As reações dos profissionais de recrutamento ao avaliar fotografias de negros e brancos estão provocando enormes discussões nas redes sociais sobre o racismo. Isso porque a campanha criada pela agência Master Comunicação para o Governo do Estado do Paraná foi colocada de forma bem tendenciosa ao público.

Em uma sala de reunião, funcionários de recursos humanos devem opinar sobre quem são ou o que fazem as pessoas que estão nas fotografias. Nas imagens, negros e brancos executam as mesmas tarefas. No entanto, as impressões dos recrutadores mudam de acordo com a cor da pele em questão. No caso de uma mulher branca limpando uma bancada, os recrutadores avaliam que é alguém cuidando da própria casa. Porém, uma mulher negra, que aparece em situação semelhante é considerada uma empregada doméstica.
Outro exemplo é de homens vestidos de terno. Na fotografia em que aparece um modelo branco, ele é tratado como um profissional de finanças ou da área de recursos humanos. Já o negro, é considerado como um segurança de shopping. Ao final, a campanha finaliza o discurso dizendo que o nome desta prática se chama racismo institucional e ainda aponta através de dados estatísticos para embasar o argumento que a cor da pele influencia na vida profissional.
Em nota, o Governo do Estado do Paraná afirma que foi um experimento real, que aconteceu na noite do dia 10/11 em uma sala de Focus Group, em Curitiba. Participaram do teste os profissionais de recursos humanos reais, que foram divididos em dois grupos distintos e emitiram opiniões espontâneas às imagens apresentadas pelo mediador do experimento.
Nota: O que você achou da ação?

Em uma sala de reunião, funcionários de recursos humanos devem opinar sobre quem são ou o que fazem as pessoas que estão nas fotografias. Nas imagens, negros e brancos executam as mesmas tarefas. No entanto, as impressões dos recrutadores mudam de acordo com a cor da pele em questão. No caso de uma mulher branca limpando uma bancada, os recrutadores avaliam que é alguém cuidando da própria casa. Porém, uma mulher negra, que aparece em situação semelhante é considerada uma empregada doméstica.
Outro exemplo é de homens vestidos de terno. Na fotografia em que aparece um modelo branco, ele é tratado como um profissional de finanças ou da área de recursos humanos. Já o negro, é considerado como um segurança de shopping. Ao final, a campanha finaliza o discurso dizendo que o nome desta prática se chama racismo institucional e ainda aponta através de dados estatísticos para embasar o argumento que a cor da pele influencia na vida profissional.
Em nota, o Governo do Estado do Paraná afirma que foi um experimento real, que aconteceu na noite do dia 10/11 em uma sala de Focus Group, em Curitiba. Participaram do teste os profissionais de recursos humanos reais, que foram divididos em dois grupos distintos e emitiram opiniões espontâneas às imagens apresentadas pelo mediador do experimento.
Nota: O que você achou da ação?