terça-feira, 20 de novembro de 2018

Pombo-correio sobrevive na era da tecnologia

O pombo-correio sobrevive na era da tecnologia. Num mundo tão tecnológico nos dias atuais, onde com apenas um clique falamos com alguém em qualquer lugar, é até difícil a gente imaginar a comunicação por pombos-correio. No entanto, isso ainda existe e a maioria dessas aves são treinadas para competições.


O pombo tem a capacidade inata de retornar ao seu lar, o que significa que, geralmente, ele irá retornar a seu ninho. Acredita-se que é usando a "magnetorecepção" (capacidade de detectar um campo magnético para perceber direção, altitude ou localização. Esse mecanismo ajuda principalmente a desempenhar um papel importante na capacidade de navegação e orientação de diversas espécies de animais, além de ter sido postulada como um método dos animais desenvolverem mapas regionais) para navegar.

Antigamente, os pombos foram muito usados durante a Primeira Guerra Mundial para comunicações no campo de batalha, quando não havia comunicação por rádio, onde levavam recados entre os batalhões. Hoje em dia, já temos algumas alternativas mais sofisticadas como aplicativos de celular ou drones para transmissões de mensagens e espionagem. No Brasil, eles já até foram utilizados com pequenas mochilas (contendo celulares, baterias, chips e ainda cabos USB) para tentar contrabandear celulares para dentro da cadeia. Em alguns casos, os animais estavam exaustos devido ao peso da carga.

Neste documentário chamado "Sobre homens e pombos" sob direção de Guilherme Canton você irá ver como funciona na prática um campeonato paulistano de columbofilia (prática da criação, seleção e cultivo de pombos-correio para competição). Nele, será possível observar que os pombos têm um "instinto natural" parecido com o de aves migratórias, ou seja, a visão privilegiada de localização de pontos de referência com facilidade, além de possuírem também uma orientação pela posição do sol e ainda uma "bússola natural", formada por partículas de magnetita (minério de ferro) no bico.

Há quem diga que alguns criadores de pombos deixam os animais passarem fome ou separam o casal e colocam outro macho na gaiola somente para tentar que o pombo traído volte para casa mais rápido. Atualmente, a criação de pombos-correio ainda existem, porém, de forma bem menos atuante.



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