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10 janeiro, 2025

As assinaturas estão arruinando as nossas vidas

Hoje em dia tudo é uma assinatura, desde a impressora, sua geladeira ou até mesmo seu carro. Há taxas mensais para assistir filmes, ouvir músicas, fazer compras, jogador videogame, entre outros. Tudo isso é somente mais uma maneira de alugar tudo o que você já possui. Nos últimos 10 anos, as empresas que usam o modelo de assinatura cresceram quase quatro vezes mais rápido do que as companhias tradicionais.

Como consequência, as assinaturas estão mudando nossa relação com as coisas que usamos e confiamos todos os dias, de uma forma perigosa. Você sabe quanto gasta em assinaturas? Para o americano médio esse valor gira em torno de quase 300 dólares por mês. No entanto, esse modelo de negócio não é novo, ele existe desde a invenção da imprensa quando leitores de jornais assinavam escrevendo seus nomes abaixo de um contrato.

Após isso, a TV a cabo também trouxe o sinal de maior qualidade por uma assinatura mensal. Em 1997, a Netflix estendeu esse conceito aos DVDs com entrega gratuita e sem taxas de atraso. Quando surgiu o lançamento do seu streaming em 2007, isso proporcionou um valor ainda maior: músicas, filmes e séries ilimitadas sob demanda para que você não precise carregar consigo quando resolver se mudar.

Antigamente, durante os anos 90 até a maior parte do início dos anos 2000, se você quisesse comprar um software como Word ou Photoshop era só adquirir um CD-ROM físico, instalar no seu computador e usar pelo tempo que quisesse. Porém, o problema para as empresas era que o software era caro para manter as constantes correções e atualizações de segurança. Foi então que surgiram as assinaturas e as empresas impulsionaram os seus lucros. Mas então, qual valor adicional que o cliente está obtendo por esse custo maior? Não muito, isso porque o software não está melhorando tão drasticamente.

Quando surgiram os produtos inteligentes, estranhamente eles começaram a ter uma vida útil menor do que os aparelhos comuns, menos seguros e se tornaram hostis. As fabricantes de automóveis, por exemplo, começaram a bloquear certos recursos por meio de um acesso pago que não agregam valor novo, enquanto uma determinada fabricante de impressora resolveu ir mais além do absurdo e até mesmo cobrar pelas páginas impressas e não na quantidade de tinta que você usará.

Nota: O que você achou do vídeo?

12 janeiro, 2015

O misterioso homem que fica flutuando no ar

Como ser notado na correria do dia a dia em pleno horário de almoço em qualquer grande cidade do Brasil? Pensando nisso, a equipe da agência carioca Enzimas em Ação resolveu convidar um homem flutuante para ficar em frente ao restaurante temático chamado João Sexto, localizado no Centro do Rio de Janeiro.



De uma forma bastante curiosa e descontraída, a ação de marketing de guerrilha conseguiu atrair todos os olhares das pessoas que estavam circulando pelo local naquele momento para o restaurante e ainda as fazer interagirem com o homem misterioso. A intervenção contou com a participação de um rapaz que além de ser caracterizado com roupas da época, também ficou posicionado de forma estratégica em frente aos principais prédios comerciais próximos do restaurante com o intuito de transmitir a sensação de como ele estivesse realmente flutuando no ar.

Além disso, para compor o cenário foi utilizado um poste de época e uma placa de rua personalizada. E para complementar, também foram convidados promotores para distribuir folhetos com o novo cardápio de comida brasileira da casa. O resultado desta experiência inusitada e bem-humorada foi que em apenas 48 horas o movimento do restaurante conseguiu dobrar. Confira o vídeo case da ação logo abaixo.



Nota: O que você achou do vídeo?

13 janeiro, 2014

P&G ensina que é caindo que tornamos fortes

Em 2012, a patrocinadora oficial Procter & Gamble dos Jogos Olímpicos, de Londres, emocionou o mundo com a sua campanha mundial chamada O melhor trabalho do mundo em homenagem às mães. Neste ano, a agência Wieden+Kennedy repetiu o sucesso para os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, na Rússia.



Realmente, lições de vida costumam ser grandes fontes de inspiração, ainda mais quando um comercial mostra que o sucesso não vem da noite para o dia, e que para isso, é preciso além do trabalho duro, muita paciência e perseverança para atingir o objetivo. 

Na campanha da Procter & Gamble, por exemplo, começa mostrando as crianças sendo incentivadas pelas suas mães desde os seus primeiros anos de vida até os momentos decisivos nas provas de competição. Ao final, o comercial termina com a seguinte mensagem: "Por nos ensinar que é somente caindo que nos tornamos fortes".

Apesar do enorme sucesso da campanha através de suas estratégias de marketing, visando identificar quais são as necessidades dos consumidores, seus hábitos, como são tomadas as decisões, quais são seus estímulos na hora da compra, além de muita observação e das mães continuarem indo até as lojas em busca dos seus produtos, quantas vezes será que a história pode ser contada para conseguir atingir o lado emocional desse público? Assista ao comercial no vídeo abaixo.



Nota: O que você achou do vídeo?

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