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01 setembro, 2021

Matemática alternativa na era da pós-verdade

O curta-metragem chamado "Alternative math" (Matemática alternativa) dirigido por David Maddox aborda a questão da aprendizagem da lógica matemática e o seu conflito de diferentes pontos de vista com todos aqueles que a rodeiam, tanto no espaço da escola, quanto em âmbitos mais amplos, chegando até à mídia.

Nele, uma professora de matemática bem-intencionada tenta ensinar a uma criança que dois mais dois são quatro, porém, ela acaba sendo vítima da era da pós-verdade dos tempos modernos e consequentemente disso, acaba sendo ainda redirecionada em prol dos interesses de grupos financeiros. O uso do termo pós-verdade consiste na criação de uma palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo sentido a uma palavra já existente que descreve a situação na qual, na hora de criar e modelar a opinião pública, os fatos objetivos têm menos influência que os apelos às emoções e às crenças pessoais.

A partir do ano de 2018, os comentaristas políticos identificaram a política pós-verdade como ascendente em muitos países, principalmente na Austrália, Brasil, Índia, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, entre outros. Como em outras áreas de debate, isso está sendo impulsionado por uma combinação do ciclo de notícias de 24 horas, balanço falso nos relatórios de notícias e a crescente onipresença das mídias sociais e sites de notícias falsas. Aproveite para ativar as legendas em português no vídeo abaixo.

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15 setembro, 2017

O que as mães mais odeiam nos seus filhos?

Quase nenhuma mãe gosta de ver seu filho sujo quando chega da escola. Neste experimento "The good experiment" (O experimento do bem) feito para o sabão em pó Breeze, você verá algumas mães colocadas à prova ao verem os seus filhos chegando totalmente sujos da escola e o porquê deles estarem desse jeito.


Como esperado, a maioria das mães ficaram bem chocadas, surpresas, talvez algumas até irritadas quando fizeram perguntas que pareciam assumir o pior sobre o comportamento de seus filhos. Em seguida, as mães tiveram uma mudança de comportamento quando a escola resolveu passar um vídeo apresentando seus filhos como "Estudante do dia". Através de câmeras ocultas, foi possível mostrar que os alunos faziam era ajudar um jardineiro da escola a trazer alguns vasos com plantas para um local próximo.

O experimento que foi criado pela agência Dentsu, das Filipinas, retrata os pais fazendo um julgamento equivocado sobre seus filhos diante de uma situação inesperada, talvez, por estar medindo as realizações baseadas nas expectativas da sociedade, quando algo sai do padrão (no caso, a limpeza), enquanto que, por outro lado, as crianças podem realizar atos de bondade sem se importar com elas mesmas (no caso, ficando sujas). Neste sentido, podemos observar que os maiores elogios que os pais devem dar aos seus filhos é quando eles fazem atos de bondade sem olhar a quem, ao invés de apenas elogiar quando eles obtêm boas notas na escola ou algo parecido. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "It's easier to wash away stains than it is to bring up a good child" (É mais fácil lavar as manchas quando elas são para revelar uma criança boa). Confira o que as mães mais odeiam nso seus filhos no vídeo abaixo.


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18 janeiro, 2016

Pais dos alunos são surpreendidos na escola

Você foi convidado para uma reunião de pais, mas na realidade era para fazer a mesma prova que o seu filho. Parece estranho esta situação, mas como você acha que se sairia diante deste teste? Essa experiência aconteceu de fato no final do último do ano letivo, com pais do Colégio Santo Amaro, no Rio de Janeiro.


A ideia foi convocar os pais para uma reunião na escola, porém, o que eles não sabiam é que eles iriam ser surpreendidos com o mesmo teste que seus filhos estavam fazendo na sala ao lado. Fração, sujeito e predicado, sílaba tônica, sistema solar, você se lembra de tudo isso? Se for pai ou mãe, com certeza, já teve que relembrar. A nova campanha da Bic criada pela agência Y&R traz um momento de reflexão sobre a importância da participação dos pais no desenvolvimento das crianças.

Na campanha intitulada "Escrevendo e evoluindo junto com você", os pais que participaram desta dinâmica falaram de como, hoje em dia, fazem de tudo pelos os seus filhos, quer tenham sido estudiosos ou não na época de escola, e, em depoimentos emocionados, expõem a preocupação que vai muito além da nota no boletim, mas com o futuro dos pequenos. 

Segundo Felipe Favoretto, gerente da categoria de papelaria da BIC, ele comenta que "Nós acompanhamos a formação das crianças brasileiras há 60 anos e já reforçamos diversas vezes a importância da qualidade do material, das ferramentas, que farão com que elas evoluam cada vez mais. Nessa nova campanha, procuramos propor uma ponderação ainda mais profunda. O quanto os resultados dos filhos estão relacionados com o envolvimento dos pais em suas atividades. Costumam dizer que os jovens são o futuro, mas quem é a base?". Confira os depoimentos dos pais e alunos no vídeo abaixo.



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01 agosto, 2015

O menino da internet: Aprender a aprender

Este documentário "The Internet's Own Boy" (O menino da internet) conta a história de Aaron Swartz, um prodígio da tecnologia que aprendeu muito cedo a aprender. Apesar de nunca ter completado a faculdade, circulava entre diversos professores das melhores universidades e conversava com eles de forma igual.



No início, o documentário mostra-nos que quando Aaron entrou no ensino médio ele não gostava da forma tradicional de ensino, isso porque ele sabia realmente como obter essas informações e, se ele precisasse aprender geometria, por exemplo, era só buscar um livro. E foi então que ele começou a encontrar formas alternativas, onde as pessoas pudessem realmente aprender as coisas em vez de apenas regurgitar fatos que os professores lhes diziam.

E esse tipo de caminho levou a questionar uma série de questões como a própria escola que ele estava estudando, a sociedade que construiu a escola, as empresas para o qual as escolas estavam treinando as pessoas e como o governo configura toda esta estrutura. O jovem programador norte-americano acreditava na mudança radical do mundo através da internet e da computação. Durante toda a sua vida, Aaron usou a programação computacional como uma forma de nos ajudar a resolver problemas e tornar o mundo um lugar mais democrático, justo e eficiente.

Porém, em uma destas tentativas, Aaron viria a usar a rede do MIT (Massachusetts Institute of Technology) para baixar massivamente milhões de artigos acadêmicos de uma base de dados privada chamada JSTOR. Perseguido pelo governo dos Estados Unidos, o jovem tornou-se injustamente uma vítima dos direitos e liberdades para os quais ele estava lutando. Nesse meio tempo, o Ministério Público dos Estados Unidos conduz a um processo criminal contra Aaron, que termina por levá-lo ao suicídio.

Enfim, imperdível para quem conhece o suficiente para se preocupar com a forma como as leis governam a transferência de informação na era digital, até porque atualmente o mais importante da informação é saber como encontrá-la e não simplesmente adquirir e armazenar, esperando utilizar um dia. Aliás, quem tiver curiosidade em aprender mais, saiba que sites como Wikihow ensinam a aprender literalmente a fazer qualquer coisa. Desde habilidades práticas como construir uma ferrovia em miniatura até ser uma pessoa bela. Mas lembre-se: Não dá para ignorar o papel dos professores, pois eles são fundamentais.



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29 maio, 2015

Estrangeiros ensinando inglês aos brasileiros

O melhor jeito de aprender inglês é justamente viver situações cotidianas fora do país. Mas, como viver a experiência de estar lá sem necessariamente estar nos Estados Unidos? Pensando nisso, a agência FCB Brasil criou a ação "Hello Pizza" que reforça a campanha "Speaking Exchange" realizada no ano passado.



O objetivo foi transformar os pedidos de pizza em aulas de inglês. Para isso, a escola de inglês resolveu criar uma tarefa desafiadora e colocou os estudantes brasileiros em contato com americanos de uma forma mais cotidiana, espontânea e real: atendendo pedidos de pizza por telefone. A ideia foi utilizar uma tecnologia que intercepta ligações de clientes de pizzarias nos Estados Unidos e transfere via VoIP para um estudante brasileiro, usando um aplicativo desenvolvido especialmente para esta ação.

A mecânica funciona da seguinte forma: A campanha começa nos Estados Unidos quando o cliente liga para pizzaria e logo é informado sobre o desconto. No telefone havia duas opções: discar a tecla 1 e fazer o pedido normalmente ou utilizar a tecla 2 e transferir a ligação para um estudante do Brasil que logo anotava o pedido e encaminhava o pedido imediatamente para os Estados Unidos, pela internet. Assim que o pedido era feito através de uma mini-impressora térmica conectada à internet, a pizza era logo colocada no forno. A parte interessante do projeto é que dependendo da duração da conversa, os clientes ainda podiam receber um desconto de até 100%, o que acabava sendo bem atraentes para ambas as partes.



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14 agosto, 2014

Reflexão sobre o verdadeiro papel da educação

O documentário "Quando sinto que já sei" faz a reflexão sobre o verdadeiro papel da educação e registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo nosso Brasil. O projeto reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de haver novas mudanças.



O documentário aponta a necessidade de uma remodelação da escola atual e levanta um questionamento para todos aqueles que desejam transformar a educação brasileira: "Será que é possível criar essa escola? Uma escola que seja uma escola alegre, prazerosa? Ou a escola tem que ser o serviço militar obrigatório aos 7 anos?". Talvez aquela própria derrota da seleção brasileira de futebol para a Alemanha durante a semifinal na Copa do Mundo deste ano possa servir de exemplo.

O projeto independente partiu de questionamentos em relação à escola convencional que é aquela ainda do século passado, onde há carteiras todas enfileiradas diante de um quadro negro, grades, sinal de fábrica para indicar o intervalo, e ao final, provas para testar os seus conhecimentos foram realmente absorvidos, além de mostrar a percepção de que valores importantes da formação humana que estão sendo deixados de lado atualmente, como o próprio exercício coletivo para um ajudar o outro.

Além disso, esta também é uma geração que não está acostumada e habituada a fazer trocas, não sabe consertar coisas, solucionar problemas, plantar e colher para ser auto-suficiente, pois tudo o que sabe é ir em algum lugar e comprar, e se talvez ele enjoar daquilo basta somente jogar fora e comprar novamente, o que a torna totalmente dependente. É, a gente se acostuma, mas não devia.

Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras. Esses projetos estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade. A etapa final do projeto foi financiada com a colaboração de 487 apoiadores pela plataforma de financiamento coletivo Catarse. Como diria o educador Paulo Freire: "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção".



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09 maio, 2014

Idosos ensinando inglês aos jovens brasileiros

Nem todos os alunos têm oportunidade de viajar para realizar intercâmbio no exterior. Pensando isso, a agência FCB Brasil criou a campanha "Speaking Exchange" para a rede de ensino de idiomas CNA, que une estudantes brasileiros da escola a americanos que vivem em lares destinados à terceira idade nos EUA.



Através de uma ferramenta digital exclusiva, os alunos brasileiros tinham a oportunidade de se conectar com os idosos americanos que vivem em casas de repouso de uma forma divertida e enriquecedora, até porque mais que ensinar inglês aos estudantes e servir como passatempo para os participantes, o projeto acabava criando uma experiência de vida inesquecível.

A ferramenta permitia aos estudantes escolherem uma instituição cadastrada, junto com um tema de conversa sugerido pelo próprio sistema, onde os alunos eram colocados frente a frente com os idosos estrangeiros por meio de uma videoconferência. Ao final, o vídeo da conversa gerava um link privado no Youtube para que o professor pudesse avaliar o desempenho do aluno. O projeto-piloto foi aplicado na unidade CNA Liberdade, de São Paulo, junto a Windsor Park Retirement Community, em Chicago, nos Estados Unidos. Assista esta interação emocionante no vídeo abaixo.



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08 março, 2013

O que a maioria das escolas não ensinam?

Para aumentar e desenvolver o aprendizado da programação pelo mundo, a organização Code.org resolveu evidenciar uma realidade que está presente em 90% das escolas americanas, pois 1 milhão das melhores vagas na América vão ficar vazias, porque somente 1 em cada 10 escolas ensinam seus estudantes a programar. 



O vídeo dirigido por Lesley Chilcott traz a participação de programadores, como por exemplo: Bill Gates (Microsoft), Mark Zuckerberg (Facebook), Will.I.Am (Black Eyed Peas), Chris Bosh (Miami Heat), Jack Dorsey (Twitter), Tony Hsieh (Zappos), Drew Houston (Dropbox), Gabe Newell (Valve), Ruchi Sanghvi (Dropbox), Elena Silenok (Clothia), Vanessa Hurst (Vimeo) e Hadi Partovi (Code.org).

Como diria o Steve Jobs: "Todas as pessoas nesse país deveriam aprender a programar computadores, porque isso ensina a pensar". Antes de iniciar o vídeo, não se esqueça de ativar a opção da legenda em português.



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28 fevereiro, 2013

E se a legenda desaparecesse no meio do filme?

E se a legenda do filme desaparecesse no meio da sessão? Para mostrar o seu novo reposicionamento de marca e importância de falar inglês de forma criativa, e mais importante, de uma maneira natural e divertida, a agência Zebrabold, de Goiânia, criou para a escola CCBEU uma ação de marketing dentro da sala de cinema.



Minutos antes de começar o filme, uma surpresa: o trailer fica sem legenda. Após isso, o público presente no local começa a achar estranha toda essa situação e alguns ainda se levantam. Ao final, a surpresa é revelada e a escola ainda oferece um ano de cinema grátis para as pessoas que se levantaram e entenderam a mensagem sem legendas.

A ação termina com a mensagem: "As grandes oportunidades não virão legendadas. E você, estaria preparado? GO AHEAD". Confira as reações do publico no vídeo-case logo abaixo.



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