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12 janeiro, 2017

Por que a beleza importa em nosso cotidiano?

Este é um documentário chamado "Why Beauty Matters" (Por que a beleza importa?) produzido pelo canal de televisão escocês da BBC e apresentado pelo filósofo e escritor inglês Roger Scruton, cuja especialidade é a estética, num provocante ensaio sobre a importância da beleza como fonte essencial em nossas vidas.


Nele, o filósofo diz que o momento que nos deparamos com a beleza de alguém é porque vislumbramos nela a luz da eternidade, brilhando de uma fonte divina, além deste mundo. E através desta busca da beleza, modelamos o mundo como um lar, fazendo uma espécie de amplificação de nossas alegrias e o consolo para nossas tristezas de nosso cotidiano.

Além disso, Scruton explica que, em vez de se concentrar na beleza, a arte moderna visa romper tabus morais para ganhar notoriedade. As obras modernas de artistas como Mark Rothko, Franz Kline, Damien Hirst e Tracey Emin, que vendem milhões, perderam seus verdadeiros valores estéticos. Ele explica que os valores espirituais foram substituídos por materiais, com o estabelecimento artístico promovendo a arte como um investimento, em vez de algo a ser olhado.

Neste sentido, o filósofo também argumenta que no século XX, a arte, arquitetura e a música viraram as costas à beleza, fazendo um culto à fealdade e levando-nos a um deserto espiritual. Usando o pensamento de importantes filósofos como Platão, Kant e conversando com artistas como Michael Craig-Martin e Alexander Stoddart, Scruton analisa onde a arte ocorreu mal e apresenta sua apaixonada proposta para restaurar a beleza à sua posição tradicional no centro da nossa civilização.



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20 agosto, 2015

A hilária animação sobre o poder da empatia

O RSA (Royal Society For The Encouragement Of Arts) é um instituto empenhado em encontrar soluções inovadoras e práticas para questões sociais através de vídeos curtos. O objetivo é justamente diminuir essa lacuna que há entre a realidade de hoje e os desejos para que o mundo se torne um lugar melhor de viver.



Além disso, o instituto também tenta compreender e melhorar a capacidade humana. Ora, mas qual seria a melhor maneira de aliviar a dor e o sofrimento de alguém? Neste vídeo intitulado "The Power of Empathy" (O poder da empatia), a pesquisadora Brené Brown nos lembra que só podemos criar uma conexão de empatia genuína se formos corajosos o suficiente para realmente entrar em contato com nossas próprias fragilidades. Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é retrata como uma "espécie de inteligência emocional" que pode ser dividida em dois tipos: a  primeira é a cognitiva que está relacionada com a capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; a segunda é a afetiva que está relacionada com a nossa habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia.

Segundo pesquisas do psicólogo italiano Salvatore Maria Aglioti, esses parâmetros indicam que a empatia em seu contexto tem uma resposta humana universal, comprovada fisiologicamente. Sendo assim, essa característica da empatia pode ser tomada como causa do comportamento altruísta, uma vez que predispõe o indivíduo a tomar atitudes altruístas. Apesar de o vídeo ser de 2013, ainda continua bastante atual nos dias de hoje. Prepare-se para mergulhar em uma busca interior para se conhecer totalmente e também para compreender a humanidade. Se tiver com paciência de assistir, confira também o poder do elogio sincero e da positividade que disponibilizamos por aqui já há algum tempo.



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18 maio, 2015

A volta da rede social mais antiga: a vizinhança

A tecnologia é uma via de mão dupla: aproxima quem está longe, mas acaba afastando aqueles que estão mais perto. E com a convivência no dia a dia, as constantes checagens de mensagens através dos seus aparelhos móveis acabam sendo "atropelados" pelas relações virtuais, desgastando as relações da vida real.


Aliás, muitas vezes acabamos nos limitando a cumprimentos curtos no cotidiano com nossos vizinhos. E com o passar do tempo, as pessoas foram se fechando dentro de suas casas. O hábito de colocar a cadeira na calçada foi perdendo força e, consequentemente disso, tornou as ruas ainda mais inseguras. Neste sentido, a tecnologia acaba sendo um refúgio, servindo muito mais para afastá-las do que para aproximá-las. 

E então, por que não reunir os vizinhos novamente para tentar mudar essa situação? Diante disso, a agência Mark+ criou o projeto chamado "Cadeira na Rua" para os Biscoitos Zezé em Pelotas, no Rio Grande do Sul, cujo objetivo é convidar os vizinhos a se reencontrarem com mais frequência e incentivar a volta das cadeiras na calçada para colocar o papo em dia. O projeto visa o bem-estar da população e propõe resgatar a rede social mais antiga do mundo: a vizinhança. Enfim, aproveite para levar sua cadeira para a calçada e chamar seus vizinhos, pois além de colocar o papo em dia, você também, quem sabe, possa tornar as ruas mais seguras, além de transformar as calçadas em um espaço de convivência com mais harmonia.



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06 março, 2015

Quem são os hippies de hoje em nosso país?

Este é o documentário chamado "Malucos de Estrada II" que mostra como é o cotidiano dos hippies de hoje, além de evidenciar os diferentes tipos de visões que os "malucos" possuem. Nesta busca da liberdade de cada indivíduo, eles relatam que não é preciso de supérfluos para viver a vida em sua forma mais simples.



O artista plástico Eduardo Marinho, por exemplo, mostra como a nata da população está a serviço do condicionamento mental vendendo valores falsos e padrões de condicionamento para satisfazer a sociedade. Aliás, todo e qualquer homem que ousa desafiar os valores estabelecidos pelo sistema é considerado louco. Afinal, quem é louco? Neste sentido, ele e os demais indivíduos compartilham as suas perspectivas únicas e profundas da vida urbana e ainda conseguem fazer as pessoas lembrarem-se das coisas que elas sabem, mas, geralmente, esquecem.

Os "malucos de estrada" são os protagonistas/atores sociais de uma expressão cultural brasileira que apresenta características singulares, comportando uma cosmovisão, práticas, estilos de vida, fazeres e saberes. No entanto, nos últimos quarenta anos de sua existência tem sido folclorizada ou até mesmo criminalizada pela sociedade e instituições públicas devido a sua invisibilidade e a falta de reconhecimento por parte dos gestores da cultura.

O objetivo do projeto busca esclarecer a sociedade sobre a riqueza de valores deste universo cultural e colocar em discussão o atual processo de repressão que os artesãos vêm sofrendo. O movimento é, sobretudo, uma luta para que vivamos de fato numa sociedade democrática que conviva com as diferentes visões, interesses e saberes, potencializando ao máximo o bem-estar coletivo.



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26 dezembro, 2014

Como você reagiria a uma pessoa com fome?

Já mostramos por aqui algumas situações inesperadas como o menino com frio no ponto de ônibus que não possui roupa para se mantar aquecido na época de inverno, o desabrigado e o executivo caindo na rua para mostrar o quanto a aparência é importante ou até mesmo que aquela ilusão que todo especialista de recursos humanos gosta de contar que mascar chiclete causa má impressão, entre outras questões.


Agora vamos imaginar a seguinte situação: Um homem chega à lanchonete e pede para alguém cuidar da sua comida enquanto ele vai ao banheiro. Porém, neste meio período que o homem está no banheiro, um morador de rua chega e senta-se próximo de você e aos demais clientes da lanchonete dizendo não aguentar mais de tanta fome. Após disso, para dar mais emoção ao experimento social, logo em seguida o desabrigado ainda tenta pegar a comida da mesa. Nesta situação, o que você faria?

O objetivo deste experimento era ver qual seria o comportamento de cada indivíduo e descobrir como as pessoas reagiriam diante de uma situação inesperada quando confrontadas com um desabrigado que tentasse roubar a comida de outra pessoa, além de mostrar o quão incrível e ao mesmo tempo egoísta o ser humano consegue ser. Ao final, aparece outro morador de rua e ainda oferece o pouco que tem para a pessoa que estava realizando o próprio experimento. É importante destacar que não há certo ou errado, mas como seres humanos, tentamos promover a compaixão. E você, se identificou com alguém?


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12 agosto, 2014

O desabrigado pede dinheiro vestido de terno

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Bem, geralmente a aparência costuma ser mais importante que o conteúdo. Este é um experimento social sobre o comportamento humano que retrata através de um morador de rua chamado Sandy que para se sustentar necessita pedir esmola nas ruas.



Neste exemplo, é possível verificar como as pessoas reagem diante de algumas situações inesperadas que acontecem em nosso cotidiano. O objetivo é mostrar o porquê não devemos julgar as pessoas apenas pela sua aparência sem ao menos conhecer a sua verdadeira essência. A ideia foi convidar Sandy para pedir dinheiro vestido com um terno padrão de forma que fosse apresentável para nossa sociedade e também com roupas sujas para ver como as pessoas iriam reagir a esta situação para mostrar até que ponto as pessoas lidam com a aparência do indivíduo.

O resultado foi que em pouco tempo o rapaz conseguiu arrecadar cerca de US$9,50 dólares quando estava vestido de terno, enquanto ele estava de roupas sujas as pessoas mal olhavam para os seus olhos. Ao final, o outro morador de rua chega a ajudar o próprio desabrigado vestido de terno. Em tempos modernos no qual os valores foram invertidos, onde não é possível, por exemplo, entrar com camisa de time de futebol, bermuda, regata ou até mesmo chinelos na igreja do Templo de Salomão criada pelo pastor Edir Macedo, surge a seguinte questão: Será que se Jesus tivesse aqui Ele entraria no templo?



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06 março, 2014

Vida de menina é destruída 1 segundo por dia

A organização não governamental  britânica de defesa dos direitos da criança no mundo chamada Save The Children se dedica tanto a prestar ajuda humanitária de urgência como ao desenvolvimento de longo prazo, através do apadrinhamento de crianças para prover as necessidades delas no seu meio familiar.



Para alertar sobre a grave situação que as crianças enfrentam na Síria, a agência Don’t Panic resolveu registrar através de diversas imagens o cotidiano de uma menina em Londres usando apenas um segundo de vídeo por dia para posteriormente transformar em um comercial.

A história inicia-se através de momentos felizes da menina com os seus amigos e familiares em um aniversário. Após isso, com o passar dos dias chega certo ponto que a tristeza vai transformando até mesmo a fisionomia devido à tensão com a guerra. Ao final, a campanha finaliza com a mensagem: "Não é porque não está acontecendo aqui, que não esteja acontecendo". Assista ao comercial logo abaixo.



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19 dezembro, 2013

O cotidiano dos profissionais de propaganda

Este é um TCC (Trabalho de conclusão de curso) do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade de Tiradentes, em Sergipe. O projeto chamado "Seguem as alterações do cliente" criado pelo aluno Matheus Santana mostra através do bom humor as principais situações que acontecem na agência de publicidade.



O vídeo brinca com os estereótipos dos profissionais da propaganda, além mostrar na prática o cotidiano dos publicitários. O destaque fica por conta do narrador, onde ele faz questão de evidenciar essa falha de comunicação que costuma existir entre a criação, atendimento e o cliente. Como o próprio autor diz em sua apresentação: "Nada se perde, nada se cria, tudo se altera". Confira o projeto no vídeo logo abaixo.



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04 outubro, 2013

Mendigo e o executivo caem, qual você ajuda?

Seja honesto. Na hora de ajudar uma pessoa, a aparência é importante para você? Este é um experimento social realizado na Itália, desenvolvido pela DmPranksProductions sobre o comportamento humano que verifica como as pessoas reagem diante de algumas situações inesperadas que acontecem no cotidiano.


No exemplo, temos uma pessoa disfarçada de mendigo vestido com roupas esfarrapadas e sujas e outra caracterizada de executivo com terno e gravata. Porém, os dois utilizam muletas para caminharem na rua, e em certo momento, eles caem no chão propositalmente. E então, qual deles você resolveria ajudar?

O resultado disso foi que 10 entre 10 casos, o empresário foi ajudado pelas pessoas que passavam por perto dele no momento, mas apenas 2 entre 10 casos, o morador de rua foi resgatado para se levantar. O fato mais intrigante é que algumas pessoas até viram o homem sem-teto caído no chão, mas acabaram não fazendo nada. Além disso, teve outros indivíduos até mesmo que tentaram se aproximar, mas recuaram quando perceberam que era um mendigo. É que aquela velha máxima: "As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor que elas". Confira o vídeo e tire suas conclusões nos comentários abaixo.



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07 outubro, 2011

Apple e a imaginação do nosso cotidiano

Você já imaginou se pudéssemos aplicar os mesmos comandos que utilizamos na vida virtual para usar em nossa vida real? Pois bem, partindo desta linha de raciocínio, o animador Nathan Boey resolveu criar o "iLife", um comercial fictício para a marca da Apple para demonstrar as suas finalidades no dia a dia.



A ideia é enfatizar a linha tênue que existe entre o mundo digital e a realidade. Essa é daquelas situações no qual a marca poderia até mesmo pensar em atodar a própria criatividade e curadoria de seus próprios fãs da Apple, para dar continuidade na comunicação da companhia. Confira o resultado do projeto deste artista no vídeo abaixo. Além desse projeto, você pode também conferir mais os seus outros experimentos aqui e aqui.



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