quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

As consequências das ações humanas no Ártico

Todos os dias, no Oceano Ártico, muitas espécies que lutam para sobreviver estão sendo ameaçadas cada vez mais pelas consequências das ações humanas. A mudança climática impôs inúmeras mudanças nos habitats naturais dos animais e também está ameaçando o equilíbrio dos ecossistemas marinhos do Ártico.

No entanto, sempre se pensa que o principal problema desta situação é somente quanto ao derretimento das geleiras, porém é muito mais do que isso. Por isso, a World Wildlife Foundation (WWF) e o estúdio canadense Linetest lançaram a campanha "Less noise, more life" (Menos ruído, mais vida), uma animação que explica mais sobre os grandes perigos que as baleias-da-groenlândia enfrentam no mar Ártico e o que está por trás do derretimento das geleiras.

E a medida que o gelo marinho recua devido à mudança climática, mais e mais áreas do Oceano Ártico estão se abrindo para a navegação, exacerbando uma situação já terrível. O objetivo desta campanha é incentivar todos a agirem rapidamente, além de promover uma causa e aumentar a conscientização sobre o impacto do progresso humano na vida animal, pois a poluição sonora apenas piora uma situação fora de controle. Narrado pela atriz e ativista canadense Tantoo Cardinal, a campanha conta uma história de mais de 200 anos do passado, presente e futuro e visualiza o impacto da poluição sonora subaquática na vida animal. A direção é de Scott Jonsson e Hao Chen.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Dar o exemplo é a melhor maneira de educar

Para lembrar que o esporte e o futebol podem ser exemplo de educação e de respeito pela liberdade, igualdade e inclusão, a agência Havas, de Lisboa, criou a campanha para a Anistia Internacional, em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no Dia Internacional da Não Violência nas Escolas.

A campanha traz o discurso do técnico de futebol da seleção de Portugal. O filme começa com uma palestra de Fernando Santos, que se torna viral depois de cair em aplicativos de mensagens e redes sociais. Numa rara oportunidade de ouvir as palavras que o técnico transmite aos jogadores, percebemos que não é só a vitória que importa, devemos também dar o exemplo, pois tudo o que fazemos dentro de campo influencia em toda parte.

O objetivo da campanha é mostrar que o futebol, os atletas e os agentes esportivos podem ser um exemplo para a sociedade. Um exemplo de educação e de respeito pela liberdade, igualdade e inclusão. Um exemplo de educação para os valores humanos, que repudia qualquer tipo de violência ou discurso de ódio dentre ou fora das quatro linhas.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Segredo inusitado da nova banda foi revelado

De Boas, a nova linha de lámen da Nissin Foods, ganhou uma nova campanha digital bem inusitada criada pela agência DentsuMcGarryBowen para que a proposta do produto de relaxar e não se preocupar seja propriamente enaltecida, afinal a marca leva mais uma vez sabor e praticidade para rotinas corridas. 

A nova campanha avança para o surrealismo ao propor que três bichos-preguiça (bonecos impecavelmente idênticos aos animais) protagonizem o filme através de uma banda intitulada "The Boas Band" da gravadora fictícia "Sloth Records" que na narrativa estreia com um remix do sucesso dos anos 1980, "True".

"Os três novos produtos ampliam o portfólio de lámen da empresa, reforçando a proposta de tornar os pratos ainda mais práticos e saborosos, para que a refeição também seja um momento de relaxar", conta Ana Fossati, gerente de Marketing da Nissin Foods. "O conceito, que já vem embarcado no nome, faz uso da irreverência e da música para que o consumidor de Nissin tenha uma combinação de sentidos, e obviamente, a diversão, já na comunicação do lançamento."

"Consumidores e fãs da Nissin conversam com o extraordinário e o inesperado da comunicação da marca. Entendemos que a linha De Boas e seus atributos seriam perfeitamente representados pelo ambiente musical, tanto em vídeos de propaganda quanto em conteúdo, no formato de videoclipe. Tudo num ritmo pop da música "True", que traz tranquilidade e foi materializada e interpretada pela banda De Boas, com produção da gravadora Sloth Records (sloth é a palavra inglesa para bicho-preguiça)", explica Filipe Cuvero, vp de criação da DentsuMcGarryBowen.

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

O poder da criatividade através dos desenhos

Com a proposta de retratar o poder transformador da criatividade na vida das pessoas através do desenho, a Faber-Castell lançou a campanha "Um desenho, uma história". Criada pela agência Recheio Digital, a iniciativa conta com 24 episódios no Youtube da marca, um livro digital de histórias e conteúdos no Instagram produzidos a partir de histórias reais compartilhadas por consumidores da marca.

O primeiro episódio conta a história da atriz e influenciadora Giovanna Ewbank, e revela a importância de um desenho especial para a sua família. O vídeo da campanha convida pessoas comuns a compartilharem suas próprias histórias com um desenho que tenham marcado a sua vida. Para participar, as pessoas devem enviar seus relatos pelas redes sociais com a hashtag #UmDesenhoUmaHistoria. 

As melhores histórias compartilhadas com a hashtag, até 15 de março, serão transformadas em novos episódios e divulgadas toda quarta-feira, além de ilustrar o livro digital e fazer parte de um mural de histórias inspiradoras no Instagram da marca. 

"Com essa iniciativa, iniciaremos um novo ciclo no posicionamento da marca, em que nosso propósito esteja cada vez mais explícito e reforçado: despertar o poder transformador da criatividade. Para isso escolhemos começar com histórias de pessoas reais e ligadas ao desenho, um território bem estabelecido da marca. Com isso, queremos dar protagonismo aos nossos consumidores e inspirar mais pessoas a usarem o desenho para despertar sua criatividade", ressalta Flavia Giordano, head de Marketing da Faber-Castell.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Paulo Guedes da vida real falando de economia

Tendo em vista o cenário econômico atual, o Burger King convocou quem mais entende de economia, os Paulo Guedes da vida real, para comunicar a novidade. A campanha criada pela agência David São Paulo utiliza do bom humor para promover o lançamento de seis opções de sanduíches que estão em promoção.

"Temos em nosso posicionamento um tom leve e divertido de comunicar as nossas novidades, por meio de campanhas que sejam disruptivas e inovadoras. Para contar ao público sobre a nossa nova promoção, encontramos uma maneira de mostrar que poder aproveitar os seus sabores preferidos, em diferentes opções de sanduíches e pelo valor de R$9,90 é um ótimo investimento", ressalta Thais Souza Nicolau, diretora de marketing do Burger King no Brasil.

Para Rafael Donato, vice-presidente de criação da agência David São Paulo, "todo brasileiro tem seu lado economista, que cuida do orçamento, toma medidas necessárias, e sabe quando investir em algo que vale a pena, como um lanche no BK. Por isso fomos atrás dos Paulos Guedes da vida real, que sem meias palavras, e com muita competência, mostram o que é economizar no Brasil de hoje", finaliza.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Os zumbis modernos na sociedade do cansaço

Este ensaio-filme envolve o fenômeno do cansaço em nossas sociedades capitalistas e seus sintomas como depressão, esgotamento e burnout. A artista visual Isabella Gresser tece as observações cinematográficas, fotográficas que fez na Coreia e Berlim com textos falados e trechos de palestras de Byung-Chul Han

No documentário, o filósofo traz algumas discussões sobre sociedade disciplinar, sociedade do controle, sociedade do cansaço e sociedade da transparência. Além disso comenta sobre Hegel, Peter Handke, Wim Wenders, conversa com o diretor de cinema Park Chan-wook, fala de sua juventude e visão atual sobre Berlim e Seul, além de destacar também as reflexões que Han faz acerca dos suicídios na Coreia.

O autor diz que quando você pisa no metrô é que você começa entender a definição de o que é uma sociedade do cansaço em seu estado terminal, onde os vagões do metrô parecem "vagões-leito", onde as pessoas conseguem dormir na volta para casa, pois na Coreia, por exemplo, você pode encontrar pessoas dormindo em todos os lugares, a qualquer hora do dia, num sinal evidente que elas lutam contra um sentimento de exaustão permanente.

Na sequência, o artista faz uma analogia com os animais marinhos que estão em alerta constante mesmo quando estão dormindo, porque precisam garantir a entrada de água suficiente por suas brânquias, pois se sufocam se não nadam. Após isso, completa dizendo que é possível que no futuro as pessoas trabalhem mesmo dormindo, como atuns ou tubarões, em um tipo especial de sistema multitarefa. Neste sentido, ele levanta uma questão: As pessoas vão querer parar de dormir e sonhar porque não são mais eficientes o suficiente? Aproveite para ativar as legendas em português no vídeo logo abaixo.

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sábado, 9 de janeiro de 2021

A uberização do trabalho na era do Big Brother

trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais cresce no mundo todo. No entanto, o avanço da chamada "Gig Economy", fenômeno também bem conhecido no Brasil por "uberização", vem despertando debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada dia mais conectada.

A tecnologia está mudando a forma como lidamos com a demanda por serviços e também com a relação das pessoas com o trabalho. Na chamada "uberização" da economia, você não precisa ter um carro para ser transportado pela cidade e o motorista não possui um patrão. Porém, o quanto isso precariza e intensifica o trabalho em si? Qual é a obrigação das empresas, quase todas de tecnologia, que exploram esses serviços muitas vezes se valendo de brechas na legislação? Qual o risco que nós queremos assumir para que nossas necessidades sejam atendidas de uma forma mais barata?

O documentário intitulado "Gig: A Uberização do trabalho" traz de forma bastante didática um debate importante sobre a forma de trabalho atual e lança um olhar sobre o crescimento dos aplicativos como o próprio Uber e das plataformas que fazem a mediação entre prestadores de serviço e consumidores finais. Ele debate ainda como esse modelo pode gerar a precarização e a intensificação do trabalho.

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