sábado, 18 de novembro de 2017

O mais aguardado comercial de Natal do ano

Está aberta a temporada de campanhas natalinas e as marcas já estão de olho no Natal. E para dar início às festividades, a rede de lojas britânica John Lewis preparou o seu mais recente e aguardado comercial para comemorar as festas de final de ano e mais uma vez, tentar quem sabe, emocionar a todos nós.


Com direção do francês Michel Gondry, vencedor do Oscar por "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" através da produtora Partizan, a campanha intitulada "Moz the Monster" criada pela agência Adam & Eve/DDB, de Londres, para a varejista britânica John Lewis já registra mais de 8 milhões de visualizações no canal do Youtube. A campanha segue a mesma abordagem de 2014 em seu comercial, onde retratava também as relações de amizade de um menino com seu amigo pinguim.

Desta vez, a campanha conta a história de um monstro imaginário que vive debaixo da cama de um garoto chamado Joe. O menino resolve fazer amizade com o monstro e brinca com ele todas as noites, porém, a falta de sono começa a atrapalhar a sua rotina diária. Para ajudar o seu amigo, o monstro resolve fazer uma surpresa para o menino e deixa um presente na árvore de Natal. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "For gifts that brighten their world" (Para presentes que iluminam seu mundo). A trilha sonora se chama "Golden Slumbers" dos Beatles, interpretada pela banda Elbow. 



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terça-feira, 31 de outubro de 2017

A multa inusitada que faz as pessoas sorrirem

Você já pensou sobre o valioso significado de um bom dia? Se observássemos o poder das palavras e da positividade transformadora, certamente valorizaríamos mais. É certo que dificilmente podemos mudar o mundo, porém, com uma atitude de gratidão podemos mudar o nosso mundo e o dos que estão próximos.


Quando algum fiscal resolve pedir ao motorista para encostar o veículo, talvez seja porque provavelmente ele notou que houve alguma suposta infração. Neste vídeo, você verá como as pessoas reagem diante de uma situação inusitada, ou seja, ser notificado de uma possível infração quando, no entanto, a suposta notificação era apenas para desejar apenas um bom dia para a outra pessoa que estava passando na rua.

Esta é uma pegadinha feita pelo Edgard Ricardo, mais conhecido como "Edgas" em seu canal BrotherAGI no Youtube, onde ele expõe em público de uma forma bem-humorada, todo tipo de sentimento e situações diferentes. Ao invés de aplicar uma multa ou talvez pedir para verificar os seus documentos, os condutores eram surpreendidos com um simples gesto num pequeno pedaço de papel. Nestas horas, percebemos que muitas vezes é difícil saber por quais momentos as pessoas estão passando e, com esses tipos de gestos, por exemplo, quem sabe seja possível tornar a vida da outra pessoa um pouco melhor.


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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O que é o transtorno do déficit de natureza?

Em entrevista ao projeto "Criança e Natureza" do Instituto Alana que trabalha para encontrar caminhos transformadores para as novas gerações, buscando um mundo mais sustentável e de excelentes relações humanas, o jornalista e especialista em advocacy pela infância Richard Louv nos guia para uma reflexão.


Em seu depoimento, ele nos conta sobre as consequências de manter as crianças sentadas e fechadas em ambientes escolares ou domésticos, nos quais elas estão usando cada vez menos sentidos, além do que é um direito humano da criança ter esses tipos de experiências na natureza. Privadas do contato direto com a natureza e de seus benefícios para a saúde física e psíquica, as crianças podem apresentar sintomas do que Richard Louv denomina como um transtorno do déficit de natureza.

O termo linguístico foi um jeito de descrever essa sensação que temos há tempos de desconexão com a natureza. Além disso, ele nos lembra dos problemas como deficiência de vitamina D (nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo), devido aos recessos, cancelamento dos passeios escolares e as aulas de educação física que foram cortadas nas escolas americanas. Ao final, Louv finaliza dizendo que ficar sentado nos dias atuais é novo fumar.



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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O direito de mostrar seios na televisão diurna

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo alertar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Esta campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e a publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas.


O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque e desde então, ela é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Atualmente, o Outubro Rosa é realizado em várias partes do mundo todo.

Neste mesmo objetivo de prevenção, a agência Fold7 em parceria com a ONG Coppafeel conquistou o direito de mostrar seios femininos sem nenhuma censura pela primeira vez durante a programação diurna na televisão britânica. A campanha "Trust your touch" (Acredite no seu toque) do Outubro Rosa mostra como as mulheres devem realizar o autoexame, dada sua importância para a detecção precoce da doença. Há 6 meses atrás, uma outra ONG contornou a censura de forma bem-humorada em sua campanha criando uma espécie de seios cantores, removendo apenas os mamilos femininos por bocas.



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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Uma crítica reflexiva à nossa sociedade atual

Em seu clipe, o artista Moby faz críticas com a música "In this cold place" à forma como a sociedade está mudando. A animação feita pelo ilustrador inglês Steve Cutts traz referências de diversos personagens da televisão e de desenhos animados antigos. O enredo é retratado um futuro, talvez, não muito distante.


O clipe mostra a chegada à presidência de Donald Trump nos primeiros meses de governo. O presidente norte-americano é representado por um robô em forma de cifrão que destrói tudo que vê pela sua frente. Além disso, o clipe também faz muitas críticas sociais ao consumo desenfreado, aos maus-tratos dos animais, a indústria da carne e do leite, opressão, financiamento de armas para guerras, crescimento do ódio, ganância e do individualismo, a falta de humanidade atual, a esperança de um herói que irá salvar a raça humana (pois se continuarmos destruindo todas as espécies e recursos do planeta, o que irá sobrar?) e um personagem de uma criança que passa sua infância até a sua idade adulta constantemente sentada em frente a uma televisão vendo as injustiças que ocorrem diariamente no mundo.

Ao final, aparece um indivíduo comendo dinheiro (que remete ao discurso do Greenpeace, onde diz que "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come", já que foi isso que apenas restou. Para finalizar, temos a sociedade se libertando da imposição (só que a mudança parece ter sido feita um pouco tarde, já que tudo foi devastado) e o robô Trump explodindo. Diante desse momento no qual estamos vivendo, o clipe surge como uma forma de reflexão para que possamos determinar o futuro da vida no planeta.



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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Você conhece o Golly, o néctar dos canaviais?

O canal Rai Sossaith do YouTube é um talk show fictício que faz críticas sociais e também ironiza as personalidades das colunas sociais. Originalmente feita pela Split Studio, a série de animação criada e dirigida pelo Thomate Larson estreou em 2013 e teve apenas 2 temporadas realizada para o Canal Brasil.



O talk show faz uma paródia com a nossa cultura de idolatria às celebridades através do humor e revela os bastidores de um mundo com o qual a maior parte das pessoas só pode sonhar: o luxuoso mundo da high society. Apresentado pelo incontestável ícone do colunismo social Atail Menezes, o talk show mostra essa loucura da sociedade moderna e a futilidade dos programas de celebridade, através de uma elegante pintura da alta sociedade, cheia de bom gosto e requinte.

Neste episódio, você irá ver uma sátira pura com a marca de refrigerantes Dolly através de uma animação chamada "Gollynho", onde o personagem faz muitas revelações sobre o refrigerante mais amado (e odiado) do Brasil. As animações foram exibidas e chegaram a ser premiadas em festivais importantes de animação, como o Animamundi em 2012, o 18º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá e o 44º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Aproveite para beber da sabedoria do amiguinho da criançada no vídeo abaixo.



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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Como o smartphone está mudando seu cérebro

Dos 7 bilhões de pessoas na Terra, cerca de 6 bilhões possuem um celular. O que impressiona nesses dados é que somente 4,5 bilhões tem acesso a um banheiro. Então, como esses aparelhos tão populares estão mudando seu corpo e também seu cérebro? Pra explicar isso, o canal AsapSCIENCE criou um vídeo curioso.


Se você está olhando pra baixo pro seu celular neste momento, o ângulo de sua coluna é equivalente ao de uma criança de 8 anos sentada no seu pescoço, o que é muita coisa, considerando que as pessoas gastam em média de 4,7 horas por dia olhando para seus celulares. Isso, combinado com a quantidade de tempo gasto em frente a computadores tem levado a um aumento da prevalência da miopia ou doenças na visão de curto alcance na América do Norte. Nos anos 70, cerca de um quarto da população tinha miopia, onde hoje quase metade possuem.

Em algumas partes da Ásia, de 80 a 90% da população agora sofrem com problemas na visão. Um bom exemplo é o famoso jogo Candy Crush. Conforme você joga, você conquista pequenos objetivos, fazendo seu cérebro ser recompensado com uma pequena dose de dopamina, e de vez em quando, você recebe conteúdo novo. Essa novidade também te dá pequenas explosões de dopamina e juntas criam o que é conhecido como "loop" da compulsão", sendo o mesmo efeito de uma nicotina ou cocaína. Nossos cérebros foram feitos com a necessidade de procurar por algo novo, e é por isso que os aplicativos nos celulares foram feitos: pra prover novo conteúdo constantemente, fazendo com que seja difícil deixá-los.

Como resultado, 93% dos jovens com idades de 18 a 29 anos disseram que usam os seus smartphones como uma ferramenta para fugir do tédio ao invés de fazer outras atividades. Além disso, experimentos têm mostrado que a potência das ondas alfa é aumentada significantemente durante uma ligação, por exemplo, o que significa que as transmissões de um aparelho pode afetar a maneira com que o seu cérebro funciona, inclusive durante o sono, quando antes de dormir você resolve verificar novamente o celular.


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