo mundo. Ele destaca a nossa responsabilidade de sermos mais amáveis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o "pálido ponto azul", o único lar que conhecemos até hoje.


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terça-feira, 9 de outubro de 2018

A essência do ser humano: O poder de escutar

Há um enigma filosófico antigo e famoso, cuja pergunta é: "Se uma árvore cai na floresta e ninguém está por perto para ouvir, ainda assim ela produz um som?". Partindo deste experimento mental, William Ury explica como escutar é fundamental, e geralmente negligenciado, como metade de sua comunicação.


Vivemos em uma era chamada de a Idade da Comunicação, onde pessoas estão conectadas e boa parte tem acesso a diversos tipos de dispositivos móveis para enviar mensagens de texto, áudio e vídeo e, no entanto, parece que há uma desconexão da era conectada. Neste sentido, se pergunta: Quanto realmente está se escutando com essa quantidade de interrupção e distração? Na palestra do William Ury no TEDxSanDiego, ele nos mostra sua paixão em ajudar as pessoas a atingir o "sim" em negociações ou conflitos.

Além disso, o palestrante fala que pelo simples fato de escutar, o humor pode mudar completamente. E isso ajuda-nos a construir um relacionamento, a confiança, conectar com outro ser humano, além de ficar mais aberto ao outro, pois isso mostra que nos importamos, até porque todos querem ser ouvidos. Através da escuta é que podemos nos colocar no lugar dela para sintonizarmos na frequência do outro. Com isso, podemos observar os seus sentimentos e as suas necessidades subjacentes.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Seja mais do que uma estrelinha. Doe órgãos.

Para estimular a doação de órgãos, a SBT do BEM, plataforma de responsabilidade social do SBT, foi buscar inspiração em uma das explicações mais conhecidas e lúdicas, que as pessoas dão aos pequenos quando perdem alguém querido, para mostrar que cada um pode fazer a diferença no mundo sendo um doador.


O conceito da campanha criada pela agência WMcCann em parceria com a produtora da O2 Filmes para o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado dia 27 de setembro, mostra que um dia todos vão virar "estrelinhas no céu", porém se adotarem essa atitude tão importante e nobre, podem tornar-se um agente real e transformador para salvar vidas.

De acordo com a gerente de marketing do SBT, Priscila Stoliar, elz diz que "As campanhas de estímulo à doação de órgãos costumam ser desafiadoras, pois precisam estimular tanto o indivíduo a se declarar como doador, como também gerar engajamento por parte de sua família, ao mesmo tempo em que aborda um assunto delicado que envolve a perda de alguém. Nesta ação entendemos que a utilização de uma linguagem leve e lúdica, como acontece no universo infantil que resultaria em um tom mais humanizado, que sensibiliza a população."

Utilizando um ponto de vista emocional, o filme mostra uma criança que, ao perceber que sua mãe está cabisbaixa, a questiona sobre o que aconteceu. A mãe responde que o papai virou uma estrelinha. A partir daí, a menina passa a procurar a estrelinha, olhando o céu da janela de seu quarto, desenhando uma estrela no papel, ou tentando procurar a tal estrelinha usando uma luneta. Ao final, mãe e filha encontram uma jovem e se emocionam muito. Na cena, podemos perceber que a garota possui uma tatuagem de estrela, mostrando que foi ela quem recebeu o órgão doado do pai.



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terça-feira, 25 de setembro de 2018

E afinal, o que estamos realmente ingerindo?

O documentário chamado "What the Health" que é um trocadilho com a expressão norte-americana "What the hell" (Que inferno é esse, na tradução livre) faz uma crítica sobre o impacto na saúde do consumo de carne e laticínios, além de questionar as práticas das principais organizações farmacêuticas e de saúde.


O objetivo do movimento é defender uma dieta baseada em vegetais em respeito aos direitos dos animais. No documentário é investigado as principais organizações de saúde sobre doenças cardíacas e de câncer, sendo elas as grandes causadoras de morte na América. Com ajuda de médicos, pesquisadores e defensores do consumidor, o documentário "What the Health" expõe a corrupção no governo e nas grandes empresas que estão nos custando trilhões de dólares em assistência médica e nos deixando doentes. 

Produzido e dirigido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, o documentário tenta descobrir por que esses grupos estão em silêncio, apesar de evidências crescentes. De um lado estão os defensores, generalizando que os carboidratos não provocam diabetes e sim os alimentos gordurosos (sobretudo, em carnes processadas) são os que estão detonando a saúde da humanidade e que o leite faz mal para consumo.

De outro lado, estão aqueles que acham absurdas as ideias propagadas pelo documentário, que não têm embasamento científico algum em sua maioria, que as evidências apresentadas são tendenciosas e mal fundamentadas, que todos os entrevistados são veganos e, portanto parciais, que nutricionistas mal foram ouvidos, que "LowCarb" (dieta baseada em uma redução do consumo de carboidratos) salva vidas e não adoece como é mencionado. Diante disso, surgem algumas questões: Afinal, quem tem a razão? O que presta e o que não presta? Aproveite para tirar a sua própria conclusão no vídeo logo abaixo.



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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Ressonância, nós somos seres de frequência

Nós todos somos afetados pela torre de telefonia celular e muitos tipos de câncer que se produzirão ainda não acorreram. Em meados dos anos 80, no máximo 3% das estavam usando celular, porém, com o passar do tempo, esse consumo cresceu rapidamente até os dias de hoje quando quase 100% utilizam celulares.


Qual o risco que isso envolve? O documentário dirigido por James Russel chamado "Ressonância" fala sobre a descoberta da frequência-base do planeta Terra (7,83 Hz) e sobre do perigo que se corre ao tentar modificar esta frequência artificialmente. Foi provado como a causa do desaparecimento das abelhas é fruto da exposição das colônias aos campos eletromagnéticos. Da mesma forma, a extinção de espécies de árvores se deve também à ação destrutiva combinada de nano partículas e ondas eletromagnéticas.

A descoberta das proteínas criptocromo demonstrou como a vida está indissoluvelmente ligada ao campo natural eletromagnético terrestre. Modificar esse invisível e delicado suporte da própria vida no planeta representa uma ameaça irreversível de incrível alcance: o próprio DNA comunica através de frequência eletromagnética. A metalização da biosfera por meio de rastros químicos, a monstruosa proliferação de antenas para diferentes finalidades militares ou civis, as chamadas mega-instalações de "pesquisa" como o HAARP, a difusão nefasta e forçada de sistemas wi-fi.

O documentário revela pela primeira vez os verdadeiros mecanismos pelos quais a tecnologia de telefonia móvel pode causar câncer. E como, cada um de nós reage à maior mudança ambiental jamais ocorrida no planeta. Com a chegada da humanidade, atingiu-se uma incrível relação, que a ciência está apenas começando a compreender. Não só estamos circundados por frequências naturais, como também estamos preenchidos por elas. Nossas células comunicam através de frequências eletromagnéticas. Nossos cérebros emitem uma corrente constante de frequências e nosso DNA fornece instruções usando ondas de frequência. Sem elas, não poderíamos existir por mais que um segundo. 

Esse equilíbrio levou bilhões de anos para se aperfeiçoar. No entanto, nos últimos 25 anos, a harmonia foi alterada, e alterada de forma dramática. A humanidade mergulhou num oceano de frequências artificiais. Elas estão em toda parte, preenchendo o ar e abafando a ressonância natural da terra. A olho nu, parece que o planeta é o mesmo. No entanto, no nível celular, trata-se da maior mudança que a vida na terra jamais enfrentou, e cujos efeitos estamos apenas começando a ver e a sentir.


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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A propaganda na Segunda Guerra Mundial

Pode se dizer que o fim de uma guerra é uma época de comemoração. Porém, o fim da Segunda Guerra Mundial foi uma época de tristeza com terríveis perdas de vida e também de fé. Em que as pessoas iriam acreditar agora? Na Alemanha, no Japão e em outros lugares, as crenças das pessoas foram destruídas.


Elas antes deveriam pensar certas coisas e depois deveriam pensar de forma diferente. O documentário é sobre como o mundo mudou de novo em 1945 e como o fim da guerra na Europa trouxe novos aliados e inimigos. O mesmo ocorreu no Pacífico e na América do Norte em uma época de amor, ódio e propaganda. Dentro do quadro de crise, o nazismo introduziu na luta política uma arma poderosa: a propaganda.

Desde sua autobiografia "Mein Kampf" (em português: Minha luta) quando Hitler disse que havia aprendido muito com os métodos dos comunistas, porém não com sua doutrina, os nazistas levaram muito a sério suas propagandas, que impressionavam e se motivavam com a força de sua organização. Hitler e os nazistas se esforçavam em familiarizar sobre os assuntos políticos, teatralizá-los e musicá-los, atraindo delírio e adoração. Ao final, tantos anos depois e ainda vivemos em uma época de amor, ódio e propaganda.


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