quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O direito de mostrar seios na televisão diurna

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo alertar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Esta campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e a publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas.


O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque e desde então, ela é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Atualmente, o Outubro Rosa é realizado em várias partes do mundo todo.

Neste mesmo objetivo de prevenção, a agência Fold7 em parceria com a ONG Coppafeel conquistou o direito de mostrar seios femininos sem nenhuma censura pela primeira vez durante a programação diurna na televisão britânica. A campanha "Trust your touch" (Acredite no seu toque) do Outubro Rosa mostra como as mulheres devem realizar o autoexame, dada sua importância para a detecção precoce da doença. Há 6 meses atrás, uma outra ONG contornou a censura de forma bem-humorada em sua campanha criando uma espécie de seios cantores, removendo apenas os mamilos femininos por bocas.



Nota: O que você achou do vídeo?

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Uma crítica reflexiva à nossa sociedade atual

Em seu clipe, o artista Moby faz críticas com a música "In this cold place" à forma como a sociedade está mudando. A animação feita pelo ilustrador inglês Steve Cutts traz referências de diversos personagens da televisão e de desenhos animados antigos. O enredo é retratado um futuro, talvez, não muito distante.


O clipe mostra a chegada à presidência de Donald Trump nos primeiros meses de governo. O presidente norte-americano é representado por um robô em forma de cifrão que destrói tudo que vê pela sua frente. Além disso, o clipe também faz muitas críticas sociais ao consumo desenfreado, aos maus-tratos dos animais, a indústria da carne e do leite, opressão, financiamento de armas para guerras, crescimento do ódio, ganância e do individualismo, a falta de humanidade atual, a esperança de um herói que irá salvar a raça humana (pois se continuarmos destruindo todas as espécies e recursos do planeta, o que irá sobrar?) e um personagem de uma criança que passa sua infância até a sua idade adulta constantemente sentada em frente a uma televisão vendo as injustiças que ocorrem diariamente no mundo.

Ao final, aparece um indivíduo comendo dinheiro (que remete ao discurso do Greenpeace, onde diz que "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come", já que foi isso que apenas restou. Para finalizar, temos a sociedade se libertando da imposição (só que a mudança parece ter sido feita um pouco tarde, já que tudo foi devastado) e o robô Trump explodindo. Diante desse momento no qual estamos vivendo, o clipe surge como uma forma de reflexão para que possamos determinar o futuro da vida no planeta.



Nota: O que você achou do vídeo?

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Você conhece o Golly, o néctar dos canaviais?

O canal Rai Sossaith do YouTube é um talk show fictício que faz críticas sociais e também ironiza as personalidades das colunas sociais. Originalmente feita pela Split Studio, a série de animação criada e dirigida pelo Thomate Larson estreou em 2013 e teve apenas 2 temporadas realizada para o Canal Brasil.



O talk show faz uma paródia com a nossa cultura de idolatria às celebridades através do humor e revela os bastidores de um mundo com o qual a maior parte das pessoas só pode sonhar: o luxuoso mundo da high society. Apresentado pelo incontestável ícone do colunismo social Atail Menezes, o talk show mostra essa loucura da sociedade moderna e a futilidade dos programas de celebridade, através de uma elegante pintura da alta sociedade, cheia de bom gosto e requinte.

Neste episódio, você irá ver uma sátira pura com a marca de refrigerantes Dolly através de uma animação chamada "Gollynho", onde o personagem faz muitas revelações sobre o refrigerante mais amado (e odiado) do Brasil. As animações foram exibidas e chegaram a ser premiadas em festivais importantes de animação, como o Animamundi em 2012, o 18º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e o 44º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Aproveite para beber da sabedoria do amiguinho da criançada no vídeo abaixo.



Nota: O que você achou do vídeo?

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Como o smartphone está mudando seu cérebro

Dos 7 bilhões de pessoas na Terra, cerca de 6 bilhões possuem um celular. O que impressiona nesses dados é que somente 4,5 bilhões tem acesso a um banheiro. Então, como esses aparelhos tão populares estão mudando seu corpo e também seu cérebro? Pra explicar isso, o canal AsapSCIENCE criou um vídeo curioso.


Se você está olhando pra baixo pro seu celular neste momento, o ângulo de sua coluna é equivalente ao de uma criança de 8 anos sentada no seu pescoço, o que é muita coisa, considerando que as pessoas gastam em média de 4,7 horas por dia olhando para seus celulares. Isso, combinado com a quantidade de tempo gasto em frente a computadores tem levado a um aumento da prevalência da miopia ou doenças na visão de curto alcance na América do Norte. Nos anos 70, cerca de um quarto da população tinha miopia, onde hoje quase metade possuem.

Em algumas partes da Ásia, de 80 a 90% da população agora sofrem com problemas na visão. Um bom exemplo é o famoso jogo Candy Crush. Conforme você joga, você conquista pequenos objetivos, fazendo seu cérebro ser recompensado com uma pequena dose de dopamina, e de vez em quando, você recebe conteúdo novo. Essa novidade também te dá pequenas explosões de dopamina e juntas criam o que é conhecido como "loop" da compulsão", sendo o mesmo efeito de uma nicotina ou cocaína. Nossos cérebros foram feitos com a necessidade de procurar por algo novo, e é por isso que os aplicativos nos celulares foram feitos: pra prover novo conteúdo constantemente, fazendo com que seja difícil deixá-los.

Como resultado, 93% dos jovens com idades de 18 a 29 anos disseram que usam os seus smartphones como uma ferramenta para fugir do tédio ao invés de fazer outras atividades. Além disso, experimentos têm mostrado que a potência das ondas alfa é aumentada significantemente durante uma ligação, por exemplo, o que significa que as transmissões de um aparelho pode afetar a maneira com que o seu cérebro funciona, inclusive durante o sono, quando antes de dormir você resolve verificar novamente o celular.


Nota: O que você achou do vídeo?

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O que as mães mais odeiam nos seus filhos?

Quase nenhuma mãe gosta de ver seu filho sujo quando chega da escola. Neste experimento "The good experiment" (O experimento do bem) feito para o sabão em pó Breeze, você verá algumas mães colocadas à prova ao verem os seus filhos chegando totalmente sujos da escola e o porquê deles estarem desse jeito.


Como esperado, a maioria das mães ficaram bem chocadas, surpresas, talvez algumas até irritadas quando fizeram perguntas que pareciam assumir o pior sobre o comportamento de seus filhos. Em seguida, as mães tiveram uma mudança de comportamento quando a escola resolveu passar um vídeo apresentando seus filhos como "Estudante do dia". Através de câmeras ocultas, foi possível mostrar que os alunos faziam era ajudar um jardineiro da escola a trazer alguns vasos com plantas para um local próximo.

O experimento que foi criado pela agência Dentsu, das Filipinas, retrata os pais fazendo um julgamento equivocado sobre seus filhos diante de uma situação inesperada, talvez, por estar medindo as realizações baseadas nas expectativas da sociedade, quando algo sai do padrão (no caso, a limpeza), enquanto que, por outro lado, as crianças podem realizar atos de bondade sem se importar com elas mesmas (no caso, ficando sujas). Neste sentido, podemos observar que os maiores elogios que os pais devem dar aos seus filhos é quando eles fazem atos de bondade sem olhar a quem, ao invés de apenas elogiar quando eles obtêm boas notas na escola ou algo parecido. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "It's easier to wash away stains than it is to bring up a good child" (É mais fácil lavar as manchas quando elas são para revelar uma criança boa). Confira o que as mães mais odeiam nso seus filhos no vídeo abaixo.


Nota: O que você achou do vídeo?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Neuromarketing, o poder oculto das escolhas

O neuromarketing utiliza técnicas sofisticadas de investigação neurológica. Em princípio, todas elas têm um objetivo comum de entender a parte não consciente do cérebro. Esse conhecimento poderá melhorar a nossa qualidade de vida ou será que tecnologia servirá de instrumento para ganhar influência sobre nós?


Cidadãos sob a influência? Essa técnica de investigação de mercados baseada no estudo dos efeitos que os estímulos publicitários exercem sobre o cérebro humano tem o objetivo de conseguir prever a conduta do consumidor. Através do uso de técnicas, tais como a ressonância magnética, são capazes de identificar quais anúncios de produtos ou serviços nos seduzem ou quais nos desagradam ou que estímulos sensoriais são ativados no momento da escolha de um determinado produto em lugar de outro. 

Além disso, você conhecerá também as opiniões de defensores e críticos, assim como das suas eventuais vantagens e perigos. Diante disso, surgem algumas questões: Existe manipulação através desta técnica de neuromarketing? Onde está a linha que separa os objetivos empresariais e a liberdade de escolha do consumidor? Como pode a indústria certificar-se de que aquilo que faz é aquilo que as pessoas querem, de fato? Essas e outras questões são debatidas no documentário que você poderá conferir no vídeo abaixo.



Nota: O que você achou do vídeo?

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Campanha mostra assédio dentro das agências

É das agências de publicidade que saem as campanhas de conscientização da violência contra as mulheres, porém, quando lançamos um olhar para dentro das equipes nas empresas, percebemos que a teoria está muito longe da prática. É hora de ir mais além do portfólio e questionar o machismo nesses ambientes.


Por isso, o clima é fundamental dentro de uma agência de propaganda. E isso não tem nada a ver com o ar-condicionado. Pra aguentar tanta pressão com tão pouco prazo, só mesmo criando uma cultura amigável, de respeito e tolerância. Aliás, a propaganda tem sido machista deste sempre. Finalmente, surge um mea-culpa das agências pra fora. Faltava fazer isso da porta da recepção pra dentro. Assim surgiu a campanha "Bullying Motivacional" criada pela agência TagZag, de João Pessoa, na Paraíba, no último dia 26, no qual é comemorado o Dia Internacional da Igualdade da Mulher.

Os dados são chocantes: Uma pesquisa feita por um grupo de publicitárias fez um levantamento com 200 profissionais dos nove estados da região e constatou que 71% delas já haviam sido vítimas de assédio em agências. Além disso, a pesquisa também destaca que 39% das mulheres já tiveram que usar roupas para agradar clientes ou chefes e 54% delas foram humilhadas no trabalho por serem mulheres. De acordo com Carol Crozara, a idealizadora do projeto, "É necessário criar gatilhos para evitar o assédio e, por tabela, reduzir o machismo nas agências. Não é fácil, sempre tem muita coisa envolvida. Mas ficar em silêncio só ajuda a manter o ambiente confortável para os assediadores".



Nota: O que você achou do vídeo?

Buscar

 

Facebook

Publicações recentes


Parceiros

CupomVálido

Arquivos