terça-feira, 25 de abril de 2017

A primeira farmácia da felicidade do mundo

Você sabia que adotar um cachorro abandonado pode ser o segredo para você conseguir melhorar a saúde e também o bem-estar da sua família? Pensando nisso, a agência portuguesa FCB, de Lisboa, juntou-se a três associações de proteção dos animais na intenção de incentivar a adoção de cães abandonados nos canis.


Nas farmácias encontramos medicamentos que nos ajudam a aliviar sintomas e até a curar muitas doenças. Mas há males que só podem ser curados com amor. Durante um dia a Farmácia Central de Alhandra foi a Farmácia da Felicidade e os seus medicamentos com nomes sugestivos, como "motiva-Cão" ou "confor-Rafeiro", foram substituídos por "alternativas" peludas, felizes e cheias de amor para dar. O humorista português e ator Pedro Fernandes deu a cara por esta campanha e exerceu a função de farmacêutico.

É isso que a Farmácia da Felicidade oferece aos seus clientes: muito amor, carinho e alegria. Em vez dos tradicionais medicamentos, a empresa sugeriu a companhia de um animal sem lar. Um tratamento não apenas divertido como comprovadamente eficaz no tratamento de alguns males dos tempos modernos como a depressão, solidão, sedentarismo, ansiedade e alergias. Ao final, a campanha finaliza com a mensagem: "Sentir-se feliz é o melhor remédio", mostrando de forma clara que adotar um animal é bom para a sua saúde e para a deles também, pois afinal, o remédio certo pode fazer maravilhas.


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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Seios cantores alertam contra câncer de mama

Vídeos virais, além do humor, podem difundir mensagens de conscientização. Foi pensando nisso que a campanha da ONG MACMA (Movimiento Ayuda Cáncer de Mama) fez. A agência argentina David encontrou uma forma de contornar a proibição destes tipos de vídeos nas mídias sociais sobre os mamilos femininos.


A campanha "Todos amam las tetas" evita o problema da censura removendo os mamilos femininos dos seios e substituindo-os por bocas, que cantam elogios aos peitos, bem como alertam para os perigos de não verificá-los regularmente. O objetivo desta iniciativa é conscientizar as pessoas de forma bem-humorada sobre o câncer de mama e, além disso, destacar de forma clara e sem censura como as mulheres devem realizar o autoexame, dada sua importância para a detecção precoce da doença.

De acordo com os diretores criativos Joaquin Cubria e Ignacio Ferioli da agência, ele dizem que devido à censura foi o que levaram eles a procurarem novas maneiras de contorná-lo, desta vez mostrando os peitos para aumentar a conscientização sobre a importância de cuidar do que eles amam, além de fornecer apoio financeiro para aqueles que trabalham na detecção precoce. A produção é da Landia. No ano passado, a campanha "Man Boobs" conquistou o Grand Prix For Good do Festival de Criatividade em Cannes.



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sábado, 15 de abril de 2017

Paródia sobre o escândalo da United Airlines

Desde que um passageiro David Dao foi arrastado à força no último domingo, a bordo do voo 3411 que ia de Chicago para Louisville, no Estado americano de Kentucky da United Airlines, o tema não saiu mais dos noticiários. Além desta reação negativa, o fato teve impacto no valor de mercado da companhia aérea.


Tudo isso porque a companhia resolveu vender mais bilhetes do que assentos disponíveis a bordo. E quando chegou a hora da decolagem, simplesmente a empresa resolveu escolher de forma aleatória 4 passageiros que teriam que ser removidos por livre espontânea vontade. O fato é que três saíram, só que um não quis. Desta forma, o fato lamentável acabou acontecendo. Porém, os usuários da internet não costumam perdoar estes fatos. Aproveitando a polêmica deste episódio, o apresentador e humorista Jimmy Kimmel resolveu fazer uma paródia em seu programa em cima deste caso.

O anúncio começa dizendo: "Bem-vindos à United Airlines. Aqui fazem o que nós dizemos, quando nós dizemos e não haverá problema. Entendido?", explicado pela assistente de bordo, com um sorriso simpático no rosto que contrasta com a mensagem que está sendo transmitida. Após isso, caso os problemas surjam, acrescenta a funcionária, os passageiros serão "expulsos do avião ao pontapé". Ao final, ela finaliza: "Se resistires, batemos-te com tanta força que usarás a tua própria cara como flutuador".



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terça-feira, 4 de abril de 2017

Você já imaginou conversar com obras de arte?

No Brasil, mais de 70% da população nunca esteve num museu ou alguma instituição cultural. Parte deste público se sente distante desse tipo de instituição por entender que o ambiente não dialoga com eles. Diante disso, a agência Ogilvy criou o projeto "A Voz da Arte" em parceria com a Pinacoteca de SP e a IBM.



A partir da quarta-feira (5), a Pinacoteca estará aberta ao público. Na chegada à Pinacoteca, os visitantes receberão um dispositivo com o aplicativo A Voz da Arte. Ao caminhar pelo museu, o público receberá notificações sobre a proximidade de obras interativas e serão estimulados a fazer perguntas para a obra que estiver mais próxima. Toda essa interação será realizada por áudio e voz em português. Além disso, os deficientes auditivos também podem participar desta experiência por meio de conversa escrita.

Educadores e curadores da Pinacoteca de SP fizeram a seleção de algumas obras do acervo do museu, e trabalharam junto com o Watson (coletando milhares de perguntas e dúvidas que os visitantes do museu possuíam sobre as obras) para ensiná-lo sobre diversos temas. Para isso, a equipe da IBM utilizou APIs de entendimento de linguagem natural e sistema de voz disponíveis no IBM Bluemix em conjunto com as capacidades cognitivas de aprendizado do Watson. Para quem se interessar em ver essa experiência tem até 5 de junho (quarta a segunda, entre 10h e 17h) para conhecer mais sobre essas obras.

A campanha levanta uma questão fundamental sobre a essência do ser humano que é de relacionar com outras pessoas de carne e osso. Aliás, por que estamos preferindo conversar com máquinas ao invés de alguma pessoa que esteja próxima? Será que estamos ficando antissociais e não nos satisfaz mais estar com outra pessoa? De acordo com a psicóloga e pesquisadora do MIT (Massachusetts Institute of Technology) Sherry Turkle, a explicação para isso é que talvez as pessoas esperassem mais da tecnologia e menos um do outro, até porque robôs sociais dariam a nós a ilusão do companheirismo sem as exigências da amizade.


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terça-feira, 28 de março de 2017

De onde será que vêm as nossas superstições?

Você tem medo de gatos pretos? Você evita passar embaixo da escada ou quem sabe até mesmo de pisar em emendas da guia da calçada? Você costuma bater três vezes na madeira? Como você lida com o número 13? Se você acredita ou não neles, você provavelmente está familiarizado com algumas dessas superstições.


Mas de onde vieram? Em uma animação do TED-Ed, o autor e psicólogo Stuart Vyse mostra que muitas dessas crenças e manias estranhas têm origens igualmente esquisitas. E por envolver causas sobrenaturais, não surpreende que muitas superstições tenham sua origem na religião. Por exemplo, o número 13 foi associado ao evento bíblico da Última Ceia, a refeição que Jesus Cristo teve com seus 12 discípulos logo antes de ser preso e crucificado. A ideia de ter 13 pessoas à mesa foi considerada um fator de azar e por fim aceitou-se, de forma geral, que 13 é o número do azar.

Muitas superstições comuns hoje, em países como Rússia e Irlanda, provavelmente restaram de religiões pagãs que o Cristianismo sucedeu. No entanto, nem toda superstição tem origem na religião. Muitas vezes ocorrem por coincidências ou associações infelizes. Após isso, Stuart explica que quando você cresce ouvindo de familiares que é melhor evitar essas coisas, a pessoa pode ficar insegura, mesmo depois de perceber que nada de mal pode acontecer. Neste sentido, pelo viés psicológico, acreditar em algo pode fazer, por exemplo, você jogar melhor uma partida por lhe dar a ilusão de controlar melhor os eventos.



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segunda-feira, 20 de março de 2017

Paródia com a entrevista interrompida da BBC

O professor Robert Kelly ganhou fama na internet ao ser interrompido pelos seus filhos quando ele estava concedendo uma entrevista ao vivo da BBC News sobre o caso de corrupção que levou à destituição da presidente da Coreia do Sul e não percebeu quando sua filha abriu a porta da sala onde ele estava no local.


O fato é que a cena acabou surpreendendo os espectadores da BBC News gerando polêmica relacionada aos infortúnios de se trabalhar em casa: algumas pessoas criticaram a reação do pai, que afastou a filha ao perceber que ela havia entrado na sala onde ele estava sendo entrevistado ao vivo. Segundo eles, Kelly deveria ter um comportamento mais "humano", já que ele deveria ter se virado e levado seus filhos gentilmente para fora ou falado com eles e envolvê-los na entrevista.

Diante de toda essa repercussão, o programa humorístico "Jono and Ben", apresentado por Jono Pryor e Ben Boyce no canal Three da Nova Zelândia, teve uma sacada e resolveu fazer uma paródia em cima deste episódio para mostrar o que acontece quando uma mãe é interrompida pelos filhos numa entrevista e como ela reagiria diante desta mesma situação inusitada.



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quarta-feira, 15 de março de 2017

State Farm te convida para ser um voluntário

Este é um comercial intitulado "Following" (Seguindo, em português) criado pela agência DDB, de Chicago, para a seguradora State Farm que incentiva o público a realizar trabalhos voluntários relacionados a diversas causas que incluem educação, cuidados de saúde, desabrigados, militares, animais, entre outros.


O filme se concentra em um homem que, ao longo de suas atividades cotidianas, passa a ser seguido por personagens que representam uma série de questões sociais: um cão, um homem sem-teto, um garoto que abandonou a escola, uma criança com câncer e ursos polares. Na medida em que o comercial prossegue, o número de pessoas representativas de diferentes causas se estende ainda mais atrás dele. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "You can lift the weight of caring, by doing" (Você pode levantar o peso de cuidar, fazendo) convidando os espectadores a visitar o site da campanha para se voluntariarem.

Uma vez lá, os visitantes podem selecionar uma causa que eles se importam, de educação, de adultos a veteranos e famílias militares e digitar seu código postal para se voluntariar a uma instituição de caridade para fazer a diferença em sua comunidade. É uma conexão clara com o slogan "Here to Help Life Go Right" que a agência DDB, de Chicago, criou para a marca no ano passado. A trilha sonora é uma versão cover de Joy Williams da música "Don't Let Me Down" da banda Chainsmokers.



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