quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Olhar aprofundado sobre o nosso inconsciente

A cem anos atrás, uma nova teoria sobre a natureza humana foi divulgada pelo austríaco Sigmund Freud. Ele dizia ter descobertos forças primitivas, sexuais e agressivas ocultas no fundo das mentes de todos os seres humanos. Forças que, se não controladas levariam indivíduos e sociedades ao caos e à destruição.


Porém, o centro da história além do Freud, temos também o seu sobrinho Edward Bernays que é quase desconhecido hoje em dia, porém, ele é quase tão importante para o século 20 quanto seu tio. Porque Bernays foi a primeira pessoa a pegar as ideias de Freud sobre os seres humanos, e usá-las para manipular as massas. Ele mostrou as corporações americanas pela primeira vez como elas poderiam fazer as pessoas quererem coisas que elas não precisam ao associar bens de consumo aos seus desejos inconscientes.

Disto viria uma nova idealização política de como controlar as massas. Ao satisfazer os desejos egoístas das pessoas se pode fazê-las felizes, e portanto dóceis. Foi então o começo do "eu" consumista que viria a transformar o nosso mundo moderno. Se você observar, desde o nosso nascimento nós sofremos inúmeros condicionamentos. O tempo todo tem alguém tentando te convencer de alguma coisa, seja para incentivar ao consumo desenfreado sem necessidade, ou até mesmo para validar ideias e comportamentos.

O documentário chamado "Idioma Desconhecido" traz uma investigação sobre o nosso inconsciente, e toda vulnerabilidade social que ele traz. O filme conta com 15 entrevistados, entre eles os músicos Marcelo Yuka e Otto, o ator e humorista Gregório Duvivier, o artista plástico Eduardo Marinho, o escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, a psicóloga e hipnóloga Gilda Moura, e o psicanalista Pedro de Santi.


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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A história da informação e a ordem invisível

Estamos cercados por ordem. Durante os últimos 300 anos, nós desenvolvemos novas e incríveis maneiras de utilizar a energia, e usamos essa habilidade para transformar o nosso ambiente ao redor. No entanto, existe um outro tipo de ordem invisível, tão complexa quanto, que estamos apenas começando a entender.


Este é um documentário chamado "A história da informação" escrito e dirigido por Nic Stacey, apresentado pelo professor Jim Al-Khalili e produzido pela emissora BBC que aborda a evolução da descoberta do poder dos símbolos e como a humanidade deu um grande salto no aprendizado das técnicas de transmissão e armazenamento das informações. E como a escrita, códigos e computadores iriam revolucionar o nosso entendimento do universo.

À primeira vista, a informação parece ser uma ideia bastante simples. Ela existe por todo o nosso mundo. Nossos cérebros estão cheios dela e constantemente a trocamos uns com os outros. Porém, a informação foi um dos conceitos mais difíceis e sutis que a ciência teve que desvendar. Entendê-la e utilizá-la têm sido um processo extremamente longo e difícil. O poder da informação seria inicialmente vislumbrado a mais de 5000 anos atrás, quando uma tecnologia revolucionária foi desenvolvida e colocaria em curso o mundo moderno.

O documentário percorre pelo processo de tecelagem, do mecânico francês Joseph-Marie Jacquard, onde cartões perfurados eram utilizados para tecer padrões de forma programada, passando pela invenção do telégrafo e também do código morse pelo Samuel Morse que deu um novo sentido ao processamento e à transmissão de informações por meio de seu alfabeto de bips.

Em meio a um enigma sobre o movimento das moléculas e a criação de ordem exposto pelo físico James Clerk Maxwell, esses estudos acabaram servindo como base para o matemático Alan Turing trazer à sociedade os seus algoritmos computacionais que marcaram o nascimento da era dos computadores. Além disso, o documentário também enfatiza o valor à evolução e à manutenção dos meios de comunicação, tornando-os, como já dito no estudo de Marshall McLuhan, as próprias extensões do ser humano.


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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Amazon e as falhas de sua assistente digital

O Super Bowl é um evento que apresenta a publicidade mais cara da televisão mundial. Os patrocinadores desembolsam grandes quantias para exibirem as suas propagandas no intervalo. Além disso, também é o dia que tem o segundo maior consumo de comida nos Estados Unidos, só atrás do Dia de ação de graças.


Neste contexto, visando alcançar uma grande faixa de espectadores durante a partida final do Super Bowl que acontecerá no domingo (3), a Amazon resolveu recrutar alguns amigos famosos para testar suas novas tecnologias que falharam através de sua assistente digital, a Alexa. O conceito é mostrar que a cada ano, a Alexa está conseguindo ganhar mais habilidades e aumentar a sua presença em um número cada vez maior de dispositivos móveis. No entanto, o que é possível notar é que algumas de suas ideias para os produtos Alexa parecem que não foram bem planejadas.

O enredo do comercial começa mostrando duas pessoas conversando sobre o sistema da Amazon, uma falando que nem sabia que existia também um assistente digital nos micro-ondas e a outra dizendo que ainda existem muitas falhas em seus dispositivos. Na sequência, Forest Whitaker descobre que ouvir um podcast em sua escova de dentes elétrica não é tão fácil, enquanto Harrison Ford se demonstra irritado com a ideia da coleira de cachorro da Alexa que fica pedindo comida toda vez que o seu cachorro late. 

Em seguida, Ilana Glazer e Abbi Jacobson tentam relaxar em uma banheira de hidromassagem que mais parece um Echo Dot, da Amazon, só que em tamanho real. E os contratempos só pioram quando Mark e Scott Kelly, da Nasa, acidentalmente desligam a eletricidade da Terra de uma estação espacial.



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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

O mundo Coca-Cola: Água, açúcar e marketing

Conheça a história por trás da bebida mais consumida até mesmo que a água, o seu poder de influenciar comportamentos inserindo o estilo de vida norte-americano, a relação com a política e a influência em fatos históricos do século XX que fazem a Coca-Cola ser muito mais do que uma empresa de bebidas.


Usando a história da marca comercial mais bem sucedida da história mundial, "The Cola Conquest" é uma examinação reveladora da cultura popular na América e da exportação do mercantilismo americano em todo o mundo. Como um líquido composto basicamente por água com açúcar pode transformar culturas e influenciar a vida de bilhões de pessoas? 

Neste documentário, você irá descobrir, de fato, como uma poção inicialmente medicinal, inventado por um farmacêutico dependente de morfina, transformou-se na bebida mais adorada em todo o planeta. E mais, você irá conhecer as estratégias de marketing desde a invenção do Papai Noel até às gigantescas campanhas internacionais que fazem a Coca-Cola ser consumida mais de 900 milhões de vezes por dia, e saiba como você pode ter sido influenciado por ela, sem nem ter se dado conta.

Começando sua investigação em 1895, o documentário traça a evolução da oferta e demanda comercial, e como esta dinâmica foi criada e moldada através de um século de urbanização e industrialização em massa. Além disso, também é feito uma crítica de abertura aos olhos da cultura do consumismo global, o seu enorme sucesso da exportação americana e como isso criou um comercialismo pop universalmente abraçado em todos os cantos mais distantes do mundo.


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Precisamos refazer a internet que conhecemos

Atualmente, as redes sociais são praticamente um segundo documento de identidade, ou seja, se você não participar de determinada plataforma, muitas vezes, isso é um sinônimo de total isolamento. No entanto, você já pensou como é que seria se você deletasse os seus perfis na rede e levasse uma vida diferente?


Na palestra realizada no TED pelo Jaron Lanier, considerado o pai da realidade virtual e uma das maiores referências e críticos do Vale do Silício, ele diz não ter conta em nenhuma rede social e deixa bem claro sobre o por quê: "Evito as redes sociais pela mesma razão que evito as drogas". Você pode perceber que os maiores líderes da área de tecnologia geralmente são "low profile" (ou seja, possuem estilos discretos e chamam pouca atenção), apesar de estarem à frente de tudo o que está ocorrendo.

O motivo disto ainda continuar acontecendo é porque estão viciados nesse modelo como seus próprios usuários. Segundo ele, as bases da internet foram fundamentadas em um modelo de negócio regido pelas propagandas. Os anúncios, nossos velhos conhecidos das mídias tradicionais, ganharam uma nova dimensão à medida que a internet se desenvolvia. O que antes era apenas a exposição de um produto, agora é uma engrenagem de algoritmos que modificam o comportamento de milhões de pessoas diariamente. E o pior: sem que quase ninguém perceba disso.

Neste sentido, temos os dispositivos que controlam nossas vidas, monitoram nossos dados e nos alimentam de estímulos. Parece familiar? Nesta palestra visionária, Lanier fala que precisamos criar uma cultura em torno da tecnologia que seja bonita e ao mesmo tempo também profunda e significativa para que possamos compreender esse erro e desfazê-la. Ao final, ele complementa: "Não podemos ter uma sociedade na qual, se duas pessoas desejam se comunicar, a única maneira que pode acontecer é se ela é financiada por uma terceira pessoa que deseja manipulá-las".


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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

A comovente história de um patinho na Disney

Há um lugar onde toda a magia da Disney, os seus contos encantadores, suas histórias incríveis, existe para valer: a Disneyland Paris. Esta saga épica, que mistura amor, humor e coragem, é dirigida a todos aqueles grandes e pequenos que cresceram com um ídolo da Disney que eles ainda desejam um dia conhecer.


A nova campanha intitulada "Where Magic Gets Real" (Onde a mágica se torna real) da Disneyland Paris criada pela agência BETC conta a história de um filhote de pato que acidentalmente encontra uma revista em quadrinhos do Pato Donald e logo se torna fã do personagem, até mesmo mesmo recriando suas poses.

No entanto, com a chegada do inverno, ele é obrigado a migrar com sua família para regiões mais quentes, só que a revista é pesada demais para ele levar junto e acaba caindo no lago no momento da partida. Após uma tempestade, eles pousam em um novo lugar até então ainda desconhecido, e ao amanhecer, o filhote descobre que está na Disneyland, deixando ele muito alegre. A trilha sonora se chama "The Impossible Dream" do musical chamado Man of La Mancha.

A Disneyland Paris, originalmente Euro Disney Resort, é um resort de entretenimento em Marne-la-Vallée, uma cidade planejada localizada 32 km a leste do centro de Paris, sendo a atração mais visitada em toda a França e Europa. O resort (segundo parque da Disney a abrir fora dos Estados Unidos) cobre uma área de 19 km² e compreende dois parques temáticos, alguns hotéis resort, um complexo de compras, alimentação e entretenimento e um campo de golfe, além de alguns locais de entretenimento. O local foi projetado especificamente para seguir o modelo estabelecido pelo Walt Disney World na Flórida.


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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Nós estamos criando um oceano de plástico?

Você já ouviu falar na Ilha de Plástico no Pacífico? Está sabendo que ela é 16 vezes o tamanho de Portugal? Pois bem, na websérie chamada Mares Limpos você irá ver como um movimento focado exclusivamente em empoderar o indivíduo é capaz de transformar o mundo através dos pequenos gestos do cotidiano.


O verdadeiro pulmão do mundo está em todo lugar espalhado por 70% da superfície do planeta. Mais da metade do oxigênio que respiramos vem dos pequenos vegetais que absorvem gás carbônico da atmosfera e fazem fotossíntese. Assim como a grama em um pasto, os plânctons são a base de todos os ecossistemas marinhos.

A estimativa é que 8 milhões de toneladas de lixo estão indo parar nos oceanos a cada ano, o que equivale a um caminhão de lixo cheio de plástico sendo despejado a cada minuto. A websérie veio para colocar o assunto da poluição dos oceanos no centro do debate da conscientização ambiental para mostrar que a limpeza dos oceanos precisa estar atrelada aos temas urgentes do desenvolvimento sustentável para mostrar na prática os verdadeiros impactos da poluição marinha.

Em 32 anos, os oceanos vão abrigar mais plástico do que peixes e 100% dos animais marinhos terão se alimentado ou sofrido com as consequências do lixo no mar. A reciclagem do plástico é uma solução? A websérie idealizada pela defensora da campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente e ativista ambiental, Fe Cortez, veio pra compartilhar os anseios de um mundo todo feito pelo plástico. 


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