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21 maio, 2018

A importância da pausa na hora do estresse

O mundo pode até estar em perigo, mas o sua pausa não. Partindo deste conceito, a nova campanha criada pela agência JWT ilustra situações cotidianas em contextos lúdicos em que uma pausa é a diferença entre uma explosão de estresse e a decisão de parar, respirar e enxergar as coisas com uma nova perspectiva.


Isso porque a KitKat (chocolate composto pela combinação de wafer coberta por chocolate criada em 1935 pela empresa Rowntrees da Inglaterra e que desde 1988 é produzida pela transnacional Nestlé, exceto nos Estados Unidos, onde o chocolate é produzido pela Hershey's), está de volta à mídia para lembrar as pessoas sobre a importância do momento de relaxamento na hora do estresse.

O primeiro filme da campanha, intitulado "Red Phone", traz a figura de um general que é interrompido em um momento crucial com o toque de um telefone. Do outro lado da linha há interlocutores inusitados que poderiam tirá-lo do sério se não fosse o KitKat ao seu alcance, proporcionando um bom de descanso. O filme em formatos 30" e 15" está sendo veiculado na TV em rede nacional, além disso foram produzidos conteúdos digitais utilizando os personagens para seguir a história.


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01 dezembro, 2015

Animação psicodélica feita toda pelo público

Todos nós sabemos que o chocolate é um dos maiores prazeres da vida. O que talvez você não saiba é que colorir pode ser também uma experiência verdadeiramente deliciosa, não é mesmo? Por isso, esta semana a fabricante Cadbury, da Kraft Foods, resolveu lançar uma animação memorável totalmente psicodélica.



O filme "The Australian Crowd-Coloured Short Film" criado pela agência SapientNitro, da Austrália, em parceria com o estúdio de animação Flutter que produziu o curta-metragem colaborativo, incentiva as pessoas a se unir por um espírito de festa. Por meio de uma plataforma colaborativa, a Cadbury pediu para que os australianos, através do site oficial da marca, usassem toda sua criatividade para colorir cenas individuais através de uma ferramenta customizada de pintura digital para um curta-metragem. 

Após isso, a marca selecionou 1500 frames durante quatro semanas e compilou todas as imagens coloridas pelo público. O objetivo é mostrar que compartilhar esse tipo de experiência junto com as outras pessoas pode ser mais divertido do que optar por aproveitá-las sozinho. Ao final, todos aqueles que participaram da animação de dois minutos feita por centenas de australianos aparecem nos créditos. O detalhe especial fica por conta da trilha sonora que foi composta especialmente para a marca. Entretanto, isto não é novidade. Em 2013, a Lexus (divisão de veículos de luxo da Toyota) já havia feito o primeiro comercial colaborativo inteiramente apenas com fotografias que foram tiradas pelos próprios usuários do Instagram.



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02 abril, 2015

Surpresa emocionante para as atletas do vôlei

No próximo domingo (5) será comemorada a Páscoa e, para isto, a agência New Content preparou uma surpresa especial para o time de vôlei da Molico/Nestlé em alusão a essa data tão importante e enviou diversas cartas para as atletas e o técnico com mensagens de incentivo aos familiares dentro do ginásio.


Sabemos que a família nem sempre está perto, mas se esforça para apoiar os atletas. Para este momento emocionante, ao abrir os ovos, as atletas foram surpreendidas através mensagens maravilhosas de pais, irmãos, namorados e maridos. Ora, se por um lado esta ação de marketing de incentivo, da Nestlé, tem o objetivo de ser uma demonstração de carinho as atletas, por outro, é importante que possamos refletir e compreender esta data que celebra a ressurreição de Jesus e não apenas como mais um feriado para trocar ovos de chocolate. Diante disso, surge a questão: Será que as pessoas se importam em saber de onde o cacau é extraído, quem realiza a colheita e como é feita ou estão preocupadas em saciar a vontade? 

Nesta deliciosa magia, onde é quase impossível resistir a tantos recursos atraentes que o produto promete às crianças, o efeito amargo de tanta doçura acaba sobrando para os pais. Neste sentido, além dos preços dos ovos serem mais altos que as barras de chocolate da mesma marca, essa "deliciosa" fantasia se revela assim que se abre o ovo: o brinquedo não tem o tamanho e muito menos executa as acrobacias que são observadas pelas crianças no comercial, já que as mensagens aparecem escritas em letras minúsculas e de forma bem rápida, o que geralmente acaba não sendo possível observar com detalhes nas entrelinhas e, sendo lei, as empresas são obrigadas a colocarem essas informações desta forma.



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17 março, 2015

Reação do bebê ao experimentar um chocolate

A Mondelez International (Kraft Foods), fabricante do famoso chocolate Milka, resolveu convidar algumas mulheres grávidas para comerem um pedaço de chocolate antes de realizarem o ultrassom. E para isso, a marca distribuiu diversas barras de chocolate nas salas de ultrassonografia em Buenos Aires, na Argentina.


O objetivo da campanha intitulada "Mi Primer Milka" (Meu primeiro Milka, em português) criada pela agência David é proporcionar as futuras mães uma lembrança memorável durante o seu primeiro contato com o bebê, além de mostrar como o filho também fica feliz por ter experimentado o chocolate que a própria mãe comeu. É nestas horas que você percebe o quanto os publicitários ficam incessantemente tentando encontrar maneiras criativas, bem-humoradas e/ou através de um apelo emocional para romper a estrutura lógica contrária, apoiada em mitos e valendo de todos os recursos disponíveis para tornar a campanha relevante e o produto mais atrativo até você.

Isso porque os pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia, acreditam que os elementos químicos encontrado no doce podem chegar à criança durante a gestação. No entanto, Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), afirma que a serotonina ativada pelos componentes do chocolate - substância responsável, entre outras coisas, pelo humor - não atravessam a placenta. Ou seja, a mãe pode, sim, ficar mais feliz, já o feto, não, pelo menos não há nada que comprove cientificamente. Portanto, isso é apenas um MITO.

Além disso, o melhor é consumir o tipo meio amargo, pois quanto maior a concentração de cacau, melhor a propriedade nutricional. Isso acontece porque a fruta é rica em antioxidante, substância que ajuda na manutenção da saúde. Os chocolates do tipo meio amargo possuem entre 40% e 50% de cacau, mas já existem no mercado tipos que podem chegar de 70% a 90%. Além disso, os chocolates mais amargos têm menos açúcar, leite e gordura na fórmula. O pior tipo é o branco, que é mais gorduroso.


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06 outubro, 2014

As altas aventuras e trapalhadas com Mr. Bean

Voltado especialmente para o mercado britânico, a nova campanha intitulada "You’re not you when you’re hungry" (Você não é você quando está com fome) criada pela agência inglesa AMV BBDO mostra o ator Rowan Atkinson mais conhecido pelo personagem "Mr. Bean" para estrelar o cômico e divertido comercial.



Além de reforçar o conceito da campanha global da marca, o comercial através do bom humor mostra a saga do desastrado "Cheung" no lugar de um ninja juntamente com um grupo de samurais, mas que por estar com bastante fome, acabada perdendo as suas principais habilidades da sua função para conseguir atingir o objetivo final.

Entretanto, devido ao personagem "Mr. Bean" fazer tudo de maneira atrapalhada, os lutadores pedem para que ele treine mais e consiga manter mais o foco durante a empreitada de invasão. No final, é oferecido um chocolate Snickers para que ele possa recuperar a sua energia. Ao comer o chocolate, a energia de repente é restaurada e ele retorna a ser um verdadeiro ninja. A produção é da Rattling Stick.



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28 agosto, 2014

O que você faria para ganhar um Bis de graça?

Até que ponto você está disposto a fazer para ganhar um Bis? Partindo desta linha de raciocínio, a agência Wieden+Kennedy resolveu criar a campanha intitulada "Zuêra Machine", a máquina que usa o poder de Bis para interagir e brincar com as pessoas, onde quem ditou as regras deste jogo foi o humorista Léo Lins.


Apesar do bom humor também contribuir para ter uma saúde física e mental como já foi mencionado por diversas vezes, e embora o brasileiro não tenha um grande senso crítico para fazer um discernimento mais aprofundado, vale a pena fazer um esforço para humanizar as pessoas e não utilizar máquinas para isso, pois a mesma surgiu para automatizar o processo e economizar a energia de um operador. Sendo assim, ela também não possui emoções humanas e provavelmente você não irá querer ser um "forever alone" a ponto de interagir com um robô que utiliza mecanismos artificiais.

Como podemos notar, essa é uma campanha ousada, até porque a máquina mexe com os sentimentos das pessoas e o consumidor poderia muito bem boicotar a marca por uma brincadeira de mau gosto feita pelo locutor da máquina. Além disso, a marca não estaria mostrando querer viver na ditadura militar a ponto de recusar uma solicitação de um possível consumidor como foi mostrado na campanha (a mesma abordagem recente sobre a polêmica da água privatizada da Nestlé), onde uma marca específica selecionaria quais pessoas teriam o direito de satisfazer as suas necessidades.

Neste sentido, surge a questão: E se a máquina não quisesse oferecer o produto mesmo a pessoa querendo participar da brincadeira, como você iria reagir? Afinal, nós somos a máquina ou ela está nos usando? O fato é que precisamos estar mais com as pessoas e não com máquinas. É provável que precisamos repensar algumas coisas, como a ética, o ato de governar, a privacidade, o comércio, na forma que precisamos convencer a audiência através de argumentos convincentes de que algo é necessário e em nós mesmos.


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06 agosto, 2014

A importância dos 1000 dias de vida do bebê

Os primeiros 1000 dias (280 dias de gravidez e mais 720 dias de vida) é o período da vida do bebê compreendido entre o momento da sua concessão e, aproximadamente os dois anos de idade, ao longo do qual a mãe e o próprio bebê passam por várias etapas: gravidez, amamentação e diversificação alimentar.



Para ter uma noção de como esses primeiros 1000 dias de vida tem um papel fundamental na saúde, a própria alimentação da grávida influência a nutrição do feto, como promove um crescimento equilibrado e saudável, além de ajudar a criar hábitos alimentares saudáveis definitivos. Em seu plano nutricional, a Nestlé mostra aos consumidores como é importante para si a alimentação do seu bebê, e como esta se torna essencial e marcante desde o momento da gravidez até aos 2 anos de vida. 

Através de uma linguagem com apelo emocional voltada para as mães, a campanha intitulada "Começar saudável para viver saudável" mostra pais e profissionais de saúde contando aos bebês de forma lúdica como as crianças agradeceriam se soubessem da importância desse cuidado, além de levantar aquela velha questão conhecida entre expectativa e realidade de como é na teoria e o que acontece na prática.

Ora, mas será mesmo que haveria todo esse encantamento por parte dos pequenos ou eles simplesmente iriam recusar o produto se já tivessem adquirido um senso crítico apurado? Tendo em vista que já fora do útero, os primeiros dois anos são os mais significativos para o desenvolvimento do cérebro, sendo que metade do crescimento cerebral da vida inteira ocorre nesse período, conforme o neuropediatra Mauro Muszkat do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil Interdisciplinar da Unifesp afirma.

No documentário realizado em 2010 chamado "The Dark Side of Chocolate" (O Lado Negro do Chocolate) que mostramos no começo deste ano alega que as compras dos grãos de cacau de plantações da Costa do Marfim feitas também pela Nestlé que usam trabalho escravo infantil. Diante disso, podemos perguntar: Será mesmo que uma empresa suíça que opera em 83 países, dos cinco continentes está realmente se importando com isso? Aproveite para tirar suas conclusões no vídeo abaixo.



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31 março, 2014

Chocolate amargo denuncia o trabalho infantil

Para alertar sobre o atual problema do trabalho infantil que acontece no país africano na Costa do Marfim, a agência portuguesa BAR resolveu criar a campanha intitulada "O que cá é doce, para estas crianças é amargo" para a ONG Inspirit, com o intuito de fazer o lançamento fictício de um novo chocolate quente.



Ao experimentar, as pessoas notavam algo de estranho, pois o problema é que o chocolate era tão amargo que se tornava impossível de beber. Após tomar o chocolate quente, as pessoas eram confrontadas com a mensagem: "Amarga é a vida das crianças que trabalham nos campos de cacau". Em seguida, elas foram convidadas a conhecer melhor o projeto. 

A ONG pretende através de exemplos reais, expor a esperança em oposição à miséria, inspirando e tocando os corações de todos aqueles que querem ajudar quem mais precisa. O objetivo é arrecadar fundos para a construção de cinco escolas para as crianças vítimas de trabalho infantil. Recentemente, abordamos por aqui o tema sobre o lado negro do chocolate ao redor do mundo, onde através de câmeras escondidas, a equipe da produção do documentário conseguiu registrar cenas tristes de empresas que acobertam o tráfico de crianças e ainda usam trabalho infantil nos cacauzais.

Se você ficou interessado em ajudar, saiba que as contribuições podem ser feitas através de voluntariado, de ideias, trabalho oferecido a partir de casa e também de contribuições financeiras. A campanha aconteceu no Centro Comercial Oeiras Parque de Lisboa, em Portugal. Confira as diversas reações das pessoas que a produtora Krypton preparou no vídeo abaixo.



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07 fevereiro, 2014

O lado negro do chocolate ao redor do mundo

Você gosta de chocolate? Sabe de onde vem o cacau de que ele é feito? Pois bem, este é o documentário de 2010 chamado "The Dark Side of Chocolate" (O Lado Negro do Chocolate) que mostra acusações de organizações como a Nestlé de acobertar o tráfico de crianças e ainda usar trabalho infantil nos cacauzais.


Através de câmeras escondidas e identidades falsas, a equipe da produção deste documentário resolveu então investigar mais a fundo o caso. A descoberta mostrou que as crianças das plantações da Costa do Marfim têm geralmente entre 12 a 15 anos de idade, onde carregam cargas pesadas e comumente são expostas a pesticidas, que com o passar do tempo, mostram os seus efeitos após 20 a 30 anos.

A logística mostra que as crianças são traficadas geralmente de áreas rurais, onde os traficantes as levam à fronteira de ônibus. Após isso, usam mototaxistas para levar elas pela fronteira do país. Além disso, o documentário explica que 42% da produção mundial de cacau vêm da Costa do Marfim, e juntas, essas grandes empresas como Nestlé, Cargill e ADM compram quase toda essa produção. 

Apesar de nenhuma das empresas quererem assumir as responsabilidades por tais condições, elas alegam não ter controle direto sobre o cultivo de cacau e as práticas laborais. Diante disso, surgem as questões: O que será que as empresas de chocolate estão fazendo para combater o problema? Onde estaria a ética e a transparência com os seus consumidores? Seria aquela Lei de Gerson em querer levar vantagem em tudo? Confira também a parte 2 e a parte 3 do documentário.


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