Estudos da universidade de Harvard e Oxford apontam que é possível alterar a percepção de sabor através do som, aguçando o nosso paladar em diferentes sentidos. Sons em frequências altas deixam os alimentos mais doces, enquanto sons em frequências mais baixas trazem à tona o amargo. E você, acredita nisso?
A agência AQKA criou uma experiência para deixar o sabor de qualquer cerveja mais amargo através da música. O experimento contou com a participação de grandes nomes da música eletrônica, como Vintage Culture, Kvsh, Marta Supernova, BADSISTA, Gabto, Gui Borato, Zoppelar, RHR e também da Malka. E para os consumidores que desejarem fazer o teste em casa, as frequências foram disponibilizadas no hotsite.
"Beck's é uma cerveja que quebra paradigmas e dessa vez estamos ampliando o poder de escolha do consumidor que pode alcançar o sabor que ele prefere, em qualquer lugar, até mesmo quando Beck's não está presente!. Ao desenvolver essa ação, fomos observando que se tratava de um experimento social, além de uma campanha de marca. Por isso, convidamos o público a ficar atento às nossas redes sociais para conferir mais reacts e vivenciar testes e formas diversas de experimentação", diz diz Rodrigo Peirão, gerente de marketing da cerveja Beck's.
Há um enigma filosófico antigo e famoso, cuja pergunta é: "Se uma árvore cai na floresta e ninguém está por perto para ouvir, ainda assim ela produz um som?". Partindo deste experimento mental, William Ury explica como escutar é fundamental, e geralmente negligenciado, como metade de sua comunicação.
Vivemos em uma era chamada de a Idade da Comunicação, onde pessoas estão conectadas e boa parte tem acesso a diversos tipos de dispositivos móveis para enviar mensagens de texto, áudio e vídeo e, no entanto, parece que há uma desconexão da era conectada. Neste sentido, se pergunta: Quanto realmente está se escutando com essa quantidade de interrupção e distração? Na palestra do William Ury no TEDxSanDiego, ele nos mostra sua paixão em ajudar as pessoas a atingir o "sim" em negociações ou conflitos.
Além disso, o palestrante fala que pelo simples fato de escutar, o humor pode mudar completamente. E isso ajuda-nos a construir um relacionamento, a confiança, conectar com outro ser humano, além de ficar mais aberto ao outro, pois isso mostra que nos importamos, até porque todos querem ser ouvidos. Através da escuta é que podemos nos colocar no lugar dela para sintonizarmos na frequência do outro. Com isso, podemos observar os seus sentimentos e as suas necessidades subjacentes.
Nós todos somos afetados pela torre de telefonia celular e muitos tipos de câncer que se produzirão ainda não acorreram. Em meados dos anos 80, no máximo 3% das estavam usando celular, porém, com o passar do tempo, esse consumo cresceu rapidamente até os dias de hoje quando quase 100% utilizam celulares.
Qual o risco que isso envolve? O documentário dirigido por James Russel chamado "Ressonância" fala sobre a descoberta da frequência-base do planeta Terra (7,83 Hz) e sobre do perigo que se corre ao tentar modificar esta frequência artificialmente. Foi provado como a causa do desaparecimento das abelhas é fruto da exposição das colônias aos campos eletromagnéticos. Da mesma forma, a extinção de espécies de árvores se deve também à ação destrutiva combinada de nano partículas e ondas eletromagnéticas.
A descoberta das proteínas criptocromo demonstrou como a vida está indissoluvelmente ligada ao campo natural eletromagnético terrestre. Modificar esse invisível e delicado suporte da própria vida no planeta representa uma ameaça irreversível de incrível alcance: o próprio DNA comunica através de frequência eletromagnética. A metalização da biosfera por meio de rastros químicos, a monstruosa proliferação de antenas para diferentes finalidades militares ou civis, as chamadas mega-instalações de "pesquisa" como o HAARP, a difusão nefasta e forçada de sistemas wi-fi.
O documentário revela pela primeira vez os verdadeiros mecanismos pelos quais a tecnologia de telefonia móvel pode causar câncer. E como, cada um de nós reage à maior mudança ambiental jamais ocorrida no planeta. Com a chegada da humanidade, atingiu-se uma incrível relação, que a ciência está apenas começando a compreender. Não só estamos circundados por frequências naturais, como também estamos preenchidos por elas. Nossas células comunicam através de frequências eletromagnéticas. Nossos cérebros emitem uma corrente constante de frequências e nosso DNA fornece instruções usando ondas de frequência. Sem elas, não poderíamos existir por mais que um segundo.
Esse equilíbrio levou bilhões de anos para se aperfeiçoar. No entanto, nos últimos 25 anos, a harmonia foi alterada, e alterada de forma dramática. A humanidade mergulhou num oceano de frequências artificiais. Elas estão em toda parte, preenchendo o ar e abafando a ressonância natural da terra. A olho nu, parece que o planeta é o mesmo. No entanto, no nível celular, trata-se da maior mudança que a vida na terra jamais enfrentou, e cujos efeitos estamos apenas começando a ver e a sentir.