quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A história da informação e a ordem invisível

Estamos cercados por ordem. Durante os últimos 300 anos, nós desenvolvemos novas e incríveis maneiras de utilizar a energia, e usamos essa habilidade para transformar o nosso ambiente ao redor. No entanto, existe um outro tipo de ordem invisível, tão complexa quanto, que estamos apenas começando a entender.


Este é um documentário chamado "A história da informação" escrito e dirigido por Nic Stacey, apresentado pelo professor Jim Al-Khalili e produzido pela emissora BBC que aborda a evolução da descoberta do poder dos símbolos e como a humanidade deu um grande salto no aprendizado das técnicas de transmissão e armazenamento das informações. E como a escrita, códigos e computadores iriam revolucionar o nosso entendimento do universo.

À primeira vista, a informação parece ser uma ideia bastante simples. Ela existe por todo o nosso mundo. Nossos cérebros estão cheios dela e constantemente a trocamos uns com os outros. Porém, a informação foi um dos conceitos mais difíceis e sutis que a ciência teve que desvendar. Entendê-la e utilizá-la têm sido um processo extremamente longo e difícil. O poder da informação seria inicialmente vislumbrado a mais de 5000 anos atrás, quando uma tecnologia revolucionária foi desenvolvida e colocaria em curso o mundo moderno.

O documentário percorre pelo processo de tecelagem, do mecânico francês Joseph-Marie Jacquard, onde cartões perfurados eram utilizados para tecer padrões de forma programada, passando pela invenção do telégrafo e também do código morse pelo Samuel Morse que deu um novo sentido ao processamento e à transmissão de informações por meio de seu alfabeto de bips.

Em meio a um enigma sobre o movimento das moléculas e a criação de ordem exposto pelo físico James Clerk Maxwell, esses estudos acabaram servindo como base para o matemático Alan Turing trazer à sociedade os seus algoritmos computacionais que marcaram o nascimento da era dos computadores. Além disso, o documentário também enfatiza o valor à evolução e à manutenção dos meios de comunicação, tornando-os, como já dito no estudo de Marshall McLuhan, as próprias extensões do ser humano.


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