terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Paulo Guedes da vida real falando de economia

Tendo em vista o cenário econômico atual, o Burger King convocou quem mais entende de economia, os Paulo Guedes da vida real, para comunicar a novidade. A campanha criada pela agência David São Paulo utiliza do bom humor para promover o lançamento de seis opções de sanduíches que estão em promoção.

"Temos em nosso posicionamento um tom leve e divertido de comunicar as nossas novidades, por meio de campanhas que sejam disruptivas e inovadoras. Para contar ao público sobre a nossa nova promoção, encontramos uma maneira de mostrar que poder aproveitar os seus sabores preferidos, em diferentes opções de sanduíches e pelo valor de R$9,90 é um ótimo investimento", ressalta Thais Souza Nicolau, diretora de marketing do Burger King no Brasil.

Para Rafael Donato, vice-presidente de criação da agência David São Paulo, "todo brasileiro tem seu lado economista, que cuida do orçamento, toma medidas necessárias, e sabe quando investir em algo que vale a pena, como um lanche no BK. Por isso fomos atrás dos Paulos Guedes da vida real, que sem meias palavras, e com muita competência, mostram o que é economizar no Brasil de hoje", finaliza.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Os zumbis modernos na sociedade do cansaço

Este ensaio-filme envolve o fenômeno do cansaço em nossas sociedades capitalistas e seus sintomas como depressão, esgotamento e burnout. A artista visual Isabella Gresser tece as observações cinematográficas, fotográficas que fez na Coreia e Berlim com textos falados e trechos de palestras de Byung-Chul Han

No documentário, o filósofo traz algumas discussões sobre sociedade disciplinar, sociedade do controle, sociedade do cansaço e sociedade da transparência. Além disso comenta sobre Hegel, Peter Handke, Wim Wenders, conversa com o diretor de cinema Park Chan-wook, fala de sua juventude e visão atual sobre Berlim e Seul, além de destacar também as reflexões que Han faz acerca dos suicídios na Coreia.

O autor diz que quando você pisa no metrô é que você começa entender a definição de o que é uma sociedade do cansaço em seu estado terminal, onde os vagões do metrô parecem "vagões-leito", onde as pessoas conseguem dormir na volta para casa, pois na Coreia, por exemplo, você pode encontrar pessoas dormindo em todos os lugares, a qualquer hora do dia, num sinal evidente que elas lutam contra um sentimento de exaustão permanente.

Na sequência, o artista faz uma analogia com os animais marinhos que estão em alerta constante mesmo quando estão dormindo, porque precisam garantir a entrada de água suficiente por suas brânquias, pois se sufocam se não nadam. Após isso, completa dizendo que é possível que no futuro as pessoas trabalhem mesmo dormindo, como atuns ou tubarões, em um tipo especial de sistema multitarefa. Neste sentido, ele levanta uma questão: As pessoas vão querer parar de dormir e sonhar porque não são mais eficientes o suficiente? Aproveite para ativar as legendas em português no vídeo logo abaixo.

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sábado, 9 de janeiro de 2021

A uberização do trabalho na era do Big Brother

trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais cresce no mundo todo. No entanto, o avanço da chamada "Gig Economy", fenômeno também bem conhecido no Brasil por "uberização", vem despertando debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada dia mais conectada.

A tecnologia está mudando a forma como lidamos com a demanda por serviços e também com a relação das pessoas com o trabalho. Na chamada "uberização" da economia, você não precisa ter um carro para ser transportado pela cidade e o motorista não possui um patrão. Porém, o quanto isso precariza e intensifica o trabalho em si? Qual é a obrigação das empresas, quase todas de tecnologia, que exploram esses serviços muitas vezes se valendo de brechas na legislação? Qual o risco que nós queremos assumir para que nossas necessidades sejam atendidas de uma forma mais barata?

O documentário intitulado "Gig: A Uberização do trabalho" traz de forma bastante didática um debate importante sobre a forma de trabalho atual e lança um olhar sobre o crescimento dos aplicativos como o próprio Uber e das plataformas que fazem a mediação entre prestadores de serviço e consumidores finais. Ele debate ainda como esse modelo pode gerar a precarização e a intensificação do trabalho.

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Futuro com olhar de um astronauta americano

Para comemorar os seus 200 anos, a agência AlmapBBDO criou um filme para a Johnnie Walker, marca de whisky escocês pertencente à Diageo, que conta com a participação do astronauta norte-americano John Olivas, de 55 anos, que ficou por um tempo isolado no espaço, e mostra uma cinematográfica reentrada na atmosfera em referência aos nossos sentimentos de esperança para quando tudo isso passar.

O filme acompanha a jornada de um casal de astronautas que retorna ao planeta ao mesmo tempo que milhares de outras cápsulas. Traz uma mensagem de otimismo e nos leva a imaginar um futuro cheio de esperança. A visão de Olivas é, na verdade, uma referência ao que iremos sentir quando tudo que estamos vivendo passar, afinal, para muitos 2020 também foi um ano de isolamento. O conceito "Os próximos 200 anos estão apenas começando. Keep Walking" fortalece com teor de positivismo sobre o futuro cheio de possibilidades.

O roteiro mostra toda a jornada de volta à Terra, com uma grande produção. Imagens da galáxia, a tensão no rosto dos astronautas, a contagem regressiva, tudo é retratado no filme, até que a cápsula espacial finalmente pousa com segurança e então se inicia uma nova história. As cenas espaciais foram parcialmente gravadas em estúdio, usando um painel de LED para simular cenas do espaço, a mesma tecnologia usada em longas metragens como "Gravidade" e depois compostas com imagens geradas por computador. Já as externas aconteceram no litoral de São Paulo.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Os vaga-lumes estão de volta neste fim de ano

O banco do Bradesco resolveu trazer de volta os vaga-lumes das campanhas de final de ano. A campanha criada pela agência Publicis em parceria com a produtora Zombie Studios traz novamente os tradicionais vaga-lumes de 2018 e 2019 para fechar a trilogia desta vez com o mote: "Em 2021, volte a brilhar".

A peça resgata personagens que já estiveram nas histórias dos anos anteriores. A campanha retrata que quando a incerteza e o medo crescem, e a escuridão começa a tomar conta, os vaga-lumes surgem para resgatar o brilho interior de cada um. Uma luz que traz de volta a esperança e a alegria de viver. 

2020 foi um ano de muitos aprendizados, e nada mais importante neste momento do que nos fortalecermos e relembrarmos nossa capacidade de reinventar o futuro. Desde 2018, as mensagens do Bradesco de fim de ano vêm sendo transmitidas através de filmes de animação em 3D que trazem histórias de desafios e superações. 

O terceiro da série não é diferente. Neste filme ele nos mostra como, diante do inesperado, fomos desafiados a olhar pra dentro de nós mesmos e encontramos novas motivações para expressarmos o nosso brilho. A trilha sonora se chama "Heal the World", de Michael Jackson. Confira no vídeo abaixo.


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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

As trilhões de perguntas e nenhuma resposta

Basicamente, o objetivo central do Google era apenas organizar as informações de todo o mundo e torná-las universalmente úteis e acessíveis. 20 anos depois, nós percebemos que agora de acordo com o fundador do Google, ele diz: "Google não se trata de mais um motor de busca, se trata da criação de um Deus". 

Os algoritmos da busca do Google são como um segredo muito bem guardado ao nível da "receita da Coca-Cola", porque como diz um próprio funcionário da companhia, se contasse as pessoas poderiam manipulá-los. E através dos algoritmos, podemos encontrar as informações mais relevantes, de preferência no topo dos resultados da primeira página, já que a segunda página (bem como a biblioteca) é um local raramente visitado por seres humanos.

Além disso, a Cathy Edwards, VP de busca, diz que a empresa faz mudanças nos algoritmos de busca em média seis vezes por dia, o que nos leva a outras questões como qual peso está sendo atribuído em relação à quantidade e qualidade, originalidade, relevância e quem decide o que é melhor para uma determinada pessoa (de acordo com as suas próprias diretrizes)?

Por exemplo, uma busca de qualidade, porém de uma fonte que demora para carregar, links quebrados, "fake news" (notícias falsas), discurso de ódio, conteúdo violento ou sexual, dentre outras questões podem ser ruins para a plataforma, uma vez que, a velocidade de milissegundos de uma consulta é um fator importante. Neste sentido, surge outra questão: Quais resultados foram ocultados pra que não vejamos num nível de censura? Agora, quando trata-se de saúde, a companhia diz que prioriza o conhecimento de fontes oficiais em vez de relevância.

Além disso, o documentário mostra que pequenas mudanças de palavras podem mudar o significado do que dizemos, por exemplo: "Race Horse" ao invés de "Horse Race", o que nos dá a sensação de que a máquina entende os usuários através da Deep Rank (classificação profunda) em seus códigos.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

A frequência pode mudar gosto da sua cerveja

Estudos da universidade de Harvard e Oxford apontam que é possível alterar a percepção de sabor através do som, aguçando o nosso paladar em diferentes sentidos. Sons em frequências altas deixam os alimentos mais doces, enquanto sons em frequências mais baixas trazem à tona o amargo. E você, acredita nisso?

A agência AQKA criou uma experiência para deixar o sabor de qualquer cerveja mais amargo através da música. O experimento contou com a participação de grandes nomes da música eletrônica, como Vintage Culture, Kvsh, Marta Supernova, BADSISTA, Gabto, Gui Borato, Zoppelar, RHR e também da Malka. E para os consumidores que desejarem fazer o teste em casa, as frequências foram disponibilizadas no hotsite.

"Beck's é uma cerveja que quebra paradigmas e dessa vez estamos ampliando o poder de escolha do consumidor que pode alcançar o sabor que ele prefere, em qualquer lugar, até mesmo quando Beck's não está presente!. Ao desenvolver essa ação, fomos observando que se tratava de um experimento social, além de uma campanha de marca. Por isso, convidamos o público a ficar atento às nossas redes sociais para conferir mais reacts e vivenciar testes e formas diversas de experimentação", diz diz Rodrigo Peirão, gerente de marketing da cerveja Beck's.

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