sábado, 16 de março de 2019

A idiocracia e o seu efeito de emburrecimento

Este é uma abertura do filme de comédia de ficção científica chamada "Idiocracia" feito pelo diretor e roteirista americano Mike Judge. Ele conta a história de duas pessoas que participam de um experimento científico militar de hibernação que dá errado, e eles despertam quinhentos anos no futuro, em 2505.


Nele, descobrem que o mundo agora vive numa sociedade distópica em que a publicidade, o marketing, o consumismo, o mercantilismo e anti-intelectualismo cultural funcionam de forma desenfreadamente e que a pressão disgênica (estudo dos fatores que produzem a acumulação e perpetuação de genes defeituosos e desvantajosos em proles de uma população ou espécie específica) resultou em uma sociedade humana uniformemente estúpida, insensível ao meio ambiente, desprovida de responsabilidade social, curiosidade intelectual, e noções coerentes de justiça e direitos humanos.

Isso porque no começo do século XXI, a evolução humana estava num ponto de retrocesso. A seleção natural, o processo no qual o mais forte, esperto e mais rápido se reproduzem em maior número do que o resto, num processo que anteriormente favorecia as características mais nobres do homem, agora começa a favorecer características diferentes. A maior parte dos cientistas previa um futuro mais civilizado e inteligente. Porém, com o passar do tempo, as coisas começaram a tomar um rumo no sentido contrário.

E como a evolução não recompensava necessariamente a inteligência dos indivíduos e sem predadores naturais para diminuir a manada, a recompensa foi para aqueles que se reproduziam mais e os inteligentes viraram uma espécie em perigo. Abaixo temos um estudo de caso com a comparação entre dois casais, um dotado com o quociente de inteligência alto e o outro mais baixo para mostrar as diferenças entre eles.


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