quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Os ingredientes artificiais do nosso dia a dia

Para comunicar a remoção de 87% dos ingredientes de origem artificial de seu cardápio, a rede de fast-food Burger King está aproveitando o momento para levantar um debate sobre o seu próprio setor, que tem histórico de uso de ingredientes para que seus produtos durem mais, aroma melhor ou até mais cor.

A nova campanha da intitulada "Comida de verdade" criada pela agência David, faz um questionamento: "Se ninguém quer corantes, conservantes e aromatizantes artificiais na comida, por que ainda tem gente colocando?", talvez para ela mesma, até porque a própria contribuiu com esse comportamento e também de certa forma acabou se beneficiando deste modelo de negócio. Neste sentido, surge a questão: Será que os donos das empresas estão preocupados com a saúde dos consumidores ou somente na saúde financeira da companhia?

A ação retrata "reações reais" (ao menos, essa é a ideia inicial) registradas nos restaurantes da rede, com a participação dos consumidores sendo atendidos e surpreendidos a cada pedido realizado, onde um ator, se passando por funcionário, oferece um corante extra, conservante ou aromatizante de origem artificial no pedido, como sorbato de potássio, glutamato monossódico e benzoato de sódio. No geral, os clientes foram unânimes em responder às questões de forma negativa, endossando os insumos.

Em setembro de 2020, o Burger King comunicou que havia removido todos os ingredientes artificiais de seu carro-chefe: o Whopper. A transformação exigiu três anos de pesquisas desenvolvidas internamente, em conjunto com fornecedores, além de muito investimento em tecnologia. A iniciativa global faz parte do movimento chamado "Feel Good About the Food" e a ideia da companhia é ficar 100% livre de ingredientes de origem artificial até 2025. 

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