quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Comerciante usa filho em propaganda de Natal

A Hafod Hardware, uma pequena loja de ferragens em Rhayader, no país de Gales, que abriu as portas em 1895 e pertence à mesma família deste então, lançou o seu anúncio de Natal que está repercutindo muito na mídia britânica. O objetivo do comercial é incentivar as pessoas a comprarem de produtores locais.


Curiosamente, a campanha custou somente 100 libras (cerca de 550 reais, sendo que boa parte do valor foi para o cantor da música usada no comercial para ser produzido), valor muito mais alto se comparado ao custo do anúncio da rede de lojas britânica John Lewis: 7 milhões de libras. O vídeo feito pela loja de família é protagonizado pelo menino Arthur Jones, de apenas dois anos, tem conquistado muitos elogios nas redes sociais e já pode ser considerada com uma das melhores do ano.

Com menos de dois minutos de duração, o anúncio começa mostrando o pequeno Arthur saindo da cama e se dirigindo até a loja, onde irá realizar diversas atividades, desde varrer o chão até embrulhar presentes. E tudo isto acontece ao som de um cover de "Forever Young", de 1984, interpretado pela cantora norte-americana Andrea von Kampen. Ao final, o texto completa "Be a kid this Christmas".

O dono da loja e responsável pelo vídeo, Tom Jones, diz que o objetivo era fazer o melhor anúncio de Natal do ano. Ele ainda diz: "Os comentários até agora têm sido incríveis" e complementa "Fazer o vídeo com o meu filho foi uma experiência que vou recordar para o resto da vida. Ele é um garoto tão esperto e mentiria se dissesse que foi difícil convencê-lo a representar".



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terça-feira, 26 de novembro de 2019

A sátira e irreverência às novelas mexicanas

Para apresentar os seus novos temperos de coentro e pimenta que são sabores característicos das regiões norte e nordeste do Brasil e também mostrar a reformulação de sua embalagem do macarrão instantâneo "Nosso sabor", da Nissin, a agência Dentsu Brasil resolveu fazer uma sátira através das novelas mexicanas.


Baseado no bom humor e em vez de ser um anúncio que usa os clichês da novela, as cenas foram filmadas e redubladas com falas propositalmente fora de contexto para criar um efeito cômico, enquanto aborda a mudança de embalagem e as novas composições dos temperos. Com uma linguagem divertida, a campanha é composta por sete filmes que serão veiculados na TV aberta, rádio e digital.

A campanha é resultado de um profundo estudo sobre o público-alvo do produto, que revelou que novela é um dos tipos de entretenimento mais consumido, assim como o humor. Então, a marca buscou um formato inovador que reunisse o apelo desses dois conteúdos com as novidades da marca. A produção é da Damasco Filmes com direção de Los Cabras. Segundo a agência, todos os dubladores utilizados na produção são de estados do Nordeste, para trazer ainda mais identificação na região.



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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O futuro da humanidade através da tecnologia

Estamos ficando confortáveis com o reconhecimento facial. Desbloqueando nossos telefones, pulando filas em aeroportos e até mesmo destrancando portas de entrada. No entanto, toda essa conveniência está nos cegando para o quão arriscado essa tecnologia na verdade é, e como tem sido usada sem percebermos.


Jaron Lanier, um dos maiores conhecedores de realidade virtual no mundo, mostra que o mundo se tornou mais escuro, tendo em vista que a maneira como os humanos respondem mais intensamente é com o medo ou através da raiva, porque quando estão nesse estado elas prestam atenção. Além disso, ele nos conta que criamos toda uma civilização baseada em iludir uns aos outros.

Clare Garvie, pesquisadora do uso da tecnologia de reconhecimento facial, por sua vez, nos mostra que a América está mais perto de um estado de vigilância chinês do que a maioria de nós imagina. E para evitar isso, ela diz que nós precisamos implementar restrições legais no uso do reconhecimento facial para que possamos ter nosso direito a privacidade, o anonimato em público e o direito a liberdade de expressão.

Ela ainda destaca três pontos de preocupações sobre o uso da tecnologia. O primeiro, trata-se do modo como os agentes da lei usam o reconhecimento facial, viola o nosso direito ao devido processo legal. O segundo ponto é sobre as imperfeições nas fotografias para detectar rostos, uma vez que o algoritmo tem encontrado dificuldades em encontrar qualquer um e não trouxe nenhum resultado. E por último, se fala sobre o preconceito, pois colocando simplesmente, alguns desses algoritmos, as máquinas pensam que todos os negros são mais parecidos do que pessoas brancas.

Ora, o que podemos perceber é que nossa cultura está enviando uma clara mensagem de obsolescência humana. Diante disso, surge algumas questões: Se nós vamos ser superados pela inteligência artificial e não seremos mais necessários, então porque estamos aqui? Pois é, parece que depois de muitas décadas tentando construir computadores mais inteligentes e algoritmos, percebemos que o melhor modelo estava em nossas cabeças o tempo todo: o cérebro humano.



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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Toda a verdade: Uber, os contornos do sucesso

Em 2009, nasceu uma nova ideia que mudou a forma como milhões de pessoas se deslocam. O serviço de viagens compartilhadas Uber, entrou em cena. Atualmente, é uma das marcas mais conhecidas do mundo. Apesar da sua popularidade, a empresa continua apresentando um prejuízo de 1,2 bilhão de dólares.


Apesar do investimento e há 10 anos neste mercado, nenhum dos investidores teve um retorno financeiro real, isso porque não é nada rentável. Na busca pelo domínio, Richard Jacobs (ex-analista de segurança da Uber) diz que a empresa criou um conjunto de ferramentas de softwares e técnicas secretas por pessoas que tinham estado na CIA e FBI em uma sede central de estratégia global conhecida como Divisão de Operações de Ameaças em São Francisco para lutar contra reguladores e adversários, que incluem táxis, outros rivais e até mesmo autoridades governamentais.

Uma das ferramentas secretas da Uber batizada coincidentemente de "Hell" era de um software criado para forçar a concorrência (no caso, o Lyft, nos EUA) a ir à falência, roubando os seus condutores para obter vantagem comercial. Outra ferramenta chamada "Ripley" eliminada à distância os dados da empresa nos discos rígidos, caso fosse solicitado alguma investigação do governo ou até mesmo um rival de outro país. A terceira ferramenta era um programa espião chamado "Greyball" feita para enganar os reguladores enquanto a empresa tentava entrar no mercado australiano, ou seja, a Uber podia ligar os smartphones das outras pessoas para lhes apresentar uma versão diferente da aplicação.

A quarta ferramenta intitulada "Surfcam" era usada para recolher informação dos condutores a empresas rivais. O curioso disso é ver a expressão da diretora da Uber Austrália ao ser questionada sobre o uso dessas ferramentas. Para a professora adjunta, Sarah Kaine, diz que não tratar os condutores como funcionários é essencial para o lucro da Uber. Confira o documentário completo na íntegra no vídeo abaixo.



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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

O poder da imaginação das crianças no Natal

Estamos começando a ver uma tendência, os profissionais de marketing estão percebendo que, quando se trata de presentes, a mágica está na própria caixa. Baseado nisso, a FedEx apresenta sua campanha "What we deliver by delivering" de festas de final de ano, criada pela agência BBDO, de Nova Iorque, nos EUA.



A FedEx entrega milhões de pacotes em todo o mundo todos os dias. Porém, a empresa também afirma entregar imaginação para coincidir com o Natal. Com direção de Noam Murro, a campanha neste ano se concentra nos consumidores que enviarão e receberão pacotes durante a temporada de festas.

O filme intitulado "Gift Box" (caixa de presente), captura o lado emocional da entrega, ilustrando como não se trata das embalagens, mas do que isso significa para as pessoas. O enredo conta a história de uma jovem menina e como uma simples caixa da FedEx aciona sua imaginação através de uma nave especial, transformando sua manhã de Natal em uma experiência mágica. Além disso, a marca ainda lembra aos espectadores as possibilidades que a FedEx permite não apenas durante as férias, mas todos os dias.



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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Homenagem ao John Carpenter no Halloween

Talvez nem todos saibam, porém, a cerveja Budweiser e a máquina de escrever estavam ao lado de John Carpenter (criador de uma das maiores franquias de filmes de terror) no processo de criação ao escrever o filme na década de 1980. Baseado nisso, a agência Africa lançou um filme relembrando essa história.


O filme foi produzido para homenagear o escritor e mostrar que a cerveja Budweiser também serve de inspiração para outras histórias de cinema. Além da peça, aproveitando o Halloween de Dia das Bruxas, a campanha contou com uma exibição especial do clássico "Halloween II" ao ar livre no Copan, em São Paulo, e do mesmo jeito que um dos clássicos do terror foi escrito: com uma Budweiser na mão.

Para garantir o ingresso que aconteceu na última quinta-feira (31), as pessoas precisavam se dirigir à Video Connection (Avenida Ipiranga, 200 - República), uma das últimas locadoras vivas de São Paulo, e pedir pela fita do filme. Além da entrada para o cinema, as pessoas também receberam uma cerveja Budweiser. A ação aconteceu horas antes da exibição começar, das 18h às 20h. Confira o filme no vídeo logo abaixo.


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terça-feira, 22 de outubro de 2019

HP questiona nosso equilíbrio da vida digital

Uma recente pesquisa chamada "The Real Report" da HP realizada em parceria com a agência Goodby Silverstein e Partners, com sede em San Francisco, na Califórnia, evidenciou que a maioria das pessoas na América do Norte (63%) acredita que as suas vidas físicas e digitais estão atualmente desequilibradas.


A ideia é examinar as relações que as pessoas têm com suas telas e tecnologias, ou seja, os aspectos bons e ruins. O estudo coletou respostas online de 7 mil e 500 pessoas entre 18 e 64 anos em setembro e outubro deste ano nos EUA e no Canadá. A partir desses resultados, a GS&P serviu de base em torno do processo criativo da campanha.

O estudo também descobriu que a maioria dos pais se preocupa com o equilíbrio entre o tempo da tela e o tempo real dos filhos, mas um em cada três pais passa mais de cinco horas por dia em seus telefones. Além disso, metade dos casais entrevistados admitiu usar os seus telefones para, de fato, ignorar outras pessoas importantes, e 65% acham que não há problema em usá-los durante as refeições no dia a dia.

A nova campanha intitulada "Get Real" foi construída com base sobre os nossos relacionamentos com a tecnologia. O filme mostra coisas das quais nos acostumamos, como responder "lol" (algo como "rindo muito alto") a um texto sem realmente rir, ou "celebrar" o aniversário do seu cachorro, publicando um texto longo nas mídias sociais, em vez de simplesmente passar um tempo junto com ele. O filme finaliza questionando se coletivamente perdemos contato com o que é real.

O objetivo da campanha é incentivar a imaginação que advêm de um equilíbrio saudável entre nossos mundos físico e digital, além de mostrar a ideia de que é melhor imprimir uma foto instantaneamente em um smartphone e colocá-la na geladeira do que publicá-la na sua rede social preferida e torcer para que receba centenas de curtidas de conhecidos disfarçados de "amigos".



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