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30 julho, 2018

E se os comerciais de leites fossem honestos?

As empresas que vendem produtos feitos com "sucos de mamíferos" (conhecidos como leites) tiveram dito por anos que o leite fortalece os ossos e ninguém nunca reclamou. Aliás, o leite combina perfeitamente com tudo, desde o seu cereal cheio de frutose até aqueles biscoitos de açúcar e gordura, ou mesmo puro.



A propósito: Você sabia que os comerciais de leites usam cola para fazer aquele bigode cremoso aparecer na sua tela? Pois bem, o canal de humor do Youtube chamado Cracked criou uma série de vídeos chamada "Publicidade Honesta" e no episódio "Comercial de Leite Sincero" apresentado por Roger Horton, você verá alguns fatos curiosos que a indústria do leite faz questão de mostrar de uma forma mais amigável.

Na prática, o apresentador mostra que essa secreção rica em vitamina seria para outro mamífero, porém, as empresas irão dizer que ele é bom para você mostrando junto com aquele seu atleta favorito. Aliás, dependendo de quanto tempo às empresas deixam o queijo mofar, varia o tipo de "bloco sólido chique de pus" (queijo) que se tornam. E se por algum acaso, as companhias não conseguirem vender o suficiente, elas irão dar um jeito de enfiar alimentos sem que você saiba.

Além disso, o apresentador mostra que quando o "tijolo de vaca" (queijo) mofado se transforma num bloco com fungo que derrete, ele produz casomorfina que é bem mais viciante para nós que a morfina, o que é bom para nós, pois se nós soubéssemos como as empresas tratam as vacas e roubam seus leites, nós não compraríamos, até porque é cheio de hormônios, químicos, tem pus misturado e abuso animal. Talvez você saiba disso, porém, está tão viciado nos "tijolos frescos de fluído animal" (queijos) para se importar. No final, Rogers questiona: Se pesa menos na consciência se importar que o leite é melhor quando a vaca é feliz, a empresa irá mostrar as vacas pastando, mesmo que isso não tenha nada a ver com o procedimento.



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13 março, 2018

E se o comercial de smartphone fosse honesto?

Comprar o último modelo de celular pode parecer uma ideia bem sedutora para quem gosta de tecnologia e quer ficar atualizado com as últimas tendências do mercado. Agora responda: Quais características desse novo aparelho são tão importantes? O que ele vai fazer de tão especial que o seu celular atual não faz?


O canal de humor do Youtube chamado Cracked criou uma série de vídeos chamada "Publicidade Honesta" e no episódio "E se os comerciais de celulares fossem honestos?", você verá como funciona a obsolescência programada (decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar, distribuir e vender um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração do produto). E se não bastasse isso, ainda estimula a produção, gera gastos de energia e de matérias-primas, além da emissão de poluentes.

Na prática, o apresentador mostra que ele pode usar leis antipirataria para te enviar atualizações forçadas que tornam a sua "caixa de bolso" muito pior. Além disso, ele mostra que as empresas podem bloquear o seu celular, assim ele não tem valor de revenda, apesar de ser seu. Outra curiosidade são aqueles diversos aplicativos embutidos que provavelmente você nunca irá usar e que são impossíveis de apagar, ou seja, você acaba de adquirir o produto e o aparelho já está quase com a memória cheia. E se você não atualizar regularmente o aparelho pode travar.

Outro ponto que é destacado no vídeo é questão da necessidade mais básica e primitiva do ser humano: se conectar com os outros. Neste sentido, o apresentador fala sobre o peso negativo que o celular possui nos dias de hoje, uma vez que a tecnologia afasta quem está perto. Ao final, Roger menciona os custos de produção e mostra que é mais fácil e barato fazer os trabalhadores ganharem centavos e colocar redes ao redor da fábrica para evitar os funcionários de se suicidarem durante o turno.



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02 janeiro, 2018

E se o comercial de refrigerante fosse honesto?

Está muito quente? Com bastante vontade de uma bebida? Que tal uma garrafa de doce gelada para ficar com mais sede, em vez de água para hidratar? E se esse refrigerante basicamente feito de xarope fosse tão ácido que pudesse danificar a pintura de um carro, não seria irresistível isso? Vamos olhar pelo lado bom.


O canal de humor do Youtube chamado Cracked criou uma série de vídeos chamada "Publicidade Honesta" e no episódio "E se o comercial de refrigerante fosse honesto?" mostra o que as empresas de refrigerantes fazem para deixar a bebida atraente ao grande público. Nele, você verá que companhias investem bilhões de dólares para, lentamente, fazer o público associar o produto à alegria, felicidade e união.

Além disso, outra forma bastante utilizada é colocar a palavra "diet" em algum lugar da lata para substituir os montes de açúcares com substâncias que são incompatíveis com a biologia humana e que nossos corpos nem as metabolizam, já que por sorte, temos a convicção que essas substâncias não causam nenhum dano permanente, exceto câncer de bexiga, em animais de laboratório e outros tipos de câncer em outros animais de laboratório. No final, o apresentador ainda fala sobre os custos, onde você vai pagar mais do que devia, até porque a garrafa é a parte mais cara do produto.



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21 julho, 2015

Ladrões lembram que ser honesto compensa

A rede de varejo britânica chamada Harvey Nichols resolveu utilizar as suas próprias imagens das câmeras de segurança para ilustrar a sua mais recente campanha publicitária. E para promover o seu aplicativo de recompensas "Rewards App", a agência londrina adam&eveDDB usou cenas realistas de diversos bandidos.


Para preservar a identidade destes criminosos, os rostos dos ladrões foram trocados pelo estúdio Blink por animações bem-humoradas, colocando os golpistas como protagonistas de sua campanha. As filmagens se passaram na principal loja da rede localizada na rua Knightsbridge, em Londres, na Inglaterra. Ao final, a marca faz questão de enfatizar que todos os larápios foram pegos pelos seguranças da loja. O comercial ainda lembra que ser honesto realmente compensa e finaliza com a seguinte mensagem: "Gosta de brindes? Consiga-os legalmente".

Esta não é a primeira vez que a marca cria este tipo de situação inusitada. No Natal de 2013, a campanha intitulada "Sorry, i spent it on myself" (Desculpe, eu gastei comigo mesmo, em português) ironicamente incentivavam os consumidores a gastarem o dinheiro com eles mesmos, o que não condiz na prática com o espírito natalino, já que o intuito seria de despertar a solidariedade e ter união. Além disso, esta mesma campanha ainda acabou recebendo 4 grandes prêmios no festival internacional de criatividade em Cannes.


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02 julho, 2014

E se o comercial da Coca-Cola fosse honesto?

E se por acaso a empresa da Coca-Cola por algum motivo aparente resolvesse ser honesta dizendo apenas a verdade sobre o produto para os seus consumidores? É, provavelmente isso seria algo muito positivo para a sua saúde, porém, por outro lado a empresa teria grandes chances de ter o seu negócio arruinado.



Através de uma locução bastante sugestiva, a marca revela as consequências e os efeitos do consumo que a bebida pode causar em seu organismo a longo prazo, até porque como uma empresa líder de mercado no ramo de bebidas, a companhia deste porte tem um papel importante que é de transmitir seus valores aos consumidores para que possa ter um vínculo de confiança entre ambas as partes.

O comercial mostra que dentre aproximadamente as 650 bebidas existentes em seu portfólio que a marca produz, cerca de 180 opções são de baixa ou nenhuma caloria, sendo que mesmo as bebidas diet, ainda oferecem grande risco à saúde. Além disso, o consumo desse produto pode gerar inflamação e resistência à insulina, sendo que esses dois problemas podem ser causadores de outros mais graves como acidente vascular cerebral (AVC), doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e câncer.

Como você já deveria saber, a companhia também é conhecida por acelerar o envelhecimento e causar colesterol alto. É importante destacar que as calorias não são todas iguais, pois as calorias contidas no refrigerante não têm valor nutricional. Ao final, a marca faz questão de dizer para não beber o seu próprio produto se você não quiser matar sua família ou você mesmo, pois a empresa é parcialmente responsável pelo problema da obesidade mundial.



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01 agosto, 2013

Como seria se os comerciais fossem honestos?

Que tal uma enorme seleção dos seus principais canais favoritos em alta definição com suporte 24 horas por dia, apoio dos melhores técnicos da empresa ao cliente e tudo isso a um preço justo? É, provavelmente isso não exista, mas o pessoal da Extremely Decent Films resolveu fazer uma paródia.



O filme chamado "The First Honest Cable Company" (A primeira empresa honesta de internet a cabo) mostra de uma forma bem humorada, como seria se os comerciais fossem honestos e resolvessem de uma vez por todas serem mais transparentes quanto a qualidade dos serviços, dizendo apenas a verdade para os seus consumidores.

A explicação dos autores é que a empresa faz parte de uma espécie de oligopólio, ou seja, uma forma evoluída de monopólio, no qual um grupo de empresas ou governos promove o domínio de determinada oferta de produtos e/ou serviços.

Ao final, o garoto termina dizendo a mensagem: "Nós não acreditamos em satisfação do cliente. Nós acreditamos em dinheiro". A criação é de Nick Smith com direção de Brendan Rice. Quando for assistir ao vídeo, não esqueça de ativar as legendas em português.



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