terça-feira, 9 de setembro de 2014

E então, será que nós nascemos consumistas?

Quem mais precisa de sentido na vida? É exatamente isso, as crianças. A constatação é porque elas estão no começo de suas vidas, pois nós certamente não somos consumistas por natureza, já que o consumismo é resultado da invasão materialista do capitalismo, sendo que ele não precisaria depender do consumismo.



Neste sentido, criou-se a noção de que o consumidor é a base para o crescimento econômico, e para isso, precisaríamos expandir o conceito de consumismo, mantendo as pessoas consumindo indefinidamente para fazer girar a roda da economia. Entretanto, este conceito é tão forte que deixamos de reconhecer que vivemos em um planeta finito e não podemos seguir com o consumo de bens materiais, sobretudo bens supérfluos que desperdiçam recursos do planeta, até porque os bens deveriam estar disponíveis para os bens materiais necessários.

Diante deste cenário, o ativista quântico Amit Goswami em um bate-papo sobre a infância realizado pelo Instituto Alana diz que devemos aprender a consumir produtos que satisfaçam nossas necessidades mais altas. Além disso, ele também mostra um caminho alternativo onde precisamos reconhecer a necessidade de consumir a vitalidade, como manter uma horta ou consumir alimentos orgânicos sem agrotóxicos para manter as crianças afastadas da cultura fast-food que geram indivíduos obesos por não estarem satisfeitos com sua comida.

Ao final, o ativista destaca que precisamos de amor desesperadamente, mas para isso, é necessário uma mudança na visão de mundo, investir no capital humano e oferecer uma educação com propósito, no qual as pessoas poderiam ser capazes de ensinar, trazer amor e também de mostrar os valores essenciais para o desenvolvimento de nossas crianças. Confira a explicação do depoimento no vídeo abaixo.



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