terça-feira, 13 de novembro de 2018

O marketing da loucura: Drogar para lucrar

Os psiquiatras dizem-nos que a forma de resolver os comportamentos indesejáveis é alterando a química cerebral com um comprimido. Porém, ao contrário de um medicamento comum como a própria insulina, os medicamentos psicotrópicos não têm uma doença alvo mensurável para tratar, ou seja, há algo estranho.


E, consequentemente disso, podem transtornar o equilíbrio delicado dos processos químicos que o corpo precisa para funcionar bem. Apesar disso, os psiquiatras e as companhias farmacêuticas têm usado estes medicamentos para criar um mercado enorme e lucrativo. E eles têm feito isto nomeando cada vez mais comportamentos indesejáveis como "perturbações médicas" que requerem medicação psiquiátrica. Diante disso, surge a questão: Será que estes tipos de comportamentos deviam se chamar doenças? 

Ora, como é que os medicamentos psicotrópicos (substância química que age principalmente no sistema nervoso central, onde altera a função cerebral e temporariamente muda também a percepção, o humor, o comportamento e a consciência), sem uma doença alvo, poderes curativos conhecidos e uma lista longa de efeitos secundários se transformam no tratamento indicado para todo o tipo de distúrbios psicológicos? E mais, como é que os psiquiatras que apoiam estes medicamentos conseguiram ganhar essa dimensão toda no campo do tratamento mental? Será que todos nós somos insanos?



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