sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O que as mães mais odeiam nos seus filhos?

Quase nenhuma mãe gosta de ver seu filho sujo quando chega da escola. Neste experimento "The good experiment" (O experimento do bem) feito para o sabão em pó Breeze, você verá algumas mães colocadas à prova ao verem os seus filhos chegando totalmente sujos da escola e o porquê deles estarem desse jeito.


Como esperado, a maioria das mães ficaram bem chocadas, surpresas, talvez algumas até irritadas quando fizeram perguntas que pareciam assumir o pior sobre o comportamento de seus filhos. Em seguida, as mães tiveram uma mudança de comportamento quando a escola resolveu passar um vídeo apresentando seus filhos como "Estudante do dia". Através de câmeras ocultas, foi possível mostrar que os alunos faziam era ajudar um jardineiro da escola a trazer alguns vasos com plantas para um local próximo.

O experimento que foi criado pela agência Dentsu, das Filipinas, retrata os pais fazendo um julgamento equivocado sobre seus filhos diante de uma situação inesperada, talvez, por estar medindo as realizações baseadas nas expectativas da sociedade, quando algo sai do padrão (no caso, a limpeza), enquanto que, por outro lado, as crianças podem realizar atos de bondade sem se importar com elas mesmas (no caso, ficando sujas). Neste sentido, podemos observar que os maiores elogios que os pais devem dar aos seus filhos é quando eles fazem atos de bondade sem olhar a quem, ao invés de apenas elogiar quando eles obtêm boas notas na escola ou algo parecido. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "It's easier to wash away stains than it is to bring up a good child" (É mais fácil lavar as manchas quando elas são para revelar uma criança boa). Confira o que as mães mais odeiam nso seus filhos no vídeo abaixo.


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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Neuromarketing, o poder oculto das escolhas

O neuromarketing utiliza técnicas sofisticadas de investigação neurológica. Em princípio, todas elas têm um objetivo comum de entender a parte não consciente do cérebro. Esse conhecimento poderá melhorar a nossa qualidade de vida ou será que tecnologia servirá de instrumento para ganhar influência sobre nós?


Cidadãos sob a influência? Essa técnica de investigação de mercados baseada no estudo dos efeitos que os estímulos publicitários exercem sobre o cérebro humano tem o objetivo de conseguir prever a conduta do consumidor. Através do uso de técnicas, tais como a ressonância magnética, são capazes de identificar quais anúncios de produtos ou serviços nos seduzem ou quais nos desagradam ou que estímulos sensoriais são ativados no momento da escolha de um determinado produto em lugar de outro. 

Além disso, você conhecerá também as opiniões de defensores e críticos, assim como das suas eventuais vantagens e perigos. Diante disso, surgem algumas questões: Existe manipulação através desta técnica de neuromarketing? Onde está a linha que separa os objetivos empresariais e a liberdade de escolha do consumidor? Como pode a indústria certificar-se de que aquilo que faz é aquilo que as pessoas querem, de fato? Essas e outras questões são debatidas no documentário que você poderá conferir no vídeo abaixo.



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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Campanha mostra assédio dentro das agências

É das agências de publicidade que saem as campanhas de conscientização da violência contra as mulheres, porém, quando lançamos um olhar para dentro das equipes nas empresas, percebemos que a teoria está muito longe da prática. É hora de ir mais além do portfólio e questionar o machismo nesses ambientes.


Por isso, o clima é fundamental dentro de uma agência de propaganda. E isso não tem nada a ver com o ar-condicionado. Pra aguentar tanta pressão com tão pouco prazo, só mesmo criando uma cultura amigável, de respeito e tolerância. Aliás, a propaganda tem sido machista deste sempre. Finalmente, surge um mea-culpa das agências pra fora. Faltava fazer isso da porta da recepção pra dentro. Assim surgiu a campanha "Bullying Motivacional" criada pela agência TagZag, de João Pessoa, na Paraíba, no último dia 26, no qual é comemorado o Dia Internacional da Igualdade da Mulher.

Os dados são chocantes: Uma pesquisa feita por um grupo de publicitárias fez um levantamento com 200 profissionais dos nove estados da região e constatou que 71% delas já haviam sido vítimas de assédio em agências. Além disso, a pesquisa também destaca que 39% das mulheres já tiveram que usar roupas para agradar clientes ou chefes e 54% delas foram humilhadas no trabalho por serem mulheres. De acordo com Carol Crozara, a idealizadora do projeto, "É necessário criar gatilhos para evitar o assédio e, por tabela, reduzir o machismo nas agências. Não é fácil, sempre tem muita coisa envolvida. Mas ficar em silêncio só ajuda a manter o ambiente confortável para os assediadores".



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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Algoritmos, as forças invisíveis do cotidiano

A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Sem percebermos, os algoritmos estão em toda parte, desde motores de busca na internet e navegação por satélite à segurança dos dados de cartões de crédito, eles até mesmo nos ajudam a percorrer o mundo, encontrar outras pessoas e a salvar vidas.


O matemático e professor Marcus Du Sautoy desmistifica essa força invisível por trás desses algoritmos. Nele, ele nos mostra alguns dos algoritmos eficientes mais essenciais em nossas vidas, revelando de onde vieram esses facilitadores, como trabalham, o que eles conseguiram até o momento e como eles ficaram, agora, tão avançados que inclusive podem programar a si próprios.

Você já pensou em como esses processos silenciosos, passo a passo, mais frequentemente expressos em códigos de computador, afetam sua vida? Das livrarias aos supermercados, eles oferecem a possibilidade de realizar compras on-line e, quando se trata de uma grande empresa, todo esse processo é automatizado através dos códigos. E para perceber o potencial completo dos algoritmos, você irá ver como funciona na prática esse processo dentro de uma grande companhia exclusivamente virtual que depende dos algoritmos para mover dois milhões de itens diariamente. Quando iniciar o vídeo, ative as legendas em português.



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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Se o produto é de graça, então o produto é você

A maioria das pessoas possuem uma conta de e-mail ou até mesmo um perfil em rede social, porém, quase ninguém lê o contrato de adesão desses tipos de serviços. Já reparou na coincidência de sempre aparecer um produto que você precisa nas propagandas do site no qual você permitiu o acesso aos seus dados?


Além disso, você já percebeu que as tipografias das letras são colocadas na maioria das vezes com uma fonte pequena, sem serifa e em caixa alta (maiúsculas), justamente para dificultar a leitura do contrato, pois assim o texto vira um bloco de informação em vez palavras e espaços? Você tem alguma ideia para onde vão os nossos dados? Quem será que lê? Para quem interessa? Será que são vendidas? Para quem, já que são ou deveria ser informações privadas? Já pensou em quantos dados pessoais autorizamos (podendo haver atualizações no contrato) sem perceber o que há nas entrelinhas ou quantos dados sobre nós essas empresas têm? 

O consentimento serve para que a empresa possa reter seus dados por tempo que ela mesma desejar (já que não há garantia de remoção em sua totalidade) para evitar atos terroristas realmente? O governo tem o direito de ser protegido contra qualquer investigação não justificada, já que ao mesmo tempo segue as leis? O documentário mostra que empresas podem usar os seus dados até para prevenir uma comunicação particular e protestos, uma espécie de pré-crime igual no filme "Minority Report", onde o sistema permitia prever crimes com precisão e a taxa de assassinatos caísse para zero.

No entanto, o detetive John Anderton (personagem fictício) descobre que foi previsto um assassinato que ele mesmo fosse cometer, colocando em dúvida sua reputação ou quanto o sistema é confiável. Neste sentido, há um dilema moral: se alguém é preso antes de cometer o crime pode esta pessoa ser acusada de assassinato, pois o que motivou sua prisão nunca aconteceu? É como dizia o ditado: "Ás vezes pra se ver a luz é preciso se conhecer a escuridão". Como consequências disso, companhias começaram a explorar esses dados economicamente, criando uma gigantesca indústria de comércio de dados pessoais para empresas de publicidade direcionada, além de manterem as portas abertas para a espionagem dos cidadãos pelos seus governos sem nenhuma concessão, criando um estado de vigilância ininterrupta e quase onisciente. 

O documentário "Sujeito a Termos e Condições" investiga o acesso do governo e também das grandes corporações aos dados de usuários da internet, por meio de bancos de dados disponibilizados assim que o indivíduo aceita um termo de uso. Ao final, o documentário mostra que nenhuma lei dos EUA lidou com as políticas que permitissem que as agências do governo e as empresas abusassem de dados pessoais. No vídeo abaixo, você irá ver como governos e empresas podem invadir a sua privacidade pela internet.


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Será que somos realmente livres na internet?

A World Wide Web (rede mundial de computadores) foi concebida e construída a partir de um fundamento principal: a liberdade pela conexão em rede, e não demorou para se tornar o carro-chefe da liberdade de expressão. Com ela, passamos de consumidores de informação para também produtores de conteúdo.


Para termos uma noção, a China levantou uma verdadeira muralha para barrar as redes sociais e censurar buscas na internet. Para escapar desse bloqueio, os usuários utilizam redes privadas virtuais, as chamadas VPNs, elas criam um túnel de conexão protegido por criptografia que atravessa a muralha virtual até um servidor em outro país. Além disso, as citações ao Massacre da Praça da Paz Celestial e fatos ligados aos movimentos de Independência de Taiwan e do Tibet simplesmente não são encontrados.

Neste sentido, surgem algumas questões importantes: O quanto somos realmente livres na internet para acessar conteúdos e também nos expressarmos? Quem governa a rede? Com quais seriam esses interesses? Será que temos privacidade, de fato, já que para possuirmos ela, precisamos também concordar com os seus Termos de Uso (sempre que houver mudanças) e para usar obviamente, você terá que dar acesso ao seu microfone e câmera do dispositivo, por exemplo, para que o sistema possa gravar (todos esses dados e usá-los quando for preciso), filtrar, analisar, armazenar e avaliar todo seu comportamento, com finalidade segundo o próprio presidente Barack Obama de prevenir ataques terroristas?

Onde ficam os direitos humanos? Quem garante o direito de todos os cidadãos a uma conexão rápida e de baixo custo? Essas e outras questões são debatidas do documentário Freenet por especialistas e ativistas, como Lawrence Lessig, Sérgio Amadeu da Silveira, Jacob Appelbaum, Glenn Greenwald, Edward Snowden, Frank La Rue, Nnenna Nwakanma, Catalina Botero, entre outros. O filme passeia pela África, Índia, Estados Unidos, Brasil e Uruguai, mostrando iniciativas e obstáculos para a democratização do acesso à internet e para a garantia de neutralidade da rede.



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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

BigLar emociona em ação para o Dia dos Pais

O Dia dos Pais é uma data bastante especial, e tanto para ele como para o filho, a importância é enorme. E para comemorar este dia, a agência Genius Publicidade, de Cuiabá, apresenta sua campanha "Conselho" para a rede de supermercados BigLar que tem operações em Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.



O objetivo desta campanha é lembrar ao público que as crianças crescem rápido e além disso, convidar os pais a deixarem de lado seus compromissos considerados importantes para estar próximo dos filhos, pois a intenção é incentivar os pais a passarem mais tempo com seus filhos e evidenciar de forma clara que os pais, de fato, fazem a diferença na vida deles.

É importante destacar que nos dias atuais, já não são raros os pais que compartilham com as mães as responsabilidades antes designadas somente a elas. Já é possível vê-los com certa frequência, também, envolvidos nos cuidados práticos dos quais dependem os filhos desde o nascimento, como dar banho, trocar a fralda ou quem sabe até mesmo preparar as refeições. Também não é difícil encontrar, hoje em dia, pais que se dedicam à educação dos pequenos propriamente dita, nos mais diversos sentidos.

Vale a pena dedicar um certo tempo para os momentos de lazer ao lado das crianças. Várias pesquisas já demonstraram que mais vale a qualidade do período que se passa junto do que a quantidade. Também já se sabe muito que se aprende durante as brincadeiras ou no tempo dedicado ao ócio ao lado dos filhos. E aliás, ser pai é acima de tudo ser o amigo de todas as horas.


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