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11 junho, 2018

A economia oculta dos revendedores Supreme

Este é um documentário chamado "A economia oculta dos revendedores Supreme" que mostra os bastidores de como funciona a cultura dos revendedores (os comerciantes individuais ou empresas que compram bens ou serviços com a intenção inicialmente de somente de vendê-los e não consumi-los ou utilizá-los).


Desde a inauguração no centro de Manhattan, em 1994, a marca Supreme fundada por James Jebbia foi à marca mais desejada e revendível do mundo por quem gosta da cultura streetwear. Para chegar neste patamar, a marca manteve o seu estoque limitado em pequenas quantidades e exclusivas. Devido a isso, conseguiu gerar uma enorme demanda. Atualmente, a forma de comprar o produto não está mais limitada somente à compra direta com a marca, pois existem intermediários que aumentam bem o preço.

Para você ter uma ideia, os preços podem chegar até 1200% do custo original, sendo que as camisetas gráficas da Supreme custam entre 36 e 44 dólares. Novos produtos da marca sempre criam um alto nível de ansiedade, causando uma enorme fila na noite anterior. Isso tudo é graças aos revendedores que utilizam diversos canais para revender os seus produtos. Enquanto o eBay foi famoso no passado, o Instagram e os grupos do Facebook parecem ser as formas mais rápidas e eficientes de revenderem a Supreme.

A parte curiosa fica conta de uma garota que estava fazendo a reportagem para o documentário. Na rua, ela se depara com alguns indivíduos que estavam esperando na fila para comprar o lançamento do Michael Jordan Supreme e que se diziam ser fãs do Michael Jordan (ex-jogador profissional de basquetebol norte-americano). No entanto, quando perguntado aos entrevistados sobre quantos títulos da NBA o atleta tinha conquistado, as pessoas ficavam em dúvida e não sabiam responder precisamente quantos eram.


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29 novembro, 2017

Burocracia para tudo: Alvará pro vinagrete?

O excesso de burocracia no ambiente de negócios é um dos principais entraves para o desenvolvimento. Diante disso, a agência Tech and Soul criou a campanha "Burocracia Para Tudo" para a Endeavor com o objetivo de criar um grande movimento pela desburocratização e contribuir na mudança desse cenário.


Com tanta burocracia isso acaba afetando todos os brasileiros, especialmente os empreendedores, que são os principais agentes do desenvolvimento econômico. Quando tratamos do ambiente de negócios, estamos lidando com a burocracia para abertura, regularização e fechamento de empresas, para o pagamento de impostos, para importar e exportar, para o acesso a crédito, entre outros.

Neste sentido, a campanha tenta pressionar prefeitos, governadores, deputados federais e senadores pela redução do tempo de abertura e fechamento de empresas. Vale  destacar que 2018 é ano de eleições e, com o atual momento que estamos vivendo, esse é a hora certa para exigir as mudanças que queremos ver acontecer na prática. Se você acredita que há burocracia para tudo, aproveite para assinar a petição online e ajudar a pressionar o poder público para que seja possível transformar o país.


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04 abril, 2013

Mercedes-Benz Classe A ou seria Classe C?

Ousadia e alegria? Qual seria o posicionamento de marca no qual a Mercedes-Benz estaria querendo emplacar com este tipo campanha voltada para internet? É impossível hoje em dia não falar da ascensão da nova classe média e do possível surgimento desses novos valores que estão sendo implantados em nossa cultura brasileira.


Você já deve ter escutado aquele velho ditado: "Falem bem ou falem mal, mas falem de mim".  Este viral da montadora alemã Mercedes-Benz ajuda a embasar o momento econômico do país. Utilizando o ritmo do funk que vem influenciando cada vez mais as pessoas em sua trilha sonora, o vídeo destaca as tecnologias "Steer Control" e "Adaptive Brake" que garantem precisão e estabilidade mesmo em condições de pista molhada.

Ora, embora o brasileiro não tenha um grande discernimento cultural, por suas próprias origens, vale a pena fazer um esforço para transmitir os valores reais de sua essência como marca (que não condiz com o seu histórico) e também se possível, tentar educar o povo brasileiro para mudar essa imagem que temos de nós mesmos, independente do estilo musical.

Não podemos esquecer que a cultura é fundamental para a compreensão de diversos valores morais e éticos que guiam o nosso comportamento social. Afinal, fica a pergunta: É isso que queremos ou a marca derrapou dessa vez? Assista ao vídeo logo abaixo.



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