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06 outubro, 2025

O aumento expressivo dos anúncios em tudo

Na década de 1970, as pessoas eram expostas a cerca de 500 anúncios por dia. Atualmente, as pessoas veem cerca de 5000 anúncios por dia. Imagine pagar por um veículo de 100 mil dólares que exibe anúncios enquanto você dirige ou ir ao banheiro público na Suécia e perceber que existem anúncios em espelhos?

A Samsung está começando a exibir anúncios em sua geladeira de mais de 3 mil dólares e a ideia é colocar ainda mais telas em todos seus eletrodomésticos. E se os supermercados comprarem os dados de acesso às câmeras da sua geladeira, eles poderiam aumentar dinamicamente o preço do leite, por exemplo, quando perceberem que o estoque está acabando. A Ford patenteou um sistema para exibir outdoors no painel do seu carro enquanto você dirige. Até o ChatGPT está se tornando uma plataforma de compras. Parece que em breve teremos a monetização do pensamento.

A vigilância sendo colocada como conveniência e a palavra inteligente sendo apenas um código para te rastrear e mostrar anúncios personalizados, isso te soa familiar o que chamam de inovação para você? O vídeo ainda faz uma sátira de como é assistir ao pôr do sol através da tecnologia nas versões premium, aprimorado e vip (versão realista de como é a vida), isto é, sem o estresse de viver como é retratado no filme "Don't Look Up" (Não Olhe Para Cima). E pela falta de uma conexão legítima, haveria a necessidade da criação de um oráculo em forma artificial que entendesse todas suas necessidades, nem que para isso fosse necessário tratar as coisas como entretenimento, desviando o foco para interesses comerciais.


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21 agosto, 2025

Os algoritmos estão quebrados e você já sabe

internet moderna fez com que muitas pessoas parassem de procurar coisas, isso porque as próprias recomendações das plataformas já informam o que nós deveríamos consumir hoje em dia. Avaliações falsas de produtos, pessoas se passando por especialistas, guias de consumo disfarçado de anúncios ou artigos potencializados por manipulação digital, o que mais você iria querer navegando por oceanos de lixo?


E, através desse condicionamento, um número crescente de usuários está optando por simplesmente deixar que a plataforma decida o que ela irá ver quando entrar para evitar corresponder aos desejos ou gostos de outros mesmo sabendo que elas têm alternativas. Deixar à complacência algorítmica significa que você está abrindo mão de sua própria escolha de maneira que talvez você não perceba. E à medida que a internet e a vida real se misturam, isso pode se tornar ruim. Perceba que atualmente a experiência tem mudado significativamente pela maior quantidade e velocidade com que as informações circulam.

Antigamente, era preciso mais esforço intelectual para verificar a veracidade das informações quando você encontrava algo interessante. Já hoje em dia, basta uma captura de tela sem fonte específica para você "entender" todo o contexto, isso sem mencionar os conteúdos que desaparecem misteriosamente. E como a maioria do público acessa a internet por meio de dispositivos móveis através de aplicativos, a curadoria automatizada já vem embalada, organizada e algumas vezes oculta determinadas coisas para o seu bem (ao menos é o que diz) ao mesmo tempo que coleta dados às vezes de forma obscura.

Desta forma, as pessoas estão deixando de procurar por coisas interessantes e apenas vagando no piloto automático em um tipo de isolamento social, algo como uma prisão domiciliar de luxo já influenciada pelo Big Brother da vida real na ilusão de segurança através de cercas elétricas e muros altos ao redor, longe de "conteúdos indesejados" (no caso, os filtros-bolha) sem perceber em uma espécie de cegueira, onde humanos parecem animais para entretenimento dentro do zoológico e ainda consumindo alimentos em sua maioria artificiais literalmente, pois como ela mesma diz: nada acontece, já que é um ambiente silencioso. 

E pela busca por mais entretenimento (escassez de aprendizagem), conflitos reacionários, exploração da conexão humana (reforço binário da plataforma que contribui para polarização) do que conhecimento é uma tendência observada atualmente, visto que o próprio entretenimento oferece (mais tempo de tela e consequentemente mais lucro) uma forma de diversão que pode capturar a atenção de forma imediata, enquanto o conhecimento exige esforço, o que o torna menos atrativo para muitos.

Um dado curioso é que a maioria dos usuários já não está mais usando o recurso para acompanhar os conteúdos favoritos, o que parece ser um indicativo crescente de que as pessoas estão buscando conduzir a sua própria experiência ao invés de deixar que a plataforma decida por elas, seja através de uma simples recomendação de conteúdo antigo, já que conteúdos novos são gerados por inteligência artificial ou talvez te direcionar para algum lugar através de um veículo autônomo sem motorista para te fazer esquecer da existência humana, já que a própria inteligência artificial daria a nós essa ilusão parecida.


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02 março, 2022

A arte da atenção por Wendy MacNaughton

Cada um de nós desenhávamos quando éramos pequenos. Em um convite para desacelerar e olhar o mundo ao seu redor, a ilustradora Wendy MacNaughton nos mostra como o desenho pode desencadear conexões profundamente humanas e autênticas. Está pronto? Pegue um lápis e junte-se nesta palestra no TED.

Nele, a ilustradora revela um pequeno truque para que possamos reprogramar o cérebro com o objetivo de voltar a observar, ou seja, fazer algo que as pessoas fazem raramente, um contato olho no olho com alguém, sem se esquivar. Além disso, ela diz que estudos mostram que desenhar é uma das maneiras mais eficazes para as crianças processarem as suas emoções, inclusive traumas, isso porque desenhar nos ajuda a falar sobre coisas difíceis.

Aliás, hoje em dia temos tanta informação chegando até nós o tempo todo que o cérebro literalmente não consegue processar, e acabamos preenchendo o mundo com padrões. Muito do que vemos são nossas próprias expectativas. Ao final, ela diz que depois dos últimos anos que tivemos, acha que todos precisam de uma chance de observar atentamente uns aos outros e nós mesmos, e de dizermos sobre o que vemos.

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13 maio, 2021

O grande reset chegou também na propaganda

A nova campanha intitulada "The Reset" da Verizon criada pela agência Madwell no estilo videogame leva você a uma jornada aparentemente normal por um mundo totalmente anormal para mostrar aos jogadores os benefícios da tecnologia 5G ao construir um mundo cheio de falhas perturbadoras induzidas pelo atraso.

Ao combinar um mundo familiar com distorções digitais não naturais, o mesmo no qual podemos ver em nossos dispositivos, o filme mostra as falhas que os jogadores reconhecerão instantaneamente, incluindo um gato passando por um poste, uma criança flutuando no ar ao lado de uma bicicleta e um motorista de ônibus cujas texturas de rosto não foram carregadas. 

A campanha evidencia que o "The Great Reset" (O Grande Reset) chegou até mesmo na propaganda, além de enfatizar que o 5G Ultra Wideband da marca irá redefinir e mudar a conectividade como a conhecemos, especialmente quando se trata do mundo dos jogos, mostrando o potencial de uma melhor experiência 5G em sua rede. Ao final, os problemas técnicos são aparentemente resolvidos e a campanha termina com a mensagem: "Don't live with lag. Meet 5G Ultra Wideband, the fastest 5G in the world" (Não viva com atraso. Conheça o 5G Ultra Wideband, o 5G mais rápido do mundo).


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26 maio, 2020

O futuro para a realidade: A distopia na China

O século XXI proporcionou uma profunda mudança em nossos hábitos. O avanço tecnológico aumentou a facilidade e conveniência com as quais realizamos as mais diversas tarefas do dia a dia. Porém, sendo a tecnologia uma ferramenta, pode ser usada para promover a liberdade ou a escravidão de uma sociedade.


Hoje, líderes políticos que compreendam o estado da arte da tecnologia tem em mãos ferramentas de controle muito superiores às usadas pelos maiores ditadores da história. Em particular, a China tem feito um grande esforço para se tornar a pioneira nesta arte, produzindo mecanismos de controle e vigilância que alguns políticos jamais seriam capazes de sequer conceber.

No ocidente, as primeiras denúncias sobre o sistema chinês de crédito social vieram de fontes pouco conhecidas. Isto gerou um certo grau de desconfiança que, em parte, nos permitia ignorar o problema e evitar ter que encarar a realidade nos dias atuais. Hoje, já não é possível ignorá-lo: o sistema está sendo colocado em prática com vários programas de monitoramento e silenciando a liberdade de expressão.

Diante disso, surgem algumas questões: Se o governo chinês está disposto a usar este mecanismo para dizer o que as pessoas devem fazer sem a liberdade de escolha, com qual interesse ele buscará trazer estas tecnologias também para outros países, incluindo o Brasil? Até que ponto nossos representantes na política compreendem estas restrições? E como o presidente do Brasil deverá lidar com esta situação, em um país profundamente ligado à China, do ponto de vista comercial? Confira o documentário no vídeo abaixo.


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30 outubro, 2018

A vida secreta das árvores de mesma espécie

As árvores conversam, conhecem laços familiares e cuidam de seus filhos? Isso pode estranho demais, porém, o cientista alemão Peter Wohlleben e a cientista Suzanne Simard vêm observando e investigando a comunicação entre as árvores ao longo de décadas e as suas descobertas são bastante surpreendentes.


Se você observar, as árvores são seres bem sociáveis, elas cuidam das suas crias em um lugar que podemos chamar de uma espécie de berçário. As raízes de diferentes espécies estão todas interligadas quando crescem, até porque tudo é um. A maior parte da sua vida se encontra na parte subterrânea. Uma colher de chá de solo pode conter vários quilômetros de fungos que formam a "internet da floresta". A rede de raízes está logo abaixo da superfície da floresta. 

Todas as árvores estão ligadas em uma única rede gigante. Elas também sentem emoções e podem criar laços como um casal, cuidado um do outro, ao invés de competir entre si. O cientista ainda diz que as árvores gostam de ficar próximas uma das outras, levam a vida devagar e amam companhia. Na visão da cientista Suzanne Simard, ela destaca que as árvores estão se certificando de que elas sejam uma produtiva, saudável e vibrante família de árvores.


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25 outubro, 2017

O que é o transtorno do déficit de natureza?

Em entrevista ao projeto "Criança e Natureza" do Instituto Alana que trabalha para encontrar caminhos transformadores para as novas gerações, buscando um mundo mais sustentável e de excelentes relações humanas, o jornalista e especialista em advocacy pela infância Richard Louv nos guia para uma reflexão.


Em seu depoimento, ele nos conta sobre as consequências de manter as crianças sentadas e fechadas em ambientes escolares ou domésticos, nos quais elas estão usando cada vez menos sentidos, além do que é um direito humano da criança ter esses tipos de experiências na natureza. Privadas do contato direto com a natureza e de seus benefícios para a saúde física e psíquica, as crianças podem apresentar sintomas do que Richard Louv denomina como um transtorno do déficit de natureza.

O termo linguístico foi um jeito de descrever essa sensação que temos há tempos de desconexão com a natureza. Além disso, ele nos lembra dos problemas como deficiência de vitamina D (nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo), devido aos recessos, cancelamento dos passeios escolares e as aulas de educação física que foram cortadas nas escolas americanas. Ao final, Louv finaliza dizendo que ficar sentado nos dias atuais é novo fumar.



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11 agosto, 2017

Será que somos realmente livres na internet?

A World Wide Web (rede mundial de computadores) foi concebida e construída a partir de um fundamento principal: a liberdade pela conexão em rede, e não demorou para se tornar o carro-chefe da liberdade de expressão. Com ela, passamos de consumidores de informação para também produtores de conteúdo.


Para termos uma noção, a China levantou uma verdadeira muralha para barrar as redes sociais e censurar buscas na internet. Para escapar desse bloqueio, os usuários utilizam redes privadas virtuais, as chamadas VPNs, elas criam um túnel de conexão protegido por criptografia que atravessa a muralha virtual até um servidor em outro país. Além disso, as citações ao Massacre da Praça da Paz Celestial e fatos ligados aos movimentos de Independência de Taiwan e do Tibet simplesmente não são encontrados.

Neste sentido, surgem algumas questões importantes: O quanto somos realmente livres na internet para acessar conteúdos e também nos expressarmos? Quem governa a rede? Com quais seriam esses interesses? Será que temos privacidade, de fato, já que para possuirmos ela, precisamos também concordar com os seus Termos de Uso (sempre que houver mudanças) e para usar obviamente, você terá que dar acesso ao seu microfone e câmera do dispositivo, por exemplo, para que o sistema possa gravar (todos esses dados e usá-los quando for preciso), filtrar, analisar, armazenar e avaliar todo seu comportamento, com finalidade segundo o próprio presidente Barack Obama de prevenir ataques terroristas?

Onde ficam os direitos humanos? Quem garante o direito de todos os cidadãos a uma conexão rápida e de baixo custo? Essas e outras questões são debatidas do documentário Freenet por especialistas e ativistas, como Lawrence Lessig, Sérgio Amadeu da Silveira, Jacob Appelbaum, Glenn Greenwald, Edward Snowden, Frank La Rue, Nnenna Nwakanma, Catalina Botero, entre outros. O filme passeia pela África, Índia, Estados Unidos, Brasil e Uruguai, mostrando iniciativas e obstáculos para a democratização do acesso à internet e para a garantia de neutralidade da rede.



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21 junho, 2017

A crítica bem-humorada a internet das coisas

Os produtos inteligentes podem ser burros se não forem desenvolvidos para se adequarem às necessidades humanas. Se você se sente enrolado na tecnologia, saiba que você não está sozinho, até porque conforme aumenta a quantidade de aparelhos conectados, a sua frustração com a tecnologia também aumenta.


Isso porque antes de conectar os produtos, temos que de fato nos conectar com pessoas. Pensando nisso, a agência sueca Forsman & Bodenfors criou para a empresa de tecnologia Semcon, a sua mais recente campanha intitulada "The Internet of S**t Song", baseada na clássica canção infantil "Dem Bones" (Os Ossos, sobre a constituição do nosso esqueleto), onde ela faz uma sátira com o alarde exagerado em torno da Internet das Coisas (IoT) e com a falta de preocupação com o usuário, além de lançar um leve olhar sobre o que pode acontecer com todos os nossos dispositivos inteligentes se esquecermos de envolver os usuários.

O desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) aponta para uma tendência de crescimento nos próximos anos. As previsões indicam que, em 2020, haverá 30 bilhões de produtos conectados, e os investimentos feitos no setor totalizarão 1,29 trilhão de dólares. Ao mesmo tempo, os levantamentos nos mostram que muitos consumidores têm dúvidas sobre a utilidade e a aplicação dessa tecnologia. De acordo com uma nova pesquisa conduzida pela Inizio/Semco, nada menos do que 60% dos entrevistados declararam que a tecnologia os deixam frustrados. Além disso, a tecnologia é o elemento mais frustrante do nosso dia a dia, à frente de problemas como engarrafamentos e vizinhos barulhentos.

O videoclipe abaixo que foi gravado na África do Sul, sob o comando de Hansie Visagie, se passa em um futuro não muito distante, onde, Alex, o fantoche, se enrosca em um emaranhado de fios para mostrar claramente a necessidade de uma abordagem mais focada nos humanos. Ao final, a campanha assina com a mensagem: "Just because it's connected, doesn't mean it's smart" (Só porque está conectado, não significa que seja inteligente). O cenário foi feito de papel e as marionetes foram criadas utilizando impressão 3D.



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07 março, 2017

Humanos e robôs andarão juntos no futuro?

Quantos de nós somos "ciborgues" melhorados? Na era da "Augmented Reality" (Realidade Aumentada), o futurista Maurice Conti nos apresenta sua visão bastante otimista através de uma palestra no TED, onde os robôs e humanos trabalharão lado a lado para realizar feitos que nenhum deles conseguiria fazer sozinho.


Sendo assim, os dois usariam aquilo que eles têm de bom, ou seja, o ser humano utilizaria a consciência, percepção e tomada de decisões, enquanto o robô a precisão e repetitividade, de forma mais rápida e menos cansativa. Aliás, o que você consegue quando dá um sistema nervoso digital a uma ferramenta de design? Computadores conseguem melhorar nossa habilidade de pensar e imaginar, e sistemas robóticos conseguem inventar e construir novos designs radicais para pontes, carros, drones e muito mais, tudo por conta própria. 

Através da inteligência artificial as máquinas fazem exatamente aquilo que lhe dizemos com perfeita precisão e nada mais, ou seja, solucionam problemas bem definidos, só que não são intuitivos e, para isso, ainda precisam começar do zero toda vez. Com o avanço da computação cognitiva, programas inteligentes podem gerar as suas próprias soluções para os problemas. 

Após isso, Maurice ainda lembra-nos que o computador artificial AlphaGo desenvolvido pela DeepMind conseguiu vencer o melhor ser humano no jogo "Go". Alguns cientistas traduziram isso como intuição com base nos dados de seu aprendizado, pois algumas de suas decisões não eram tão claras. No geral, o que podemos observar é que em um determinado momento houve um desequilíbrio na forma de investir nosso tempo, enquanto há muito mais investimento em programação e máquinas, por exemplo, há bem menos investimento do esforço de pensar por si mesmo. Se você preferir, assista ao vídeo com as legendas em português sobre essas incríveis invenções da inteligência artificial intuitiva.


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10 agosto, 2016

O fantástico poder do toque nos dias atuais

Pesquisas revelam que o contato físico tem o poder extraordinário de aliviar o estresse, curar doenças e até mesmo diminuir a violência. Para celebrar o Dia dos Pais de uma forma mais próxima, humana e bem acolhedora entre pais e filhos, a agência Publicis resolveu realizar uma surpresa emocionante entre eles.


A Vick, marca de medicamento da P&G teve a proposta de convidar pais e filhos para uma entrevista e questionar alguns pontos importantes sobre as suas relações familiares. Após isso, aos poucos, percebe-se como sofrem com o distanciamento entre eles. Até que, com óculos de realidade virtual, eles podem estabelecer contato por meio desse aparelho. Porém, faltava a conexão mais importante e fundamental entre eles: o abraço. Neste momento é quando os pais são surpreendidos pelo toque dos filhos e descobrem que de fato eles estão ali presentes naquele exato momento.

Por isso, neste dia Dia dos Pais, aproveite para se reconectar e retribuir o carinho de quem te ensinou todo o poder do toque. Ao final, a campanha finaliza com a mensagem: "Nenhuma tecnologia supera o poder do toque. Neste Dia dos Pais. Reconecte-se". De acordo com o Jose Restrepo, gerente da marca Vick para o Brasil, ele diz "Nesta campanha, mostramos que o poder do toque é fundamental para a saúde – seja para a aplicação de produtos como Vaporub ou apenas para reforçar os sentimentos de pessoas que se amam".



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15 abril, 2016

Quando a propaganda não sai como esperado

Após a aquisição da GVT, a operadora Vivo preparou o seu novo posicionamento. A campanha publicitária criada pela agência Y&R que mostra diversas situações reais pelo viés das expressões utilizadas na esfera digital demonstrou nesta quinta-feira (14) uma grande indignação por boa parte dos usuários de internet.


Isso porque há chance das operadoras começarem a limitar o uso de banda larga dos usuários após o fim da franquia. Desta forma, a companhia acabou se tornando alvo de muitas críticas e recebendo uma enxurrada de comentários, além de qualificações negativas, o que no final da história, a empresa acabou se tornando vilã. E como já era de esperar, a internet não perdoou e logo já se prontificou de fazer o seu protesto através de uma paródia contra a empresa de maneira bem peculiar.

A paródia criada por um usuário do Youtube feita em cima da campanha "Viver é a melhor conexão" mostra de forma sucinta aos consumidores os problemas que eles irão enfrentar quando quiserem acessar o conteúdo no futuro e depois disso, perceberem que sua franquia de dados estourou. Neste sentido, surgem algumas questões: Será que essa indignação é o suficiente para que a operadora possa ouvir, de fato, os seus usuários e consequentemente disso, voltar atrás para tentar chegar a um acordo que seja mais justo? Essa medida será que não fere o Marco Civil da Internet? Existe uma petição Contra o Limite na Franquia de Dados na Banda Larga Fixa, onde mostra de forma clara que esta mudança é ilegal, pois além de não trazer os benefícios aos usuários, também requer uma ampla discussão antes de ser aprovada.



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03 outubro, 2015

O discurso que vai muito além da propaganda

E se todo o dinheiro da guerra fosse para o desenvolvimento sustentável? Partindo deste pressuposto, a ONU (Organização das Nações Unidas) trouxe novamente à tona o famoso discurso emocionante da jovem canadense Severn Suzuki. Nele, a garota faz questão de focar a sua atenção nas questões ambientais.


Uma pequena pausa, pois este discurso é um alerta que vai muito além da propaganda. Apesar de ser bem antigo, ele ainda continua muito atual nos dias de hoje. Nele, a jovem lembra a nós que não podemos esquecer o motivo pelo qual os representantes estão nestas conferências e para quem estão fazendo isto, pois os mesmos são quem estão decidindo qual o rumo o mundo irá tomar. Além disso, ela também faz um questionamento bastante incisivo: "Se uma criança de rua que não tem nada ainda deseja compartilhar, por que nós que temos tudo ainda continuamos tão gananciosos?". Nesta era das redes sociais, como podemos ainda agir de forma individualista? E mais, como pode a Terra ser tratada como produto?

O discurso lembra o documentário chamado Home (O mundo é a nossa casa) que foi lançado em 2009 pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand que mostra a diversidade da vida no planeta, como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico e a atual situação de nossa casa para as futuras gerações. Após a Terra sofrer várias interferências humanas, todas as riquezas do planeta correm risco. Agora, a solução para corrigir esta situação se mostra cada vez mais distante de ser encontrada. Neste sentido, podemos levantar algumas questões: Será que estamos fazendo o melhor que podemos? Será que há lista de pessoas com mais e menos prioridades que outras? Por isso, esperamos que ações destes tais líderes realmente reflitam suas palavras, pois todos nós somos responsáveis pelas gerações futuras.


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22 agosto, 2015

Visionários mostram o futuro que queremos

Atenção, todos vocês, os quebradores de regras, inadaptados, causadores de problemas, espíritos livres, pioneiros, visionários e inconformados. Tudo o que o sistema te disse que está errado contigo é na realidade o que está certo. Vê coisas que os outros não veem. Você está conectado para mudar o mundo.



Ao contrário do 9 em cada 10 pessoas, a sua mente é irrepreensível, e isto ameaça a autoridade. Você nasceu para ser revolucionário. Você não pode suportar as regras porque em seu coração você sabe que há uma maneira melhor. Você tem forças perigosas para o sistema e ele quer eliminá-las, assim, em toda a sua vida já lhe foi dito que as suas forças eram fraquezas. Agora estou te dizendo o contrário. 

Sua impulsividade é um presente. Os impulsos são as suas chaves para o milagre. A sua distração é um artefato de sua inspirada criatividade. Suas alterações de humor refletem o impulso natural da vida, eles te dão energia incontrolável quando você está bem e profunda introspecção da alma quando você está em baixa. Foste diagnosticado com um "distúrbio"? Esta é a mais nova forma da sociedade negar a sua própria doença, apontando o dedo para você. 

Sua personalidade viciante é apenas um sintoma do subaproveitamento da sua vasta capacidade heroica, criativa, conexão espiritual, ausência absoluta de repressão, idealismo visionário e mente aberta sem atenuação. Nunca ninguém te disse isso? Estas são as características compartilhadas pelos grandes pioneiros, visionários, inovadores, revolucionários, procrastinadores, rainhas do drama, ativistas do cenário social, cadetes espaciais, rebeldes, filósofos e desamparados, homens de negócio voando em aviões de combate, estrelas de futebol e viciados em sexo, celebridades com transtornos de déficit de atenção, alcoólicos que procuram novidades, socorristas, profetas e santos, místicos e agentes de mudança. Somos todos iguais, você sabe, porque todos nós somos atraídos para a chama.



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